Coração…por Cecília Meireles

“Viajo sozinha com o meu coração.
Não ando perdida, mas desencontrada.
Levo o meu rumo na minha mão.”

💖Cecília Meireles

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Família processa empresa por pirataria de células

Em 1951, Henrietta deu entrada no hospital Johns Hopkins, em Baltimore, para se tratar de um câncer de útero. Era um dos poucos estabelecimentos que aceitavam negros como ela. A paciente chegou a ter alta, mas a doença progrediu e ela morreu em outubro, aos 31 anos.

Sem que Henrietta ou sua família soubessem, os médicos do hospital preservaram um pedaço do tumor. As células cancerosas têm a capacidade de se reproduzir indefinidamente, e isso foi feito com a amostra de Henrietta. Ela foi cultivada em laboratório e se tornou um produto: as células HeLa (iniciais da paciente), que até hoje são comercializadas por várias empresas de biotecnologia para uso em testes e experiências.

Henrietta Lacks já morreu. Mas suas células estão vivas – e valem bilhões de dólares

Família processa empresa por pirataria de células

publicado originalmente em superinteressante

Qual país tem a internet mais rápida do mundo?

Você já deve ter medido a saúde de sua conexão em sites como o Speedtest. Saiba, então, que ele reúne esses dados para apurar a velocidade média da banda larga em cada país. Veja aqui os líderes desse ranking global – e a posição em que o Brasil aparece.

O site Speedtest reúne dados para apurar a velocidade média de banda larga em cada país. Saiba quem são os top 20 – e qual posição o Brasil ocupa.

Qual país tem a internet mais rápida do mundo?

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Ombro amigo

“Muitas vezes só precisamos do silêncio, ele costuma ser a companhia perfeita para aqueles momentos que só queremos ser ouvidos e nada mais.”

Mágica Mistura

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A Corrente do Golfo pede socorro

Uma corrente oceânica que vai do Atlântico Sul até o Ártico começa a perder força. Cientistas alertam o governo americano, mas não são ouvidos. Isso só acontece quando ela finalmente para de circular, desencadeando uma série de fenômenos climáticos extremos: furacões varrem os EUA, um tsunâmi inunda Nova York e uma nova era glacial torna o país inabitável, com a população tendo de fugir para o México. Eis o enredo do filme O Dia Depois de Amanhã, um blockbuster de 2004 dirigido pelo alemão Roland Emmerich. Ele é um festival de exageros e coisas puramente ficcionais, bem ao estilo do chamado “cinema catástrofe” – Emmerich, um expoente do gênero, já havia dirigido Independence Day (1996) e Godzilla (1998).

Mas, ao contrário deles, O Dia tem algum fundamento científico. Tanto que o oceanógrafo Moacyr Araújo, professor e vice-reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), imediatamente se lembra do filme ao ser perguntado sobre a Corrente do Golfo. “Apesar de se tratar de uma obra de ficção, é bom lembrar que a AMOC está no seu ponto mais fraco em mais de um milênio”, diz. AMOC é a sigla em inglês para “Circulação de Revolvimento Meridional do Atlântico”, o nome técnico da Corrente do Golfo: um fluxo monstruoso, que tem 100 km de largura e desloca inacreditáveis 110 bilhões de litros de água por segundo – isso é 500 vezes a vazão do Rio Amazonas, ou mais do que todos os rios do planeta somados.

A corrente se forma no Golfo do México e sobe pelo litoral dos EUA levando água quente, para então atravessar o Atlântico e se dividir em duas: uma parte banha a Europa, enquanto a outra vai até a Groenlândia e o Oceano Ártico. Ela é um grande mecanismo de distribuição de calor, diretamente responsável pela regulação do clima na Terra – inclusive porque funciona conectada a outros fluxos oceânicos [veja gráfico abaixo]. Se a Corrente do Golfo deixasse de existir, o mar avançaria sobre a costa da América do Norte, e a Europa ficaria mais fria e sujeita a grandes tempestades. Mas não só isso: Índia, África e América do Sul receberiam menos chuva, comprometendo sua produção agrícola.

Ela nasce no México e atravessa o Oceano Atlântico carregando 110 bilhões de litros de água – mais do que todos os rios do mundo somados. Leva calor para a Europa e regula as chuvas na América do Sul. Mas novos estudos revelam que a corrente vem perdendo intensidade e alcançou o ponto mais fraco em 1.600 anos. Veja por que isso está ocorrendo – e o que pode acontecer se ela parar.

