O gigante adormecido que pode definir o futuro do planeta

Desastres naturais têm se tornado constantes nas notícias, especialmente nos últimos dois anos: queimadas das matas tropicais, incêndios de grandes proporções na América do Norte e Europa, chuvas torrenciais e inundações na Ásia e, surpreendentemente, no norte da Europa. Em agosto de 2021, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (Intergovernmental Panel on Climate Change; IPCC) foi categórico em seu sexto relatório ao atribuir a atividades humanas a intensificação do processo de mudanças climáticas. O documento conecta a emissão de gases estufa ao aumento da temperatura média global, salientando que em menos de 10 anos a mesma deve aumentar no mínimo em 1,5°C em relação ao período pré-industrial. Caso as expectativas se confirmem, esse aumento deve levar a um aceleramento no derretimento das calotas de gelo polares e a sucessivos aumentos no nível do mar, além de eventos climáticos acentuados e incomuns em diferentes regiões do planeta. Embora todas essas mudanças sejam desastrosas já a curto prazo, um processo silencioso e potencialmente mais letal está ocorrendo em um tipo de solo da região em altas latitudes que ocupa 25% das terras do hemisfério norte, o equivalente a cerca de 13 milhões de quilômetros quadrados, conhecido por permafrost.

Desastres naturais têm se tornado constantes nas notícias, especialmente nos últimos dois anos: queimadas das matas tropicais, incêndios de grandes proporções na América do Norte e Europa, chuvas torrenciais e inundações na Ásia e, surpreendentemente, no norte da Europa. Em agosto de 2021, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (Intergovernmental Panel on Climate Change; IPCC) […]

O gigante adormecido que pode definir o futuro do planeta

publicado originalmente em darwinianas

Mágicas Imagens ✨✨

Costa de Cima – Balneário dos Açores, Florianópolis SC Brasil

Assista a “Repórter Eco | 15/08/2021” no YouTube

Conheça o peixe- leão, espécie do Oceano Pacífico que agora ameaça espécies aqui do Oceano Atlântico…

Também visite o Santuário do Caraça em Minas Gerais e fique a par do trabalho do escritor e geógrafo Itamar Vieira Júnior, falando sobre a caatinga e mudanças na natureza.

Tudo isso e muito mais no Repórter Eco!

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Assim como os humanos, chimpanzés parecem ter saudações de “oi” e “tchau”

Ao chegar em uma roda de amigos, é comum que você cumprimente o grupo, seja com um aceno de mãos ou mesmo uma interação mais íntima com cada um dos presentes. O mesmo acontece ao ir embora. Até então, pensava-se que o costume de saudar uns aos outros antes e depois de uma interação social fosse algo restrito aos humanos, mas pesquisadores da Universidade de Neuchâtel, na Suíça, mostraram que outros primatas também exibem tal comportamento. 

A cientista Raphaela Heesen, uma das autoras do estudo, estava observando como os bonobos (uma espécie de porte um pouco menor que os chimpanzés e bastante próxima de nós geneticamente) reagem a uma interação social interrompida. Para retornar às atividades, um deles começou a realizar alguns gestos, convocando um parceiro. A pesquisadora começou a refletir se aqueles movimentos equivaliam de alguma forma às saudações humanas.

Os primatas trocam olhares, dão as mãos ou batem cabeças para iniciar e terminar interações. E rola até bajulação quando há hierarquia em jogo.

Assim como os humanos, chimpanzés parecem ter saudações de “oi” e “tchau”

publicado originalmente em superinteressante

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E há quem não creia nas mudanças climáticas…

O cerco se fecha,e a sociedade precisa agir com urgência, não mais o futuro,mas nosso presente está em risco.

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De pandemias a infartos, os riscos das mudanças climáticas para a saúde

Vem aí um planeta mais inflamável, com longas secas e, nos intervalos entre elas, chuvas torrenciais que podem provocar enchentes e outros desastres. Com as dificuldades impostas pelo aquecimento global, o alimento custará (ainda mais) caro e o cenário será perfeito para a transmissão de vírus, bactérias e a piora de doenças respiratórias

O intuito do texto não é ser alarmista sem necessidade: as projeções do último relatório do Painel Internacional de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), divulgado recentemente, são mesmo dignas de preocupação. 

