Museu do Amanhã recebe exposição sobre a Amazônia

Fazer o visitante se sentir parte da Floresta Amazônica é um dos objetivos da exposição Fruturos: Tempos Amazônicos, que abre nesta sexta (17) no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

A exposição, cujo título é formado a partir de “fruto” e “futuro”, apresenta a diversidade presente na Amazônia, desde fauna e flora à cultura dos povos que ali habitam. Ela é construída a partir de uma narrativa temporal organizada em sete áreas e explora perspectivas para o futuro – como é comum entre as exposições do museu.

Teve muito estudo por trás da Fruturos. Os curadores da exposição recorreram a três viagens exploratórias – a primeira em 2017 – e a um time de dez consultores de diferentes instituições de pesquisa, muitos deles amazônidas, para entender e refletir sobre a história, riqueza e potência da região.

“Os pesquisadores com quem tivemos contato sempre nos diziam que, ao conversar com povos originários e tradicionais da floresta, grandes bibliotecas invisíveis se abriam na frente deles”, afirma Leonardo Menezes, curador da exposição, à Super.

O conhecimento adquirido a partir de pesquisadores e moradores foi a base para construir a Fruturos. “A gente percebeu que a Amazônia é feita de múltiplas camadas temporais, que coabitam e coexistem no território”, explica Leonardo. 

“Fruturos: Tempos Amazônicos” aborda desde a formação do bioma aos dias de hoje, junto às manifestações artísticas e biodiversidade da região.

Museu do Amanhã recebe exposição sobre a Amazônia

publicado originalmente em superinteressante

Magnetorrecepção: o sexto sentido

Ami já era o terceiro pombo-correio solto pelo major americano Charles White Whittlesey naquele 3 de outubro de 1918. Um grupo de 550 homens havia sido cercado na comuna de Montfaucon-d’Argonne, no nordeste da França. 194 haviam sobrevivido, mas estavam cercados por alemães e precisavam de resgate.

White estava usando os pombos para pedir socorro. O primeiro, que levava a mensagem “estamos feridos. não conseguimos escapar” num papelzinho preso à pata, foi abatido pelos inimigos. O segundo (“estamos sofrendo. podem enviar ajuda?”) também. Os alemães sabiam do que se tratava. E também acertaram Cher Ami assim que ele começou a voar. Mas não conseguiram derrubá-lo.

A bala acertou a pata direita e raspou o peito do pombo, que continuou voando por 25 minutos até chegar à base militar mais próxima, a 40 km dali, onde entregou a mensagem – que acabou por salvar os 194 homens. A pata do bicho teve de ser substituída por uma prótese de madeira. Cher Ami foi levado para os Estados Unidos, onde recebeu uma medalha por ter entregue essa e outras 11 mensagens durante a Primeira Guerra Mundial. Morreu em junho de 1919.

Desde o Egito Antigo, 3 mil anos antes de Cristo, os pombos são usados como mensageiros. Eles têm essa utilidade porque sempre sabem voltar para casa: basta criá-los em um local específico e essas aves saberão voltar até lá, partindo de qualquer ponto. O general romano Júlio César usou pombos-correio em seus esforços militares contra os gauleses. Eles também levaram mensagens na Pérsia, na Grécia Antiga, no mercado financeiro – em 1860, o inglês Paul Reuter, fundador da agência de notícias Reuters, usou pombos-correio para enviar cotações de ações entre Bruxelas, na Bélgica, e Aachen, na Alemanha. Temos uma longa história com esses bichos. Mas só recentemente começamos a entender por que eles conseguem se orientar tão bem: usando o campo magnético do planeta como GPS.

Pássaros, vacas, tubarões e até bactérias conseguem sentir o campo magnético da Terra, que usam para se orientar. E uma experiência intrigante sugere que o cérebro humano também pode ser capaz de detectá-lo de forma inconsciente.

Magnetorrecepção: o sexto sentido

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Extinção…por Rachel de Queiroz

“Quem com ferro fere… ” E o perigoso bicho homem também já vai virando animal em extinção; é o que acontece com todos os grandes carniceiros: já quase não existem leões no deserto, nem tigres de Bengala; e o mesmo sucederá conosco, que somos os mais ferozes de todos os predadores.

🌻Rachel de Queiroz

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Assista a “Repórter Eco | 12/12/2021” no YouTube

Ecologia e meio ambiente para dar um up na semana.

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Assista a “NUNCA IMAGINEI QUE MISTURAR BANANA COM LARANJA IA FICAR TÃO GOSTOSO!! FÁCIL- FOFINHO-Isamara Amâncio” no YouTube

Um bolo gostoso, um papo agradável…tudo de bom!

Preparem o cafezinho.

Isamara Amâncio aqui!

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Profunda floresta…por Mágica Mistura

Vêm da floresta profunda

Nossa mais bela verdade

Somos seres da natureza

Feitos dos elementos do Cosmo

Quem desperta e se enxerga

Nunca mais se sente só

Pois descobre num instante

Que todos somos um…

A roda gira, tudo volta

A vida é uma mudança constante.

