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Pudim de chocolate 🍫😋

Delícia das delícias 😍…traga o café!

Isamara Amâncio aqui!

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Mágicas Imagens ✨✨

Imaginação…por Machado de Assis

*A imaginação foi a companheira de toda a minha existência, viva, rápida, inquieta, alguma vez tímida e amiga de empacar, as mais delas, capaz de engolir campanhas e campanhas, correndo…”

🦋 Machado de Assis

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Coluna Carbono Zero: Amazônia já emite mais carbono do que absorve

A maior parte do oxigênio da atmosfera, entre 50% e 80%, vem dos oceanos, onde ele é produzido pelo plâncton marinho. Não da Amazônia. Mas a floresta absorvia uma quantidade importante de CO2, ajudando a regular a temperatura global. Porém, recentemente veio a má notícia: a Amazônia não cumpre mais esse papel e, em muitos lugares, sobretudo na borda sudeste da floresta, ela já emite mais CO2 do que absorve.

Essa é a conclusão de um estudo (1) liderado pela pesquisadora Luciana Gatti, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), e publicado na revista Nature. A equipe realizou 590 sobrevoos, medindo concentrações de CO2 e CO em quatro regiões da Amazônia, entre 2010 e 2018. E constatou que a floresta, ao menos em algumas regiões, já “virou o sinal” – de sorvedouro passou a ser emissora de carbono.

Em parte, não é difícil entender como isso acontece. A Amazônia inteira tem cerca de 123 bilhões de toneladas de carbono fixado em sua biomassa, no solo e no subsolo. Um jeito rápido de devolver tudo isso à atmosfera, de uma vez, é queimando. O desmatamento, portanto, cumpre um papel de destaque. Quando as árvores são derrubadas, a preparação do terreno para uso futuro (em geral para pasto ou agricultura) envolve queimar a área.

E o que deixa tudo mais preocupante é que as medições colhidas pelo grupo foram feitas entre 2010 e 2018, período em que o desmatamento não estava tão descontrolado quanto agora (naquela época, ele ficava ao redor de 7.000 km2 anuais, antes de explodir para mais de 10.000 km2 anuais em 2019 e 2020).

Isso está acontecendo devido ao desmatamento e às mudanças climáticas. E pode piorar.

Coluna Carbono Zero: Amazônia já emite mais carbono do que absorve

publicado originalmente em superinteressante

A Maldição do Farol (parte um)

A tarde já se despedia, e a névoa que começava a se formar, transformava a praia em um cenário entre o idílico e o sinistro. Confesso a vocês que sou extremamente apaixonada pela lagoa, e no entardecer ela toma tons de cobre, âmbar e magia , que já, já entenderão de onde vêm.


A construção se destaca não só pela imponente altura, mas sobretudo pela aura de expectativa misteriosa que permeia tudo aquilo que nos é desconhecido. O velho Farol está ali há uns mil e duzentos anos, brincadeirinha…creio que em torno de cento e cinquenta anos, alguma coisa assim. Já faz muito tempo, as pessoas do vilarejo evitam passar por ali a noite. Coisa de matuto, suburbano, gente ignorante… só que não.
O povo dali têm tido provas contundentes de que este lugar, é digamos assim, um tanto quanto inóspito. Corre a boca pequena que o faroleiro ainda se esgueira pelas imediações, levando consigo para as profundezas da lagoa quem ouse se aventurar por ali…


Mas, isso é só uma lenda, nada para se levar a sério. A menos que você seja um forasteiro enxerido que se perdeu em uma noite de tempestade e veio dar por estas bandas. Daí já não garanto mais nada.


E é assim que inicia a trajetória de um desses aventureiros, sedento de trilhas, areia e lama. Vamos chama-lo de Lionel, e partir da premissa de que viaja sozinho, indo ao encontro de um grupo de amigos, que estão vindo de uma outra trilha. A noite já se avizinha quando Lionel resolveu que era hora de uma parada estratégica para um lanche e uma esticada de pernas, o velho farol parecia o lugar ideal para uma pausa e com certeza lindas fotos do pôr do sol.

Ele dá uma olhada no celular, que continua sem sinal. Paciência, é um risco banal para quem prefere o off road. Do lado direito da construção ele encontra um local conveniente para estacionar o jipe, e assim o faz, ansioso por um lanchinho. Mais ao fundo , alguém ou algo o observa, porém ele não se dá conta…

continua…

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Ciclone mata pássaros de fome no Atlântico

Todos os anos, aparecem milhares de pássaros mortos nas praias do Atlântico Norte. Isso é consequência da temporada de ciclones, que ocorre durante o inverno nessa região.