O documento, resultado de um esforço de centenas de cientistas, que revisaram mais de 14 mil estudos, mostra que a atividade humana está aquecendo o planeta em ritmo acelerado. O aumento da termostato, causado pela emissão de poluentes, queima de combustíveis e outros fatores, como o desmatamento, já é, em parte, irreversível. 

Último relatório do IPCC aponta que aquecimento global já é irreversível. Veja como isso impactará nossa vida nas próximas décadas

De pandemias a infartos, os riscos das mudanças climáticas para a saúde

publicado originalmente em Veja

O que você considera « ofensivo »? – atualizado

Publicado originalmente em Barbara Crane Navarro: Yanomami caçador e esposa com pintura facial Achiote, Amazonas, Venezuela – reformulado para evitar censura

«Os garimpeiros cavam em todos os lugares como porcos selvagens. Os rios da floresta logo serão nada mais do que remansos lamacentos cheios de lama, óleo de motor e lixo. Eles também lavam o…

O que você considera « ofensivo »? – atualizado

Análise de raio-x revela composição das pedras de Stonehenge

Existem poucos monumentos no mundo tão estudados quanto Stonehenge. Construído há cerca de 4,5 mil anos, o conjunto de pedras na Grã-Bretanha é um dos principais monumentos arquitetônicos da pré-história e concentra um grande esforço por parte de cientistas que estudam para entender o significado e a origem da estrutura. Mesmo assim, ainda há o que se descobrir sobre a construção. A mais nova descoberta é sobre a composição dos blocos de rocha que formam o monumento.

Pesquisadores fizeram uma análise geoquímica de um fragmento de rocha do Stonehenge que esteve perdido por muito tempo, mas reapareceu em 2019. As descobertas foram publicadas em um estudo na revista Plos One.

A história começa em 1958, quando aconteceu o monumento inglês estava sendo restaurado. Uma das pedras estava rachada e precisava de reforço. Ela foi perfurada para que os restauradores pudessem colocar uma haste de metal em seu núcleo.

Uma parte do núcleo da rocha havia sido furtado em 1958. O fragmento foi devolvido em 2019, o que permitiu uma análise mais detalhada do monumento.

Análise de raio-x revela composição das pedras de Stonehenge

publicado originalmente em superinteressante

Cientistas capturam DNA de animais selvagens em amostras de ar

O DNA está por toda parte. Os seres vivos deixam um rastro de células à medida que interagem com o ambiente – a partir de pêlos, pedacinhos de pele, fezes ou muco, por exemplo. A esse material genético que se espalha por aí, os cientistas dão o nome de DNA ambiental.

Até agora, a maioria das pesquisas se concentrava na coleta e no estudo do DNA ambiental em meio aquático. Mas recentemente duas equipes de cientistas encontraram uma maneira de detectar esses vestígios invisíveis de material genético no ar, liberado por animais terrestres – e acredita-se que isso pode ser uma poderosa ferramenta para identificar animais em diversos ecossistemas.

Testes na Inglaterra e na Dinamarca validaram a técnica, que detecta fragmentos do chamado “DNA ambiental” – e pode ser útil para identificar e estudar animais em vários ecossistemas

Cientistas capturam DNA de animais selvagens em amostras de ar

publicado originalmente em superinteressante

Cientistas descobrem que planta já conhecida é, na verdade, carnívora

Triantha occidentalis é uma planta de caule verde escuro com flores brancas, encontrada ao longo da costa oeste da América do Norte, do Alasca ao sul da Califórnia. Conhecida há mais de um século, ela escondia um segredo dos humanos: seu comportamento de planta carnívora.

Também conhecida como “asfódelo falso ocidental” (western false asphodel), a planta apresenta pelos pegajosos em seu caule. Sempre se acreditou que eles fizessem parte de uma estratégia de defesa, grudando em insetos antes que eles pudessem atacar as folhas e flores da planta. Mas a história mudou quando o botânico Qianshi Lin, da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, se juntou a colegas para investigar melhor.

A Triantha occidentalis, encontrada do Alasca ao sul da Califórnia, é conhecida há mais de um século. Mas escondia um segredo: ela captura e digere insetos

Cientistas descobrem que planta já conhecida é, na verdade, carnívora

publicado originalmente em superinteressante