Mágica Mistura

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Mágicas Imagens ✨✨

Camboriú SC Brasil

Surto de gripe: ainda vale a pena tomar a vacina?

O Rio de Janeiro vem enfrentando uma epidemia de gripe causada pelo vírus Influenza A – H3N2, o mesmo que está em alta no hemisfério Norte. Mas os casos já começaram a aumentar em outras partes do país, como São Paulo, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.

Segundo o infectologista Eduardo Medeiros, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e diretor científico da Sociedade Paulista de Infectologia (SPI), é possível que essa disseminação siga em uma curva crescente por todo o Brasil.

+ MAIS: Entenda o surto de gripe no Rio de Janeiro

“Com a pandemia de Covid-19outras vacinas foram negligenciadas”, explica. É o caso justamente do imunizante que protege contra o vírus Influenza. Segundo o expert, alguns estados não alcançaram 50% de sua meta vacinal contra a gripe.

E não está tarde para ir atrás dessa picadinha. “Embora a atual cepa que está predominando, a H3N2 Darwin, possa ter apresentado mutações que diminuem a eficácia da vacina atual, quem não se vacinou deve, sim, ser vacinado”, reforça Medeiros.

Segundo médico, quem não se vacinou deve buscar sua dose, independentemente de ter tomado a injeção contra Covid-19 há pouco tempo

Surto de gripe: ainda vale a pena tomar a vacina?

publicado originalmente em Veja saúde

Sonda da Nasa é primeira espaçonave a “tocar” o Sol

Pela primeira vez na história, uma espaçonave entrou na atmosfera solar: a Parker Solar Probe, sonda lançada em 2018 pela Nasa. A agência anunciou a notícia na última terça-feira (14), meses depois do ocorrido em 28 de abril – porque levou algum tempo até que os cientistas recebessem os dados da sonda e pudessem confirmá-los.

A sonda voou no interior da coroa solar, parte mais externa da atmosfera do Sol, e coletou amostras de partículas por lá. Isso aconteceu na oitava aproximação da espaçonave com o Sol, quando ela estava a cerca de 13 milhões de quilômetros do centro da estrela. Isso foi registrado em estudo publicado na revista científica Physical Review Letters.

O objetivo da Parker é explorar essa região de perto para entender melhor, por exemplo, a dinâmica do campo magnético solar e a origem do vento solar. Segundo Thomas Zurbuchen, gerente do Diretório de Missões Científicas da Nasa, o feito pode ensinar sobre a evolução do Sol e seus impactos no sistema solar, mas vai além. “Tudo que aprendemos sobre nossa própria estrela também nos ensina mais sobre estrelas no resto do universo.”

A Parker Solar Probe está explorando a coroa solar para ajudar os cientistas a entender o campo magnético, o “vento” e a evolução da estrela. Entenda.

Sonda da Nasa é primeira espaçonave a “tocar” o Sol

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Papo animal: as estratégias brilhantes que os bichos usam para conversar

Depois de passar o dia atrás de sustento, o sujeito volta para casa e comunica: “Encontrei comida. Existe uma fonte de alimento a 1,7 quilômetro daqui. Para chegar lá, é só ir sentido Leste, seguindo um ângulo de 52 graus em relação ao Sol”. Sem mapa, a família encontra o banquete e volta para casa de barriga cheia.

Conversas assim rolam todos os dias entre as abelhas. Os artrópodes alados não usam números para traduzir distâncias e localizações, mas transmitem mensagens com esse grau de precisão. A informação fica codificada em um zigue-zague feito pelo inseto que encontrou néctar. Quanto maior o tempo do rebolado, mais distante está a fonte. A direção depende de para onde a abelha aponta – o ângulo entre o teto da colmeia e a direção do zigue-zague é o mesmo  que liga o Sol, a colmeia e a comida.

A tradução dessa dança é a obra-prima do biólogo Karl von Frisch, que dedicou a vida a estudar o comportamento de insetos. Por conta do achado, levou o Nobel de Medicina em 1973 (que às vezes reconhece feitos da biologia). Desde então, pesquisadores têm descoberto formas cada vez mais complexas de comunicação entre todos os seres vivos.

Sim, porque comunicação é algo mais amplo do que a fala e a escrita – por ora, exclusividades do Homo sapiens. Comunicação é algo que ocorre quando um indivíduo, de qualquer espécie, emite um sinal que muda o comportamento de outro. E, como já deu para perceber, o sinal não precisa ser necessariamente vocal. Os pesquisadores em comunicação animal dividem-na formalmente em quatro tipos: química, visual, tátil e sonora.

Vamos conhecer algumas delas, a começar pelo primeiro tipo de comunicação nos 3,5 bilhões de anos da história da vida na Terra: a química.

Macacos criam palavras para batizar predadores, enquanto os golfinhos se chamam pelo nome. A ciência avança a passos largos para decifrar a comunicação no mundo animal (e vegetal). Conheça as descobertas mais surpreendentes.

Papo animal: as estratégias brilhantes que os bichos usam para conversar

publicado originalmente em superinteressante