“Cada vivência, cada experiência adquirida é relevante, imprescindível e única…saboreie com gosto, guarde a sabedoria alcançada com todo amor e zelo dentro de teu coração.”
Muita gente não pratica exercícios porque, em um primeiro momento, eles geram estresse e desconforto ao organismo. É fato: se fosse algo prazeroso logo de cara, todo mundo seria ativo.
Mas a realidade não é bem essa: correr, levantar peso ou praticar um esporte coletivo coloca o corpo numa situação de esforço muito além da condição de repouso. E, se ele não estiver acostumado, a conta vem no dia seguinte: dores, fadiga muscular e um eventual balde de água fria no sonho de vencer o sedentarismo.
A culpa não é exatamente nossa: biologicamente, os animais não foram feitos para gastar energia à toa. Tirando fazer sexo, procurar comida e escapar de predadores, a tendência é descansar e relaxar, guardando todas as reservas para quando uma necessidade surgir, o que já era suficiente para manter o organismo saudável.
Acontece que a inteligência humana tornou as atividades essenciais, antes laboriosas, tranquilas e até monótonas: comidas chegam em casa com um clique no aplicativo, o trabalho em frente ao computador (ainda mais com a pandemia) nunca foi tão parado e até no sexo existem jeitinhos de ter prazer com menos esforço — que o digam as modalidades virtuais.
A mais democrática e subestimada entre as atividades físicas continua ganhando medalhas da ciência pelos seus efeitos na mente e no corpo
Através da Lei nº 14.154, todos os recém-nascidos do Brasil terão direito, de forma gratuita na rede pública, ao teste do pezinho capaz de investigar mais de 50 doenças raras. Antes, o exame abarcava apenas seis enfermidades.
“O teste ampliado estava disponível apenas para quem podia pagar, e acrescer algumas doenças era bem caro. Trazer essa triagem completa ao SUS garante uma maior equidade de diagnósticos, o que pode salvar muitas crianças”, afirma Braian Sousa, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.
Mas essa ampliação não vai ocorrer da noite para o dia, pois o rastreio de algumas dessas doenças exige tecnologia e pessoas treinadas. “Os recursos para uma triagem completa não estão disponíveis no Brasil inteiro, então o sistema vai precisar de alguns anos para se adaptar”, explica o médico.
Lei expande para 50 o número de doenças rastreadas pelo exame no SUS
Há 66 milhões de anos, um asteroide do tamanho de uma cidade atingiu a Península de Yucatán, no México, desencadeando consequências ecológicas que levaram à extinção dos dinossauros. No futuro, seria possível que outro asteroide dessa proporção atingisse a Terra?
É improvável. Hoje, há tecnologia suficiente para mapear ameaças que ultrapassam um quilômetro de largura. Na verdade, 90% destes asteroides já foram catalogados pela Nasa. O problema são os objetos celestes que se encontram em uma categoria intermediária: nem pequenos demais para serem queimados durante a passagem pela atmosfera terrestre e nem grandes o suficiente para serem notados pelos astrônomos. Falamos aqui de rochas entre 140 e 1.000 metros.
Sonda será lançada na próxima quarta-feira (24) e deverá colidir com objeto espacial daqui um ano. O asteroide não é uma ameaça para a Terra, mas os dados gerados pelo experimento devem ajudar em situações de emergência no futuro
Nunca vi rastro de cobra Nem couro de lobisomem Se correr o bicho pega Se ficar o bicho come Porque eu sou é home’ Porque eu sou é home’ Menino eu sou é home’ Menino eu sou é home’ E como sou
Nunca vi rastro de cobra Nem couro de lobisomem Se correr o bicho pega Se ficar o bicho come Porque eu sou é home’ Porque eu sou é home’ Menino eu sou é home’ Menino eu sou é home’
Quando eu estava prá nascer De vez em quando eu ouvia Eu ouvia a mãe dizer Ai meu Deus como eu queria Que esse cabra fosse home’ Cabra macho prá danar Ah! Mamãe aqui estou eu Mamãe aqui estou eu Sou homem com H E como sou
Nunca vi rastro de cobra Nem couro de lobisomem Se correr o bicho pega Se ficar o bicho come Porque eu sou é home’ Porque eu sou é home’ Menino eu sou é home’ Menino eu sou é home’ E como sou ! Pega! Come’
Porque eu sou é home’ Porque eu sou é home’ Menina eu sou é home’ Menina eu sou é home’
Eu sou homem com H E com H sou muito home’ Se você quer duvidar Olhe bem pelo meu nome Já tô quase namorando Namorando prá casar
Ah! Maria diz que eu sou Maria diz que eu sou Sou homem com H E como sou
Nunca vi rastro de cobra Nem couro de lobisomem Se correr o bicho pega Se ficar o bicho come Porque eu sou é home’ Porque eu sou é home’ Menino eu sou é home’ Menino eu sou é home’ E como sou! Come’ Pega! Come
Porque eu sou é home’ Porque eu sou é home’ Menino eu sou é home’ Menino eu sou é home’
Eu sou homem com H E com H sou muito home’ Se você quer duvidar Olhe bem pelo meu nome Já tô quase namorando Namorando prá casar
Ah! Maria diz que eu sou Maria diz que eu sou Sou homem com H E como sou
Nunca vi rastro de cobra Nem couro de lobisomem Se correr o bicho pega Se ficar o bicho come Porque eu sou é home’ Porque eu sou é home’ Menino eu sou é home’ Menino eu sou é home’
Nunca vi rastro de cobra Nem couro de lobisomem Se correr o bicho pega Se ficar o bicho come Porque eu sou é home’ Porque eu sou é home’ Menino eu sou é home’ Menino eu sou é home’
Nunca vi rastro de cobra Nem couro de lobisomem Se correr o bicho pega Se ficar o bicho come Porque eu sou é home’ Porque eu sou é home’ Menino eu sou é home’ Menino eu sou é home’
Um estudo feito por pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos (EUA), mostrou que 15,4% das crianças atendidas em 29 clínicas ligadas ao Hospital Infantil da Filadélfia, no período da pandemia de Covid-19, estavam obesas. Em 2019, o percentual era de 13,7%.
O aumento ocorreu em todas as faixas etárias, variando de 1% nos adolescentes de 13 a 17 anos a 2,6% nas crianças de 5 a 9 anos. Foi medido o índice de massa corporal (IMC) de 169.179 crianças e adolescentes atendidos de junho a dezembro de 2019 e comparado ao dos 145.081 pacientes consultados no mesmo período em 2020.
Outro estudo, coordenado pelo Pennington Biomedial Research Center, também nos EUA, mostrou que, a cada hora adicional de sono em crianças de 3 a 5 anos, houve redução de 0,48 do IMC. Além do consumo excessivo de alimentos calóricos e do sedentarismo, a duração do sono é um fator de risco para a obesidade infantil. Com base nesses dados, o Instituto do Sono faz um alerta aos brasileiros, já que também no país o confinamento e a suspensão das aulas presenciais por causa da pandemia agravaram a obesidade infantil.
Colégio e vida ao ar livre foram trocados por celular e ensino remoto