Novo estudo relaciona adoçante a câncer. Há motivo para se preocupar?

Um estudo recém-publicado aponta que pessoas que consomem adoçantes artificiais em excesso podem ter maior risco de desenvolver alguns tipos de câncer. O trabalho incluiu mais de 100 mil franceses, que tiveram seus hábitos alimentares avaliados por um tempo médio de sete anos.  No fim da análise, os participantes que tinham um consumo “acima da média” de adoçantes estavam 13% mais propensos a desenvolver algum tumor. Acessulfame-k e aspartame, dois aditivos de origem sintética usados em bebidas e alimentos, foram os mais relacionados à doença.  Os achados, publicados no periódico científico Plos Medicine, lançam luz à uma discussão antiga. Afinal, adoçantes artificiais elevam ou não o risco de ter um câncer?  A nova pesquisa, infelizmente, ainda não responde a essa pergunta. “Temos resultados muito controversos, tanto nos estudos com animais quanto em humanos. A pesquisa em questão não é adequada para bater o martelo sobre o assunto, mas sinaliza que é preciso seguir investigando”, avalia Luciana Grucci Maya Moreira, nutricionista do Instituto Nacional de Câncer (Inca).  Apesar das limitações, o levantamento chama a atenção para os hábitos alimentares dos consumidores da categoria e o contexto em que os adoçantes são utilizados. Nesse sentido, existe um elo indireto mais conhecido. 

Há anos a associação é investigada sem resultados conclusivos. Entenda o que se sabe sobre o assunto e o que uma pesquisa recente descobriu

Novo estudo relaciona adoçante a câncer. Há motivo para se preocupar?

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Paz…pelo Buda

“A paz vem de dentro de você mesmo. Não a procure à sua volta.”

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Ingrediente mais natural e barato para a pele

melanina é essencial à saúde da pele, pois funciona como barreira natural contra os raios ultravioleta do sol. Buscando imitar o corpo, diversos cosméticos contam com o pigmento em sua composição. Só que isso pesa no bolso do consumidor, uma vez que a produção de melanina sintética é cara. Mas uma equipe da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara, achou uma via alternativa para obter a substância: retirá-la do fungoAspergillus nidulans. Após oito anos de estudos, o time conseguiu alterar o micro-organismo geneticamente e elevar em seis vezes a fabricação de melanina. “Agora vamos isolá-la dos outros pigmentos produzidos pelo fungo para testar nas formulações”, diz Sandra Sponchiado, bióloga e coordenadora do estudo. Cosméticos sustentáveis e baratos podem surgir daí. +Leia Também: Queimadura solar é coisa séria! 

Conheça condições atreladas ao pigmento.

Pesquisa brasileira otimizou em seis vezes a produção de melanina por meio de um fungo

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Entrevista: ‘Destruição na Amazônia ameaça a saúde de todos’

Por Fabiana Schiavon

Marcia Castro, que lidera a faculdade de saúde pública em Harvard, reflete sobre como conviver com vírus que ficam e como nos preparar para os que virão…

Entrevista: ‘Destruição na Amazônia ameaça a saúde de todos’

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Assista a “Muffins de Limão – Maurício Rodrigues” no YouTube

Hummmm … delícia 😋

Pode fazer o cafezinho.

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Assista a “Poderoso Mantra Para Prosperidade e Remover Obstáculos (Lord Ganesha) Satyaa & Pari – Ganapati” no YouTube

A Fé remove montanhas. E o Amor e a Gratidão que emanamos faz tudo acontecer da forma mais linda e completa!

Eu creio! Assim é! 🌷

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Assista a “Líder indígena critica garimpo em áreas indígenas: “Nossa terra está suja e estragada”” no YouTube

Ativismo, meio ambiente e ecologia.

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Assista a “GOLFINHOS USAM VENENO DE BAIACUS! PEGADAS DE DINOSSAUROS EM PORTUGAL! ORNITORRINCO BRILHA NO ESCURO!” no YouTube

Nosso momento selvagem.

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