Mais de 27 mil detritos espaciais são de conhecimento da NASA e estão sob a vigilância de um setor do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Só que não são os únicos. A própria agência admite a existência de fragmentos pequenos demais para serem rastreados, mas que ainda apresentam um risco potencial para missões espaciais.
Dentre esses fragmentos estão asteroides e fragmentos de rocha: detritos naturais do espaço, que atingem a Terra e vão e vêm nos radares; e também os detritos artificiais: objetos colocados em órbita por humanos e que não têm mais utilidade, como satélites desativados e estágios de naves abandonadas.
Mas e aqui embaixo? Estamos em perigo? Um estudo levou em conta dados do passado, o caminho de objetos na órbita e a demografia dos territórios abaixo deles para quantificar os riscos que eles possivelmente apresentam de cair aqui na nossa cabeça.
Primeiro, os pesquisadores filtraram por satélites cujas órbitas tinham o ponto mais perto da Terra, chamado de perigeu, com até 600 quilômetros de distância da superfície. Esses corpos, formados principalmente por partes antigas de foguete, têm certa inclinação em sua órbita quando comparados à Linha do Equador. Somadas à densidade populacional debaixo de cada órbita, eles calcularam a probabilidade de que um desses tecos de foguetes atinja alguém.
Eles dizem que a chance é ridícula, mas pode aumentar nos próximos anos conforme há mais lançamentos de foguetes.
“A natureza nos fornece todo necessário para nosso bem estar e evolução, nos mantermos conectados a Ela com respeito e amor é a chave da saúde e da sabedoria.”
Dois cães beagle nasceram na Coreia do Sul a partir de células da pele clonadas e alteradas pela técnica de edição genética chamada CRISPR. É a primeira vez que cientistas fazem isso, e os resultados do experimento foram publicados na revista BMC Biotechnology.
Quem está à frente do feito é a empresa de biotecnologia ToolGen. Muitos cães de raça pura têm mutações genéticas causadoras de doenças – como os pugs e bulldogs franceses, que apresentam achatamento do crânio. A ideia é que a edição genética possa eliminar esse tipo de condição, que afeta a saúde canina.
A pesquisadora Okjae Koo, da ToolGen, e seus colegas começaram o experimento editando células da pele, reprimindo a expressão de um gene chamado DJ-1. Mutações nesse gene estão associadas com doenças como o Parkinson, então estudar cachorros que sofreram essa edição genética pode ajudar a desenvolver tratamentos, segundo os pesquisadores.
Saudáveis, eles têm uma característica inédita: brilham na luz ultravioleta. A ideia é que a edição possa eliminar doenças causadas por mutações dos genes.
Os animais que chamamos popularmente de pica-paus são membros da família Picidae, que contém cerca de 240 espécies. Eles se alimentam principalmente de larvas encontradas dentro de troncos de árvores e, para chegar ao seu alimento, precisam perfurar a madeira. Depois de bicar muito e abrir um buraco, ele usa sua fina língua para pegar a recompensa.
O bico faz parte do crânio dessas aves. Depois de aplicar tanta força para bicar, como eles não desenvolvem danos cerebrais?
Um estudo sobre a biomecânica dos pica-paus apresentou uma hipótese interessante: talvez seus cérebros podem ser pequenos demais para sofrerem danos.
Só de ouvir o som característico do trabalho de um pica-pau é possível imaginar a força do impacto. Eles podem bater seus bicos 20 vezes por segundos, e chegar a 12 mil bicadas por dia. Algumas espécies experimentam forças de até 1400 G – para ter uma ideia, um impacto de 90 a 100 G já é suficiente para causar uma concussão em um humano.
Pesquisadores analisaram a biomecânica desses animais – e propõem que talvez o cérebro deles seja pequeno demais para sofrer danos
Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón foi uma das mais importantes pintoras mexicanas da história. Ela nasceu em 6 de julho de 1907, no distrito de Coyoacan, terceira de quatro irmãs, filha de um judeu alemão e uma católica fervorosa. Frida se autointitulava “Filha da Revolução Mexicana”, disputa política entre revolucionários e opositores que aconteceu entre 1910 e 1920.
Em 1913, aos 6 anos de idade, Frida contraiu poliomielite infantil, doença responsável por deixar uma lesão em seu pé direito e encurtar uma de suas pernas. Não foi a única tragédia em sua vida: em 1925, aos 18, a artista estava dentro de um ônibus que se chocou contra um trem. Ela fraturou a espinha, a clavícula, a pélvis e várias costelas. Por causa dos ferimentos, passou por 35 cirurgias ao longo da vida e precisou usar colete ortopédico até morrer.
Acidentes, vida conjugal conturbada, ativismo político, morte precoce. Conheça a vida de uma das pintoras mais geniais da história.
“Podemos apostar sem medo na mudança, mesmo que não realize a nossa expectativa, certamente trará um novo ângulo à nossa visão dos fatos e do mundo…e isso é evolução!”