Lidar com uma pessoa tóxica pode ser exaustivo porque a pessoa está sempre em busca de problemas em vez de soluções. Este tipo de pessoa só vê o lado negativo das coisas e reclama cronicamente se fazendo de vítima. Se permitirmos que sentimentos negativos nos contaminem, isto poderá nos estressar e diminuir nosso entusiasmo pela […]
Minha vida é andar por esse país Pra ver se um dia descanso feliz Guardando as recordações das terras onde passei Andando pelos sertões e dos amigos que lá deixei
Chuva e sol, poeira e carvão Longe de casa, sigo o roteiro Mais uma estação E alegria no coração
Êh, saudade!
Minha vida é andar por esse país Pra ver se um dia descanso feliz Guardando as recordações das terras onde passei Andando pelos sertões e dos amigos que lá deixei
Mar e terra, inverno e verão Mostro o sorriso, mostro alegria Mas eu mesmo, não E a saudade no coração
Êh, saudade
Lula, olha o trem chegando!
Minha vida é andar por esse país Pra ver se um dia descanso feliz Guardando as recordações das terras onde passei Andando pelos sertões e dos amigos que lá deixei
Chuva e sol, poeira e carvão Longe de casa, sigo o roteiro Mais uma estação E alegria no coração
Ah, saudade, meu filho! Diga Lula Diga
Olha o trem chegando na estação É, tá cheio de gente! E o trem tá cheinho, meu filho Olha o povo lá É sinal de casa cheia Isso é bom, isso é bom
Lulinha!
Diga lá
Olha o povão Um dia eu chego lá devagar Não esquece do povão, meu filho Ah, sem pressa, sem pressa
Tá com saudade de vovô Januário?
Tô, mas sei que ele tá tocando lá em cima No forró animadissímo, deixa ele
Não se esqueça que tudo começou com ele, meu filho
E como é que é a história?
Ah, de pai pra filho (hein?)
De pai pra filho, desde 1912
Ih, deixa que eu levo pra frente Essa que é a história!
Há temas, no universo da nutrição, que parecem seguir o movimento de um carrossel. Eles vão e vêm de tempos em tempos, ainda mais se o assunto girar em torno de peso, dieta e ingredientes como o açúcar. Com o índice glicêmico, o IG, tem sido assim.
Entre idas e vindas, críticas e defesas, essa medida da velocidade com que o corpo transforma em glicose um alimento já esteve atrelada a regimes da moda, mas não perdeu seu alicerce científico.
O conceito, para continuarmos nas metáforas do parque de diversões, remete a uma montanha-russa, com as subidas e descidas dos níveis de açúcar no sangue. Afinal, o IG é uma classificação criada para mensurar o efeito de itens ricos em carboidratos (de frutas a doces) na glicemia.
Tem tudo a ver com o ritmo de entrada das moléculas de glicose geradas pela digestão nas nossas células. Se isso for ligeiro, o IG é alto. É vagaroso? O número é baixo. De modo geral, produtos refinados, feitos de farinha branca, caem no primeiro grupo. No segundo, entram os itens integrais, redutos de fibras.
No cenário ideal, o fornecimento de glicose para as células deve ser gradual. Isso ajuda a modular a liberação de hormônios, como a insulina, e os sinais cerebrais da saciedade. Se esse processo ocorre em alta velocidade, o tempo todo, o corpo tende a pegar um atalho para a obesidade e o diabetes.
A estudiosa integra a equipe responsável pela Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA), que traz, entre outras informações, dados do impacto glicêmico de comes e bebes. Segundo ela, interpretações erradas ou descontextualizadas do IG podem levar a escolhas inapropriadas.
Cientistas acabam de realizar uma revisão sobre essa medida que aponta quanto um alimento faz o açúcar subir no sangue. Afinal, como ela mexe com a saúde?
“O que eu sinto eu não ajo. O que ajo não penso. O que penso não sinto. Do que sei sou ignorante. Do que sinto não ignoro. Não me entendo e ajo como se entendesse.”
“Natural que o mau humor nos assombre em alguns momentos, não somos perfeitos e intocáveis pelas mazelas da vida. Dar um chega prá lá nele é que define o estado mental e vibracional que iremos manter, sempre existe um motivo para sorrir, insista nisso!”
Ela é um dos tormentos da saúde pública brasileira, se agravou na última década e, apesar de ter aparecido muito menos no noticiário por causa do coronavírus, continuou aprontando pelo país. Segundo o Ministério da Saúde, os dois anos com mais casos de dengue registrados por aqui foram, respectivamente, 2015 e 2019, com mais de 1,5 milhão de episódios estimados cada um.
Mesmo sendo alvo de campanhas de conscientização todo verão, ainda que a doença dê as caras nos 12 meses, o combate ao Aedes aegypti, mosquito que transmite o vírus entre nós, sofreu um duro baque na pandemia.
Com os esforços destinados à Covid-19, o antigo inimigo ficou em segundo plano, seguiu fazendo vítimas e, agora, com a vacinação freando o coronavírus e as pessoas ensaiando um retorno à normalidade, especialistas temem que a dengue volte com tudo em 2022.
“Os picos epidêmicos acontecem de três a cinco anos, então era esperada uma redução em 2020 e 2021. Só que houve subnotificação dos casos devido à atenção dos médicos estar direcionada à Covid-19”, nota a infectologista Melissa Falcão, da Comissão de Arboviroses da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). A consequência é uma espécie de apagão nos dados concretos e projeções mais turvas para o curto prazo.
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