“Olhar para a natureza com o carinho que ela merece, começar por abrir o coração e a alma, pode ser o início de uma guinada rumo a retomada de nossa essência, que nada mais é que a própria natureza.”

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Olhar para a natureza com o carinho que ela merece, começar por abrir o coração e a alma, pode ser o início de uma guinada rumo a retomada de nossa essência, que nada mais é que a própria natureza.”

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🦋 No woman , no céu
No woman, no cry
No woman, no cry
No woman, no cry
No woman, no cry
Bem que eu me lembro
Da gente sentado ali
Na grama do aterro, sob o sol
Ob-observando hipócritas
Disfarçados, rondando ao redor
Amigos presos
Amigos sumindo assim
Pra nunca mais
Tais recordações
Retratos do mal em si
Melhor é deixar pra trás
Não, não chore mais
Não, não chore mais oh oh
Não, não chore mais oh oh oh oh oh
Não, não chore mais hê hê
Bem que eu me lembro
Da gente sentava ali
Na grama do aterro, sob o céu
Ob-observando estrelas
Junto à fogueirinha de papel
Quentar o frio
Requentar o pão
E comer com você
Os pés, de manhã, pisar o chão
Eu sei a barra de viver
Mas, se Deus quiser
Tudo, tudo, tudo vai dar pé
Tudo, tudo, tudo vai dar pé
Tudo, tudo, tudo vai dar pé
Tudo, tudo, tudo vai dar pé
Tudo, tudo, tudo vai dar pé
Tudo, tudo, tudo vai dar pé
No woman, no cry
No woman, no cry
No woman, no cry
uh uh uh
Não, não chore mais
Menina não chore assim
Não, não chore mais
oh oh oh
No woman, no cry
No woman, no cry
(No woman, no cry)
Não, não chore mais
Não chore assim
Não, não chore mais hê hê
No woman, no cry
🦋Fonte: LyricFind
Compositores: Vincent Ford / Gilberto Gil
Letra de Não chore mais (No Woman, No Cry) © Universal Music Publishing Group, Sony/ATV Music Publishing LLC

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Hoje (9 de novembro de 2021), líderes da indústria do Reino Unido de 27 grandes empresas – todos os maiores varejistas de alimentos do Reino Unido (incluindo Tesco, Asda, Sainsbury’s, Waitrose, Marks & Spencer e Islândia), alguns dos maiores produtores de carne (incluindo Avara Foods, 2 Sisters Food Group, Cranswick, Pilgrim’s UK) e empresas e marcas de serviços alimentícios (como Danone UK e Irlanda, Nestlé UK e Irlanda, Nando’s, KFC UK e Irlanda e McDonald’s UK e Irlanda) uniram-se para assinar o Manifesto da Soja do Reino Unido. Isso os compromete a cortar o desmatamento e a destruição ambiental das cadeias de suprimento de soja do Reino Unido o mais rápido possível e até 2025, o mais tardar.
A fim de garantir um progresso rápido em direção a este objetivo, todos os signatários concordam em:
1. Estabelecer um compromisso robusto de desmatamento e livre de conversão – de modo que nenhuma soja que chegue ao Reino Unido seja responsável pelo desmatamento ambiental para a agricultura após janeiro de 2020
Marcas líderes, incluindo Tesco, Nestlé Reino Unido e Irlanda, Sainsbury’s, Nando’s, KFC Reino Unido e Irlanda, Morrisons e McDonald’s Reino Unido e Irlanda, assinaram o Manifesto de Soja do Reino Unido Compromisso significa que os signatários do Reino Unido se comprometem a comprar soja livre de desmatamento, protegendo florestas e valiosa vegetação nativa Os signatários […]
Líderes da indústria do Reino Unido se unem para cortar das cadeias de abastecimento a soja ligada ao desmatamento e à conversão até 2025
publicado originalmente em blog do pedlowski
Os dias atuais estão sendo um teste para todos nós… ansiedade, medo, depressão, ninguém está imune.
Ainda bem que sempre podemos contar com pessoas como ela…
Monja Coen aqui!

