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Camboriú SC Brasil

Assista a “Nas mãos do STF, ou do “Centrão”, o destino dos indígenas, Amazônia e do Brasil. O oculto e o óbvio.” no YouTube

Uma análise precisa e embasada com Bob Fernandes…

imagens da internet

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Lagoa dos Patos Tavares RS Brasil

Polvos fêmeas lançam pedras em machos ‘irritantes’, sugere estudo

Um novo estudo mostrou que polvos da costa australiana arremessam objetos com a possível intenção de acertar uns aos outros. O comportamento raro foi observado principalmente em polvos fêmeas, que provavelmente realizam os arremessos para se livrar de machos assediadores. Os arremessos de conchas, algas e punhados de lodo foram observados pela primeira vez em 2015, em uma região da Baía Jervis (na Austrália) que ganhou o apelido de “Octopolis” por conta da grande quantidade de polvos da espécie Octopus tetricus encontrados por lá. O comportamento de arremesso foi visto como uma forma de cavar tocas, limpá-las ou se livrar de restos de comida, por exemplo. Mas ocasiões em que os polvos atingiam outros indivíduos com os objetos arremessados deixaram o pesquisador Peter Godfrey-Smith, da Universidade de Sydney, e sua equipe em dúvida. Eles não sabiam se os polvos estavam acertando uns aos outros intencionalmente ou não. Os cientistas fizeram mais filmagens e análises, e descobriram que existem diferenças entre os tipos de arremesso realizados, o que sugere que os polvos miram seus arremessos e eventualmente acertam uns aos outros de propósito. Para realizar os arremessos, os polvos seguram os objetos em seus tentáculos e então disparam um jato de água a partir de seus sifões, realizando o lançamento.

Pesquisadores analisaram o comportamento de polvos na Austrália e perceberam que os animais podem fazer arremessos direcionados – atingindo outros indivíduos intencionalmente.

Polvos fêmeas lançam pedras em machos ‘irritantes’, sugere estudo

publicado originalmente em superinteressante

Fóssil “perfeito” de pterossauro brasileiro revela novas informações sobre a espécie

Um dos fósseis de pterossauro mais completos já encontrado é brasileiro. Desde 2016, pesquisadores do Brasil e Portugal estudam um espécime de Tupandactylus navigans, que viveu há 110 milhões de anos. Agora, o estudo que descreve e analisa o fóssil foi publicado no periódico PLOS One. O pterossauro ainda vem com uma história curiosa: ele quase foi contrabandeado para fora do país.

Tudo começou com uma operação policial em 2013, que pretendia enfrentar uma quadrilha internacional especializada em contrabando de fósseis e pedras semipreciosas. Os policiais impediram, no Porto de Santos (SP), a exportação ilegal de três mil peças, que provavelmente seriam vendidas para museus ou coleções particulares do exterior. Entre as peças, estavam rochas calcárias extraídas da Bacia do Araripe, na região Nordeste do Brasil. Elas possuíam restos mortais e impressões bem conservadas de seres vivos que habitaram o planeta há milhões de anos. Os itens foram entregues à Universidade de São Paulo (USP), que iniciaram a pesquisa com o fóssil três anos depois.

O Tupandactylus navigans seria contrabandeado em 2013, mas foi resgatado por uma operação da Polícia Federal. Pesquisadores estudam o fóssil desde 2016 – e descobriram características inéditas do animal.

Fóssil “perfeito” de pterossauro brasileiro revela novas informações sobre a espécie

publicado originalmente em superinteressante

Rio Tietê é visto com água preta no interior de SP

A tonalidade da água no trecho do rio Tietê que passa pela cidade de Salto, no interior de São Paulo, preocupou os moradores neste domingo (29).

Em imagens gravadas e enviadas à TV TEM, um dos moradores diz que a água “parece petróleo”.