Mas um novo estudo descobriu que os animais não são diretamente atingidos pelos ciclones em si; eles morrem de desnutrição, porque não conseguem voar nem mergulhar na água (devido aos fortes ventos e ao mar revolto).

Foi o que constatou uma equipe de cientistas de vários países, que colocaram localizadores em mais de 1.500 pássaros de cinco espécies e acompanharam o movimento deles durante o inverno (1), comparando seus deslocamentos com a trajetória dos ciclones.

Fonte 1. North Atlantic winter cyclones starve seabirds. M Clairbaus e outros, 2021.

Aves não são diretamente atingidas pelo fenômeno, mas ficam impedidas de voar e mergulhar para buscar alimento

Ciclone mata pássaros de fome no Atlântico

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “O país que virou ‘lixão’ de roupas usadas dos países ricos” no YouTube

Um mundo desigual onde o lixo de uns é o sustento de outros…nada de surpresa…agora além de sobrecarregar seu próprio país, o primeiro mundo quer acabar ( ainda mais) com os menos favorecidos.

Uma interessante reportagem da BBC NEWS, relevante como sempre!

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Injustiça e armas…por Aristóteles

“Haverá flagelo mais terrível do que a injustiça de armas na mão?”

🌹Aristóteles

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O que os números de Israel indicam sobre o futuro da pandemia

Você deve se lembrar. Em março, quando o Brasil patinava na escassez de vacinas e vivia seu pior momento da pandemia, chegando a superar 3.700 mortes diárias pelo Sars-CoV-2, o cenário em Israel era o completo oposto: líder mundial em vacinação, o país começava a abandonar as restrições sanitárias e retomar o cotidiano normal. Outras nações invejavam e tentavam copiar o êxito israelense – cujo trunfo era ter apostado na vacina da Pfizer, que viria a demonstrar 94% de eficácia, quando ela ainda estava em desenvolvimento. Mas o tempo passou, e as coisas mudaram.

O Brasil finalmente conseguiu avançar na imunização, e nossos números de casos e mortes caíram. Já em Israel, aconteceu algo diferente. A partir de julho, o número de infectados pelo coronavírus voltou a subir e não parou mais: em meados de setembro, chegou a superar 10 mil novos casos por dia, ultrapassando o pior momento da pandemia no país (que havia sido janeiro, com média diária de 8 mil novos casos). O governo divulgou dados alarmantes, indicando que a efetividade da vacina havia caído para apenas 39%, e correu para começar a aplicar uma terceira dose – primeiro nos idosos, depois nas pessoas acima de 50 anos, e por fim em toda a população. Puxa vida. Será que isso vai acabar acontecendo aqui também?

O país foi o primeiro a vacinar sua população e retomar a “vida normal”. Mas os casos de Covid voltaram a disparar por lá. Por quê? As vacinas perderam a força? Isso pode se repetir em outros lugares? Veja as respostas.

O que os números de Israel indicam sobre o futuro da pandemia

publicado originalmente em superinteressante

Arma acústica corta a fala humana

O dispositivo, que se chama AHAD (sigla em inglês para “emissão e disrupção acústica”) e foi inventado pela Marinha dos EUA, supostamente consegue impedir as pessoas de falar. Ele tem um microfone de alta sensibilidade para captar as vozes das vítimas – manifestantes em um protesto, por exemplo. O som é gravado e retransmitido de volta para elas,

duas vezes: uma imediatamente e outra com atraso de 200 milissegundos. Isso gera uma sobreposição de sons que atordoa as pessoas, impedindo que continuem falando.

O aparelho, que foi patenteado (1) pelos militares, possui outra particularidade interessante: ele também pode ser usado contra alvos individuais. Nesse cenário, a vítima seria a única a ouvir a reflexão da própria voz – pois ela é retransmitida num feixe acústico estreito, que as pessoas em volta não escutariam.

Fonte 1. Handheld acoustic hailing and disruption systems and methods. Patente US11082763B2, 2021.

Dispositivo criado pelos EUA consegue impedir que manifestantes falem ou gritem; veja como

Arma acústica corta a fala humana

publicado originalmente em superinteressante