Onde há trabalho,Existe compreensão. Onde existe compreensão,Há tolerância. Onde existe tolerância,Existe cooperação. Onde existe cooperação,Existe humildade. Onde há humildade,Existe amor. Onde existe amor,Abre-se o caminho para Deus. Espírito Emmanuel, do livro Bênçãos de Amor, psicografado por Chico Xavier. where there is work,There is understanding. Where there is understanding,There is tolerance. Where there is tolerance,There is […]
Fio, se suncê precisá É só pensá na Vovó Que Ela vem te ajudá Pensa numa estrada longa, zifio Lá no seu jacutá E numa casinha branca, zifio Que a vovó tá lá Sentada num banquinho tosco, zifio Com sua rosário na mão Pensa na Vovó Maria Redonda Fazendo Oração
Na tina, vovó lavou, vovó lavou A roupa que mamãe vestiu quando foi batizada E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar
E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar
Hoje mamãe me falou de vovó só de vovó Disse que no tempo dela era bem melhor Mesmo agachada na tina e soprando no ferro de carvão Tinha-se mais amizade e mais consideração
Disse que naquele tempo a palavra de um mero cidadão Valia mais que hoje em dia uma nota de milhão Disse afinal que o que é de verdade Ninguém mais hoje liga
Isso é coisa da antiga, oi na tina
Na tina, vovó lavou, vovó lavou A roupa que mamãe vestiu quando foi batizada E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar
E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar
Hoje o olhar de mamãe marejou só marejou Quando se lembrou do velho, o meu bisavô Disse que ele foi escravo mas não se entregou à escravidão Sempre vivia fugindo e arrumando confusão
Disse pra mim que essa história do meu bisavô, negro fujão Devia servir de exemplo a esses nego pai João Disse afinal que o que é de verdade ninguém mais hoje liga
Isso é coisa da antiga, oi na tina
Na tina, vovó lavou, vovó lavou A roupa que mamãe vestiu quando foi batizada E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar
E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar
Dormir é parte vital da nossa rotina. Mas ainda existem diversas incertezas sobre esse assunto. Virar a noite acordado, claro, não é nada saudável. Mas algo curioso aconteceu durante a pandemia, quando muitas pessoas relataram um sono pior – mesmo dormindo por mais tempo que o normal. Qual seria o meio termo?
Recentemente, um estudo publicado na revista Nature Aging sugeriu uma possível resposta: 7 horas de sono por noite, para pessoas que estejam na meia-idade (ou na velhice).
Pesquisadores da Universidade de Cambridge (Reino Unido) e da Universidade de Fudan (China) examinaram dados de quase 500 mil adultos entre 38 e 73 anos. Eles faziam parte do UK Biobank — um estudo de saúde de longo prazo apoiado pelo governo britânico – e foram questionados sobre seus padrões de sono, qualidade de vida e saúde mental. Ao final, foram submetidos a diversos testes cognitivos.
Pesquisadores da China e do Reino Unido analisaram os padrões de sono e a saúde mental de 500 mil adultos, que também participaram de testes cognitivos. Entenda.
Se o seu filho está se queixando de dor de cabeça, não se assuste: a cefaleia nas crianças e adolescentesé comum e geralmente não costuma ser grave. Os dois principais tipos são a enxaqueca – que pode atingir cerca de 9% das crianças pequenas e 23% dos adolescentes – e a cefaleia tensional, muito frequente nos jovens, especialmente no início adolescência. A enxaqueca normalmente é caracterizada por uma dor latejante, mais pulsátil, geralmente dos dois lados da cabeça, associada a náusea e vômito, além da aversão à luz e ao barulho. Pode ou não vir acompanhada de dor abdominal e de alterações visuais, conhecido como aura. A dor de cabeça tensional, no entanto, ocorre quando há um tensionamento da musculatura, é um pouco mais leve e pode ocorrer dos dois lados da cabeça, sem sintomas de náusea e vômito. As dores são divididas em dois grupos: a primária, que não tem uma causa específica, e a secundária, que tem um fator desencadeador que pode ser uma infecção aguda, uma lesão cerebral, uma hidrocefalia, um problema vascular ou até mesmo um tumor. Mas, segundo a neuropediatra Rejane Macedo, do Hospital Israelita Albert Einstein, os tumores cerebrais como causa de dores de cabeça nas crianças e adolescentes são incomuns. + LEIA TAMBÉM: A ciência da somatização Segundo a neuropediatra, existem alguns gatilhos e fatores ambientais que costumam estar associados ao surgimento da cefaleia nas crianças e adolescentes, por isso é importante avaliar detalhadamente a história do paciente. Se ele tem um histórico de dor e piorou ou se é uma dor que acabou de começar. Além disso, o padrão da dor, a frequência que a criança se queixa e se existe uma predisposição por causa de histórico familiar. Os principais gatilhos são alterações ambientais, fatores emocionais, qualidade do sono ruim, alterações hormonais (comum em adolescentes na fase da puberdade) e a alimentação (com abuso de corantes artificiais, embutidos, alguns tipos de queijo, cafeína, entre outros). “É muito comum que os pais cheguem no consultório do neurologista desesperados, sempre achando que a dor de cabeça do filho é algo mais grave porque já passaram pelo oftalmologista e pelo otorrinolaringologista e não descobriram nada. Mas, na maioria das vezes, o problema é primário [sem causa específica] e conseguimos resolver com pequenas mudanças de hábitos. A gente desmitifica essa questão. Criança pode, sim, ter dor de cabeça, assim como os adultos”, explica. Os sinais de alerta para que os pais busquem ajuda médica são: • Observar se a dor é aguda; • Verificar se é uma dor que vem piorando com o tempo; • Avaliar se houve uma mudança de padrão no tipo da dor e a frequência das queixas. Segundo Rejane, se a criança tem pelo menos dois episódios de dor por mês é preciso investigar. Em geral, quando a causa está associada a problemas de sono, estresse ou problemas alimentares, pode ser controlado apenas com mudanças de hábitos, sem o uso de medicamentos.
Os principais gatilhos são alterações ambientais, fatores emocionais, qualidade do sono ruim, alterações hormonais e alimentação