Tratamentos com células capazes de originar qualquer tecido do corpo, as famosas células-tronco, vêm se mostrando eficazes contra diversos problemas em animais. A terapia de regeneração celular foi regulamentada no Brasil pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária em outubro de 2020, e, de lá para cá, hospitais especializados por todo o país oferecem a tecnologia.
Dependendo da doença, o local de aplicação, o número de sessões e a quantidade de células usadas variam, mas, em geral, os procedimentos são considerados rápidos e seguros.
“Essa terapia vem proporcionando melhor qualidade de vida a bichos que antes sofriam muito”, diz Karina Mussolino, gerente técnica do Centro Veterinário Seres (SP), que trabalha com o procedimento.
Procedimento é empregado com sucesso contra algumas doenças em cães e gatos
Além disso, 6,7% (aproximadamente 2 milhões de idosos) relatam ter ingerido no último mês várias doses em uma ocasião – padrão de consumo abusivo conhecido como binge drinking. E 3,8% (mais de 1 milhão) costumam beber, em uma semana típica, quantidades que podem colocar em risco sua saúde.
Também se buscou avaliar os padrões de consumo de álcool em idosos da atenção primária (primeiros atendimentos médicos). Para isso, foram utilizados dados da triagem inicial do ensaio clínico realizado em sete Unidades Básicas de Saúde (UBS) com 503 participantes.
Levantamento sugere que 23,7% dos brasileiros com mais de 60 anos costumam ingerir bebidas alcoólicas, sendo que 6,7% são considerados “bebedores de risco”
Dentre todas as drogas conhecidas hoje, o tabaco é a que teve o maior impacto social e econômico na história da humanidade. Ele desempenhou papéis sagrados e medicinais entre os antigos maias, sendo também usado por grupos indígenas americanos. Quando os europeus chegaram à América, eles utilizaram a planta para impulsionar a economia colonial e permitir a expansão ocidental no chamado Novo Mundo.
Contudo, não se sabe ao certo como ou quando a planta chegou na América do Norte. Os cientistas acreditavam que o consumo de tabaco no continente havia começado cerca de 3 mil anos atrás. A conclusão é baseada em vestígios de nicotina encontrados em um cachimbo de cerâmica no Alabama.
Mas a história parece ser bem mais antiga: novas evidências publicadas na revista científica Nature Human Behavior na última segunda (11) sugerem que já se consumia tabaco há, pelo menos, 12 mil anos – 9 mil anos antes do que se supunha até então.
Sementes carbonizadas encontradas em uma antiga lareira nos EUA podem ser o indício mais antigo de uso da planta.
A Fiocruz está negociando a produção do molnupiravir no Brasil. O remédio, desenvolvido pela farmacêutica MSD (conhecida por Merck, Sharp & Dohme nos EUA e Canadá), já mostrou resultados positivos contra a Covid-19 e tem como principal vantagem seu oferecimento em cápsulas, o que possibilita o tratamento domiciliar. A notícia foi publicada nesta sexta (15) na Folha de S. Paulo.
O molnupiravir funciona da seguinte forma: ao ser metabolizado no organismo, ele se converte em uma molécula capaz de introduzir erros no código genético do Sars-CoV-2. Dessa forma, o vírus não consegue se replicar, o que evita o desenvolvimento de sintomas graves da doença.
Para testar o medicamento, pesquisadores da MSD acompanharam 775 adultos voluntários que estavam no começo da infecção por Covid-19. Metade deles recebeu placebo; a outra tomou o remédio. Todos os participantes do estudo tinham algum tipo de comorbidade e poderiam evoluir para quadros severos da doença.
Dentro o grupo que tomou placebo, oito pessoas acabaram morrendo; no que tomou a pílula, não foram registrados óbitos. O molnupiravir também diminuiu as chances de hospitalização em 48%. Devido a esses resultados, a MSD entrou com pedido de uso emergencial do medicamento no FDA (Food And Drug Administration), a Anvisa americana.
A Fiocruz está negociando a fabricação do antiviral, desenvolvido pela farmacêutica MSD. No futuro, ele poderia ser distribuído pelo SUS – mas ainda há controvérsias quanto ao seu uso.