A Corrente do Golfo pede socorro

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Mágicas Imagens ✨✨

Camboriú SC Brasil

Assista a “Caetano Veloso, Maria Gadú – O Leãozinho” no YouTube

🦁O Leãozinho

Gosto muito de te ver, leãozinho
Caminhando sob o sol
Gosto muito de você, leãozinho
Para desentristecer, leãozinho
O meu coração tão só
Basta eu encontrar você no caminho

Um filhote de leão, raio da manhã
Arrastando o meu olhar como um ímã
O meu coração é o sol, pai de toda cor
Quando ele lhe doura a pele ao léo

Gosto de te ver ao sol, leãozinho
De ter ver entrar no mar
Tua pele, tua luz, tua juba
Gosto de ficar ao sol, leãozinho
De molhar minha juba
De estar perto de você e entrar numa

Um filhote de leão, raio da manhã
Arrastando o meu olhar como um ímã
O meu coração é o sol, pai de toda cor
Quando ele lhe doura a pele ao léu

Gosto de te ver ao sol, leãozinho
De ter ver entrar no mar
Tua pele, tua luz, tua juba
Gosto de ficar ao sol, leãozinho
De molhar minha juba
De estar perto de você e entrar numa

🦁Fonte: LyricFind

Compositores: Caetano Emmanuel Viana Teles Veloso

Letra de O Leãozinho © Warner Chappell Music, Inc, Sony/ATV Music Publishing LLC

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Creio

“Acredito em fadas, duendes, gnomos e elfos. Acredito no poder da mente, na vitória do espírito, acredito sim, que aprendemos com os erros e que nossa missão não é sermos perfeitos, mas conhecer a nós mesmos e baseados na sabedoria adquirida em cada existência, alcançar em cada vida um pouco mais da nossa essência primordial.”

Mágica Mistura

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Beríngia: o verdadeiro continente perdido

Dá para ir dos Estados Unidos até a Rússia andando. Apenas 3,8 quilômetros separam a ilha Diomedes Menor, no Alasca, da ilha Diomedes Maior, na Sibéria. O mar entre os dois pedaços de terra congela durante o inverno, o que possibilitaria uma travessia a pé. A diferença de fuso horário é de 22 horas, mas daria para passar de um lado ao outro em 22 minutos.

A proximidade entre os dois países não é só uma curiosidade para contar na mesa de bar: sem ela, provavelmente não haveria ocupação humana na América antes da colonização europeia. As populações inuíte, maia ou tupi jamais teriam desenvolvido cultura e civilizações complexas – porque esses grupos étnicos não existiriam.

Hoje, o trecho que vai do leste da Sibéria ao oeste do Alasca é conhecido como Estreito de Bering – famoso por ser o caminho que os humanos usaram para atravessar da Ásia à América. O mar é relativamente raso, então basta que o nível da água abaixe algumas dezenas de metros para que o fundo oceânico apareça na superfície. Isso acontece de tempos em tempos ao longo da história geológica do planeta. Nesses momentos, forma-se nos arredores do Estreito de Bering uma bela massa continental, com 1,6 milhão de km². Os geólogos chamam essa região intermitente de Beríngia. Sua última edição terminou há 11,7 mil anos.

Antes de entrar na América, os primeiros humanos viveram por milhares de anos isolados na imensa ponte de terra que cobria o Estreito de Bering – uma região hoje submersa. Conheça a jornada de povoamento do nosso continente.

Beríngia: o verdadeiro continente perdido

publicado originalmente em superinteressante

Dose adicional contra a Covid-19 tem intervalo reduzido e público ampliado

O Ministério da Saúde anunciou a redução do intervalo de tempo para aplicação da dose de reforço da vacina contra o coronavírus de seis para cinco meses. A decisão contempla todas as pessoas acima de 18 anos, independentemente do grupo etário ou profissão. A medida também vale para quem recebeu a vacina da Janssen, inicialmente recomendada como dose única.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, declarou que a decisão foi baseada em dados preliminares de estudos científicos dedicados a avaliar a aplicação dessa dose adicional. O ideal é que ela seja de um tipo diferente daquele oferecido anteriormente.

Queiroga garantiu que o estoque de imunizantes será suficiente para atender à demanda. Atualmente, há 12,47 milhões de pessoas aptas a receber o reforço.

Vale lembrar, no entanto, que cerca de 21 milhões de pessoas ainda não retornaram para tomar a segunda dose na data prevista. Segundo a secretária extraordinária de enfrentamento à covid-19, Rosana Melo, pessoas na faixa entre 25 e 34 anos formam a maioria nessa situação.

Ministério da Saúde anunciou que reforço será aplicado cinco meses após segunda dose e valerá para todos os adultos

Dose adicional contra a Covid-19 tem intervalo reduzido e público ampliado

publicado originalmente em Veja saúde