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Em contextos específicos, algumas formigas podem passar do status de operária ao de rainha, posição também chamada gamergate. Agora, um estudo publicado na revista Cell sugeriu que uma única proteína pode controlar essa transição social, que envolve uma série de mudanças fisiológicas.
Vamos partir do início: formigas vivem em sociedades organizadas por castas. A figura central de uma colônia é a formiga rainha: uma fêmea fértil, responsável por gerar novos indivíduos para o formigueiro. Os machos cumprem sua parte na reprodução, ao acasalarem com a rainha. Enquanto isso, as formigas operárias trabalham duro – protegendo a colônia, garantindo alimentos e cuidando dos ovos da rainha. Elas são fêmeas inférteis e compõem a casta mais numerosa dos formigueiros.
Na maioria das espécies de formigas, não existe qualquer fenômeno parecido com ascensão social. Geralmente, quem nasce formiga operária contenta-se com seu destino e morre formiga operária. Mas existe uma espécie que é um pouco diferente: a formiga-saltadora-de-jerdon (Harpegnathos saltator).
O que acontece é que essas formigas podem trocar de função na colônia. Quando a rainha morre, as operárias começam a disputar a realeza entre si, atacando umas às outras. A vencedora torna-se uma gamergate (ou “pseudorrainha”) e assume o protagonismo do formigueiro. Ela deixa o trabalho de forrageamento de lado, adquire maior expectativa de vida e se torna fértil. Assim, sua missão de vida torna-se comandar a colônia e produzir ovos.
Durante as disputas pela liderança, as operárias passam por uma série de mudanças fisiológicas na tentativa de aproximarem seus corpos ao de uma rainha. Os ovários da formiga triunfante aumentam, e o cérebro encolhe até 25% em comparação ao seu tamanho original. Estudos anteriores já investigaram essa transição corporal e social da espécie, mas ainda não estava claro o que desencadeia tudo isso.
Em colônias de formigas-saltadoras-de-jerdon, operárias disputam a liderança após a morte da rainha. A transição social envolve mudanças fisiológicas – e pode ser desencadeada por uma única molécula.
Uma única proteína pode transformar algumas formigas operárias em rainhas
publicado originalmente em superinteressante



Camboriú SC Brasil
“Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato…
Ou toca, ou não toca.”
🌷Clarice Lispector

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Presença de espírito e iniciativa, como são importantes nestes dias tumultuados !
Conheçam a jovem indígena Txai Suruí, BBC NEWS aqui!

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Endocrinologistas e cardiologistas, cujos caminhos estão frequentemente conectados, reuniram-se há pouco no evento médico Diacordis para trocarem experiências e se atualizarem. Entre várias discussões, quatro temas se destacaram – e eles podem ter impacto importante no dia a dia de muita gente. Confira:
Esse tipo de tratamento deve ter indicação correta e durar um tempo determinado. Quando fatores como esses não são respeitados, o coração fica ameaçado.
Para as mulheres, a reposição de hormônios vira assunto durante a menopausa, já que ela é capaz de reduzir sintomas incômodos típicos dessa fase, a exemplo das famosas ondas de calor (os fogachos), ganho de peso e mudanças de humor. Alguns estudos, porém, chegaram a relacionar essa terapia a um maior risco de câncer de mama e doenças cardiovasculares, levando o público feminino a ter dúvidas sobre as vantagens da reposição.
Com o tempo, os médicos foram percebendo que, na verdade, o tratamento deixa de ser bem-vindo quando dura mais de dez anos. Ou seja, é preciso saber a hora certa de parar.
“A reposição é benéfica para o coração e para a prevenção da osteoporose no período em que a menstruação começa a falhar e os sintomas aparecem. Perto dos 60 anos, porém, o jogo muda, aí a saúde cardíaca entra em risco”, alerta o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, pesquisador da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP), e organizador do Diacordis.
Uso de remédio para a gota contra o infarto e indicação de terapia de reposição hormonal foram alguns dos temas debatidos no encontro
Dos hormônios ao coração: quatro notícias quentes de um congresso médico
publicado originalmente em Veja saúde

Pela primeira vez, pesquisadores encontraram um crânio parcial infantil de um Homo naledi na África do Sul. A estrutura, que foi datada pelos cientistas em 250 mil anos, estava em uma fresta profunda e praticamente inacessível do sistema de cavernas Rising Star. Sua localização leva os cientistas a acreditarem que a peça foi colocada ali propositalmente, reforçando a hipótese de que este grupo de hominídeos já sepultava seus mortos.
Para entender a história, é preciso voltar até 2015, quando foram encontrados as primeiras evidências de Homo naledi nesta mesma região. Mais de mil ossos cobriam o chão de uma das câmaras da caverna, sugerindo que o espaço havia servido como um cemitério no passado. Mas a hipótese foi colocada em xeque por outros cientistas, já que o Homo naledi possuía um cérebro de tamanho inferior ao dos humanos modernos e aparência primitiva – rudimentar demais para realizar rituais do tipo.
O crânio infantil levanta novamente essa possibilidade. Ele foi encontrado a 12 metros de distância desse primeiro material recuperado, mas estava em uma área de difícil acesso. Para chegar até o local, os paleontólogos tiveram que passar pela chamada Câmara do Caos, que está repleta de passagens claustrofóbicas que não chegam a ter nem um metro de largura e de altura. A pequenez do espaço faz questionar se alguém entraria ali sem segundas intenções.
Os fragmentos de 250 mil anos são os primeiros a serem atribuídos a uma criança da espécie. O achado reforça a hipótese de que o sistema de cavernas Rising Star serviu como cemitério no passado.
Crânio encontrado na África do Sul sugere que Homo naledi sepultava seus mortos
publicado originalmente em superinteressante