Lideranças indígenas na luta pela amazônia participam do programa, ao vivo, na tv cultura, a partir das 22h Foto Divulgação TV Cultura Txai e Almir Surui, duas das mais importantes lideranças na luta em defesa da Amazônia, serão os entrevistados do Roda Viva, na próxima segunda-feira (29/11). Comandado por Vera Magalhães, o programa vai ao ar ao vivo, às 22h, na TV Cultura, site da […]
A síndrome mão-pé-boca é causada pelo vírus Coxsackie, que ataca o aparelho digestivo. Ela é altamente contagiosa. Sua principal característica é a formação de pequenas bolhas na pele desses três locais do corpo – daí o nome da doença.
Pode acometer adultos, mas é mais frequente em crianças, principalmente nos menores de 5 anos. Os sintomas duram cerca de uma semana.
“A transmissão pode ocorrer dias antes do início da manifestação da doença até semanas após a infecção. O vírus transita por via respiratória ou pelas fezes da pessoa infectada”, explica Maíra Mastrocola de Campos Leite, pediatra e alergologista e imunologista pediátrica das clínicas Espaço Médico Descomplicado e Eludicar.
Vale lembrar que a falta de higiene das mãos pode contaminar superfícies, facilitando a transmissão também pelo contato com certos objetos.
Causada por um vírus, ela provoca pequenas bolhas pelo corpo e é mais frequente em crianças, principalmente as menores de 5 anos
“A velocidade da nossa evolução espiritual está intimamente ligada a nossa busca interna pela verdade pessoal…nunca será rápida demais, nem lenta em demasia. Nosso espírito sente e sabe quando e como despertaremos, a missão então, é estarmos sensíveis e atentos às nossas sutis necessidades de conhecimento e Luz , aproveitando cada momento que o Universo nos proporciona.”
Vacinar crianças e adolescentes contra o HPV é uma estratégia de saúde pública. A recomendação, chancelada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tem como missão reduzir a circulação desse vírus que é sexualmente transmissível e causador de diversos tipos de câncer, com destaque para o tumor de colo de útero – o terceiro mais frequente na população feminina, atrás dos de mama e colorretal.
E um estudo publicado recentemente no jornal científico The Lancet mostra a magnitude do benefício. Com base em dados de um monte de mulheres, cientistas da Universidade King’s College, no Reino Unido – onde a campanha começou em 2008 –, investigaram o impacto do imunizante entre vacinadas e não vacinadas.
Eles concluíram que quem recebeu a injeção com 12 ou 13 anos apresentou, na fase adulta, uma redução de 87% no risco de desenvolver o câncer de colo de útero em comparação com quem não havia se vacinado.
“Há países, como a Austrália, que já sentem os efeitos dessa estratégia e esperam erradicar os casos de câncer de colo de útero até 2030”, relata a oncologista Marcela Bonalumi, do CPO Oncoclínicas e do Hospital Pérola Byington, em São Paulo.
Com a imunização de crianças e adolescentes, um dos tumores que mais matam mulheres pode virar coisa do passado
O último homem a pisar na lua foi Eugene Cernan, em 1972. Desde então, apenas sondas e rovers voltaram a explorar o satélite. A história pode mudar em 2025, com a chegada de astronautas pela missão Artemis, que pretende não só abrir espaço para uma futura colônia lunar, mas também servir como um caminho intermediário para que os humanos alcancem o planeta Marte.
Para estabelecer uma colônia na lua, é preciso pensar onde os astronautas irão se abrigar, o que irão comer, quais serão suas fontes de água e oxigênio e de onde virá a energia para manter todos os sistemas funcionando. A energia solar não é uma opção viável, já que uma noite lunar equivale a 14 dias na Terra, tendo pouco abastecimento. A Nasa acredita que a melhor opção seja a fissão nuclear, e está agora procurando por parceiros da indústria interessados em desenvolver a tecnologia na lua.
A agência espacial está recebendo projetos de empresas interessadas em desenvolver um protótipo – mas a construção dele não deve ocorrer tão cedo.