A torneira está secando

A imensidão do mar dá a impressão de que a água é recurso ilimitado; afinal, ela cobre 70% do planeta. Mas a ilustração deste texto, baseada num modelo criado por pesquisadores do Serviço Geológico dos EUA, nos dá a real dimensão de sua finitude. A bolha azul maior representa toda água do mundo, seja doce […]

A torneira está secando

publicado originalmente em blog do pedlowski

Assista a “Repórter Eco | 01/08/2021” no YouTube

No programa desta semana a estrela é a onça parda …

Essa linda que é símbolo da luta pela preservação das espécies ameaçadas.

Também acompanhem o fotógrafo e indigenista Renato Soares, além de uma merecida homenagem a jornalista ambiental Liana John.

E tem muito mais…confira no Repórter Eco 🧚‍♂️✨🌳

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Cestas de frutas de 2,5 mil anos encontradas em cidade egípcia submersa

As ruínas submersas da cidade de Heracleion, no litoral mediterrâneo do Egito, foram descobertas 20 anos atrás. Desde então, artefatos arqueológicos não param de aparecer. A última descoberta são cestas de vime cheias de frutas que datam do século 4 a.C.

Sim, você leu certo: as frutas ainda estão lá – ainda que não particularmente comestíveis. As cestas permaneceram intocadas há 2,5 mil anos e estavam cheias de doum – o fruto de uma palmeira nativa do continente africano considerada sagrada pelos antigos egípcios. Também havia sementes de uva.

A cidade de Thonis-Heracleion, na costa do Egito, foi engolida pelo delta do Nilo no século 7 – e redescoberta vinte anos atrás. Os achados arqueológicos não param.

Cestas de frutas de 2,5 mil anos encontradas em cidade egípcia submersa

publicado originalmente em superinteressante

Fóssil de 890 milhões de anos pode ser mais antigo indício de vida animal

Um fóssil de 890 milhões de anos encontrado no Canadá pode ser o mais antigo indício de vida animal já encontrado. Trata-se de um calcário entremeado por uma rede de minúsculos túneis, duas vezes mais estreitos que um fio de cabelo. Esse padrão, conhecido dos paleontólogos, é típico da fossilização de esponjas – sim, esponjas como o Bob Esponja –, que se alimentam filtrando a água do mar e disputam o título de animais mais antigos da Terra.

O consenso atual é que as primeiras formas de vida filtradoras surgiram a partir de 630 milhões de anos atrás, no período Ediacarano. Animais com estruturas de locomoção e comportamento predatório só vieram depois, com o início do Cambriano há 542 milhões de anos. A possibilidade de que já existissem esponjas há 890 milhões de anos abala os alicerces da paleontologia e foi recebida com uma dose saudável de ceticismo pelo comunidade científica.

Essas rede de tubos calcificados – talvez formada a partir dos filamentos flexíveis que estruturam esponjas-do-mar – veio 300 milhões de anos antes do período Ediacarano, quando formas de vida filtradoras se multiplicaram.

Fóssil de 890 milhões de anos pode ser mais antigo indício de vida animal

publicado originalmente em superinteressante

O que a neve no sul do Brasil tem a ver com o aquecimento global?

Na última semana, uma massa de ar frio atingiu a região Sul do Brasil – e avançou de modo que algumas quedas bruscas de temperatura foram previstas também para regiões do Norte e Nordeste do país. O frio intenso trouxe neve para diversas cidades do sul brasileiro – em Santa Catarina, por exemplo, nevou em mais de dez cidades na última quarta-feira (28). 

Eventos de frio fora do comum costumam levantar uma questão entre os desavisados: “Se estamos passando pelo aquecimento global, por que o frio?”. Mas não se engane: o aquecimento global não se resume, necessariamente, apenas ao aumento de temperatura ao redor do planeta.

Ondas de frio intenso fazem algumas pessoas se questionarem sobre a existência do fenômeno. Mas não se engane: ele não se resume a temperaturas mais altas.

O que a neve no sul do Brasil tem a ver com o aquecimento global?

publicado originalmente em superinteressante

Os detalhes da quarta volta ao mundo da Família Schurmann, que acaba de preparar veleiro no Guarujá

“Como é que é chemistry (química) mesmo em português?”, pergunta Wilhelm, 45, enquanto explicava para a reportagem o funcionamento das baterias que armazenam energia do veleiro da família brasileira famosa por realizar voltas ao mundo em alto-mar. Os Schurmann costumam trocar a língua oficial da embarcação com a mesma frequência com que mudam de endereço: são fluentes em espanhol, inglês e francês e emendam diálogos em palavras estrangeiras com normalidade, o que soa estranho para quem não está acostumado. Vilfredo, 72, e Heloísa, 75, são as âncoras, e Wilhelm, David, 47, e Pierre, 53, os filhos: eles se encontraram no último domingo (25) na sede do Guarujá do Iate Clube de Santos, no litoral paulista, para comemorar o aniversário do caçula e acompanhar os últimos retoques no veleiro, que está em fase final de preparação para a próxima expedição em alto-mar da família.

Expedição, que ganhará quadro no “Fantástico” e custará 15 milhões de reais, terá o lixo nos oceanos como tema

Os detalhes da quarta volta ao mundo da Família Schurmann, que acaba de preparar veleiro no Guarujá

publicado originalmente em Veja

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São Joaquim SC Brasil… inverno 2021

Assista a “Por que o desmatamento pode causar novas pandemias?” no YouTube

O Doutor Drauzio Varella dando uma aula muito interessante sobre a relação entre desmatamento, animais e novos vírus.

A saúde e a biodiversidade intimamente ligadas e mantendo o equilíbrio entre si.

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Camboriú SC Brasil

Corais do Atlântico tropical têm futuro ameaçado pela crise climática

Os recifes de corais são muito importantes para vida marinha: eles servem como locais de alimentação, reprodução e refúgio para várias espécies. O problema é que eles são especialmente suscetíveis às mudanças climáticas, especialmente o aumento da temperatura dos oceanos.

Quando eles morrem, levam junto ecossistemas marinhos inteiros num efeito dominó. Para investigar o que pode acontecer com os recifes de coral do Atlântico Sul, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) estudaram três espécies de corais. O estudo foi publicado recentemente no periódico especializado Frontiers in Marine Science.

Cientistas coletaram dados e usaram simulações de computador para descobrir como o aquecimento global vai afetar três espécies importantes para a construção de recifes no nosso quintal oceânico.

Corais do Atlântico tropical têm futuro ameaçado pela crise climática

publicado originalmente em superinteressante