Apesar de ser impressionante, não é a primeira vez que as águas do Tietê ficam nessa cor. Em 2017 e 2014 o mesmo fenômeno foi registrado e cerca de 40 toneladas de peixes morreram.“A água estava parecendo piche, asfalto derretido. Muito feia a situação”, contou uma moradora em 2014.

‘Parece petróleo’, descreve um dos moradores da cidade de Salto

Rio Tietê é visto com água preta no interior de SP

publicado originalmente em Veja

Imagens de satélite comprovam que terras indígenas são as áreas mais preservadas do Brasil nas últimas décadas —

Levantamento do MapBiomas mostra também que entre 1985 e 2020 a área de agropecuária cresceu em 5 dos 6 biomas brasileiros. No caso da soja, o total ocupado equivale ao estado do Maranhão Maloca de indígenas em isolamento voluntário na Terra Indígena Kampa e Isolados do Rio Envira. — Foto: Gleilson Miranda/Funai Apenas 1,6% da […] […]

Imagens de satélite comprovam que terras indígenas são as áreas mais preservadas do Brasil nas últimas décadas —

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

NÃO ao estratagema de « Marco Temporal » – Uma aberração!

« Marco temporal é um caminho do inimigo da floresta junto com meu povo. Marco temporal para mim significa roubar mais a minha terra Yanomami. Roubar mais as nossas terras que já foram demarcadas, homologadas e registradas pelo governo brasileiro. » Porta-voz e xamã  Yanomami Davi Kopenawa Desde 22 de agosto, mais de 6.000 indígenas de 176 […]

NÃO ao estratagema de « Marco Temporal » – Uma aberração!

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Cannabis medicinal é liberada nas Paralímpiadas por agência antidoping

O uso de produtos à base de canabidiol ou CBD, um dos princípios ativos da Cannabis sativa — nome científico da maconha —, foi liberado aos atletas paralímpicos pela Agência Mundial Antidoping (Wada).

A decisão é um alívio para os esportistas. O CBD ajuda a reduzir inflamações, relaxar os músculos e controlar dores. “A substância apresenta todas essas vantagens em relação à recuperação física dos atletas e ainda tem menos efeitos colaterais do que os medicamentos tradicionais”, explica a médica Maria Teresa Jacob, de Campinas (SP), membro da International Association for Canabinoid Medicines (IACM). Sem falar que, segundo a especialista, auxilia no combate à insônia e melhora o foco.

Nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, esportistas podem manter tratamento à base de canabidiol, que alivia sintomas crônicos, como dores e ansiedade

Cannabis medicinal é liberada nas Paralímpiadas por agência antidoping

publicado originalmente em Veja saúde

Um cardápio mais PANC: conheça as plantas alimentícias não convencionais

Guilherme Ranieri morou em sítio desde pequeno e sempre gostou de plantas. Curioso sobre um matinho que dava uma linda flor, ele acabou descobrindo que aquela espécie, popularmente chamada de major-gomes, era comestível. Como qualquer leigo, fez a indagação mais instintiva de todas: “Eu posso mesmo comer isso aqui?”.

Depois de algumas pesquisas, entendeu que não só podia como devia. Aliás, aquele alimento fresquinho tinha tudo para substituir, na mesa do jantar, as alfaces compradas no supermercado da cidade.

Ao perceber que estava rodeado por comida boa e negligenciada, Ranieri resolveu se apropriar daquilo em nome da saúde e da sustentabilidade. E sua vida mudou: o que era hobby virou profissão, e, à frente do blog Matos de Comer, o produtor orgânico ainda dá aulas e atua com a implementação de jardins comestíveis.

Isso mesmo: imagine ter no quintal ou na varanda um jardim que, além de embelezar sua casa, ainda oferece comida!

Matinhos pisoteados pelas ruas poderiam estar na geladeira enriquecendo a dieta e contribuindo para um sistema alimentar mais sustentável

Um cardápio mais PANC: conheça as plantas alimentícias não convencionais

publicado originalmente em Veja saúde