Saturno é um dos planetas mais memoráveis do Sistema Solar. O motivo são as rochas e poeira que orbitam o planeta, formando os conhecidos anéis de Saturno. Um estudo da Universidade Rice, nos Estados Unidos, sugere que estruturas semelhantes também orbitavam o Sol no passado, antes do surgimento dos planetas que constituem o Sistema Solar.
A existência desses anéis poderia explicar a formação da Terra e outros planetas do Sistema Solar. O pesquisador brasileiro André Izidoro e colegas criaram um modelo computacional para simular a formação dos primórdios do Sistema Solar e, dessa forma, descobriram a possibilidade de existirem os anéis.
Anéis de poeira e gás, como os de Saturno, podem ter existido ao redor do Sol. Segundo uma simulação feita pela Universidade Rice, eles teriam contribuído para a formação do Sistema Solar como conhecemos hoje.
Presentes nos sushis, pokes e outros pratos associados à culinária oriental, as algas ganharam espaço também na cozinha brasileira. Gelatinas e smoothies, por exemplo, podem contar com o ingrediente extra e os benefícios incluem maior proteção à pele e ao sistema imunológico, de acordo com Marcella Garcez, nutróloga e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).
Segundo a especialista, as algas são fonte de fibras e possuem ação antioxidante – capazes de proteger as células contra os efeitos dos radicais livres produzidos pelo organismo, e que são responsáveis pelo envelhecimento precoce e o desenvolvimento de algumas doenças.
Além disso, o alimento também atua no processo digestivo e mesmo na prevenção de doenças metabólicas.
Quanto comer?
Garcez explica que não há uma recomendação diária para o consumo das algas. No Japão, porém, elas representam 10% da dieta da população, segundo a especialista.
“Por aqui, elas podem ser consideradas mais uma fonte vegetal com propriedades e benefícios específicos”, ressalta.
Algas nutritivas
Os nutrientes encontrados nas algas são vários, e os principais são:
• Vitaminas do complexo B: responsáveis pela manutenção de diferentes sistemas, como o circulatório, nervoso e imunológico. • Vitamina C: cuida da síntese do colágeno e é também antioxidante. • Betacaroteno: pigmento natural e, quando ingerimos, é convertido em vitamina A, que cuida da visão, tecidos epiteliais e a imunidade. • Ômega-3: gordura poli-insaturada, com ação na concentração, reflexos e memória. • Ômega-6: encontrado também nos óleos de girassol e canola, auxilia no desenvolvimento celular.
O ingrediente já está presente na dieta do brasileiro, mas poucos conhecem sua importância para a saúde
Recentemente, Jean-Luc Mélenchon, candidato à Presidência da França, fez uma declaração que ganhou as manchetes: ele disse que, se eleito, gostaria de banir um famoso creme de avelã do país. Isso porque, mais do que um reduto de açúcar, o produto é cheio de óleo de palma.
Depois, errar a mão no óleo ameaça nossa saúde. Em experiência com cobaias, Maísa notou que o consumo aumentou o colesterol, os triglicérides e a gordura no corpo de forma geral — com destaque para o fígado. “Para nós, apenas três colheres por dia já fariam mal”, revela a pesquisadora.
A gordura trans, outra vilã, foi banida e deve sair do mercado até 2023. Mas nem dá tempo de celebrar. “Já tem muito fabricante colocando o óleo de palma no lugar”, conta Maísa.
Ele pode surgir com nomes similares, como gordura de palma ou oleína de palma. Nunca deixe de ler a lista de ingredientes. “Se aparecer ‘gordura vegetal’, pode ser a trans clássica ou outro óleo modificado e prejudicial”, aponta a nutri.
Olho nelas
Algumas categorias em que o óleo de palma marca presença
Bolos prontos
Sorvetes de massa
Cookies
Pães integrais
Barrinhas de cereais
Granolas
Bombons
Biscoitos (inclusive com apelo fit)
Produto é fonte de óleo de palma, que pode ser prejudicial à saúde e ao ambiente
Em 2022, a Nasa lançará quatro missões para investigar sistemas e fenômenos climáticos da Terra. Diferentes satélites serão lançados ao espaço para orbitar o planeta e enviar dados aos cientistas sobre o solo, o ar e os oceanos, colaborando para previsões meteorológicas e para a compreensão de mudanças climáticas.
Tropics
Ciclones tropicais deixam um rastro de destruição por onde passam, mas previsões meteorológicas são capazes de diminuir o estrago – e salvar vidas. A missão Tropics foi planejada tendo isso em vista, e promete fornecer dados aos cientistas com mais frequência do que os satélites meteorológicos atuais.
A missão prevê o lançamento de seis satélites chamados CubeSats, do tamanho de um pãozinho, que viajarão em pares ao redor do planeta em três planos orbitais diferentes. Eles vão trabalhar em conjunto, fazendo medições de micro-ondas, a cada 50 minutos, sobre a precipitação, temperatura e umidade de tempestades.
Diferentes satélites irão ao espaço para colaborar com previsões meteorológicas e com a compreensão de mudanças climáticas. Confira.