Assista a “Guns N’ Roses – Sweet Child O’ Mine (Official Music Video)” no YouTube

✨🧚 Sweet Child O ‘ Mine

Ela tem um sorriso que me parece
She’s got a smile that it seems to me

Lembra-me de memórias de infância
Reminds me of childhood memories

Onde tudo era tão fresco quanto o céu azul brilhante
Where everything was as fresh as the bright blue sky

De vez em quando, quando vejo o rosto dela
Now and then when I see her face

Ela me leva para aquele lugar especial
She takes me away to that special place

E se eu olhar por muito tempo, provavelmente vou desmoronar e chorar
And if I stare too long, I’d probably break down and cryUau, oh, oh
Whoa, oh, oh

Minha doce criança
Sweet child o’ mine

Uau, oh, oh, oh
Whoa, oh, oh, oh

Doce amor meu
Sweet love of mineEla tem olhos dos céus mais azuis
She’s got eyes of the bluest skies

Como se eles pensassem em chuva
As if they thought of rain

Eu odiaria olhar naqueles olhos e ver um pouco de dor
I’d hate to look into those eyes and see an ounce of pain

Seu cabelo me lembra um lugar quente e seguro
Her hair reminds me of a warm safe place

Onde quando criança eu me esconderia
Where as a child I’d hide

E reze para que o trovão e a chuva passem por mim silenciosamente
And pray for the thunder and the rain to quietly pass me byUau, oh, oh
Whoa, oh, oh

Minha doce criança
Sweet child o’ mine

Ei ei, oh, oh, oh
Whoa whoa, oh, oh, oh

Doce amor meu
Sweet love of mineUau sim
Whoa, yeah

Uau, oh, oh, oh
Whoa, oh, oh, oh

Minha doce criança
Sweet child o’ mine

Ei, oh, ei, oh
Whoa, oh, whoa, oh

Doce amor meu
Sweet love of mine

Uau, oh, oh, oh
Whoa, oh, oh, oh

Minha doce criança
Sweet child o’ mine

Ooh sim
Ooh, yeah

Ooh doce amor meu
Ooh, sweet love of mineOnde vamos?
Where do we go?

Para onde vamos agora?
Where do we go now?

Onde vamos?
Where do we go?

Ooh, oh, para onde vamos?
Ooh, oh, where do we go?

Para onde vamos agora?
Where do we go now?

Oh, para onde vamos agora?
Oh, where do we go now?

Onde vamos?
Where do we go?

(Doce criança)
(Sweet child)

Para onde vamos agora?
Where do we go now?

Ay, ay, ay, ay, ay, ay, ay, ay
Ay, ay, ay, ay, ay, ay, ay, ay

Para onde vamos agora?
Where do we go now?

Ah ah
Ah, ahOnde vamos?
Where do we go?

Oh, para onde vamos agora?
Oh, where do we go now?

Oh, para onde vamos?
Oh, where do we go?

Oh, para onde vamos agora?
Oh, where do we go now?

Onde vamos?
Where do we go?

Oh, para onde vamos agora?
Oh, where do we go now?

Agora, agora, agora, agora, agora, agora, agora
Now, now, now, now, now, now, now

Criança doce
Sweet child

Doce criança minha
Sweet child of mine

🧚✨🌻✨🧚🌻✨🧚🌻

🧚✨Fonte: LyricFind

Compositores: W. Axl Rose Rose / Saul Hudson Hudson / Duff Rose Mckagan / Izzy Stradlin / Steven Adler

Letra de Sweet Child O’ Mine © Universal Music Publishing Group

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Em três décadas, geleira mais alta do Everest perdeu 2 mil anos de gelo

O derretimento de geleiras é uma consequência bem conhecida das mudanças climáticas e está acontecendo mais rápido do que nunca. O fenômeno é observado de perto por cientistas, mas, devido às altas altitudes, geleiras de montanhas costumam ser menos estudadas .

Em 2019, uma expedição investiu nessa frente. Uma equipe internacional de cientistas viajou até a South Col Glacier (SCG), a geleira mais alta do Monte Everest, para conferir se o derretimento de gelo também estava acontecendo por lá, a 7 mil metros de altura.

O estudo, publicado na última quinta (3) na revista Climate and Atmospheric Research, é considerado o mais completo já realizado no sul da montanha. Ele descobriu que a SCG perdeu gelo que levou cerca de 2 mil anos para se formar e, no ritmo de derretimento atual, pode desaparecer completamente daqui trinta anos.

Os cientistas criaram mapas de alta resolução, estudaram a história das geleiras, instalaram cinco estações meteorológicas por lá e coletaram amostras. A equipe até adaptou um equipamento de perfuração para carregá-lo montanha acima e extrair um cilindro de gelo de 10 metros da SCG.

Mudanças climáticas causaram o derretimento de 55 metros de gelo – e podem levar ao desaparecimento da geleira daqui trinta anos.

Em três décadas, geleira mais alta do Everest perdeu 2 mil anos de gelo

publicado originalmente em superinteressante

Sonhos…por Walt Disney

“Um dia aprendi que sonhos existem para tornarem-se realidade. E, desde aquele dia, já não durmo pra descansar. Simplesmente durmo pra sonhar.”

💖 Walt Disney

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De onde vem o herpes-zóster?

Estima-se que até um terço da população acima dos 75 anos possa apresentar o herpes-zóster, também conhecido como cobreiro, que faz pipocarem lesões na pele e provoca dores intensas, mesmo depois que vai embora. Veja como o problema aparece e como lidar com ele:

Quem é o culpado?

Na infância, quase todos temos contato com o vírus varicela-zóster, causador da catapora, mesmo que a doença em si e suas típicas manchas vermelhas não apareçam. Depois desse primeiro encontro, o invasor se esconde no sistema nervoso, mais especificamente nos gânglios dorsais — uma espécie de raiz dos nervos localizada na medula espinhal. Ali, o patógeno fica adormecido, controlado pelo nosso sistema imune.

O (re)despertar

Quando acontece uma queda expressiva na imunidade, seja pela idade, seja por uma doença ou por estresse, o vírus encontra um terreno fértil para voltar a se replicar. As cópias caminham dos gânglios dorsais para os nervos sensoriais, que se conectam com a pele. O processo afeta a circulação sanguínea dos arredores e dá início a uma inflamação. Daí vêm as dores típicas — nas costas, no rosto etc.

Veja as causas e como é feito o tratamento dessa infecção comum na terceira idade, cuja incidência aumentou na pandemia

De onde vem o herpes-zóster?

publicado originalmente em Veja saúde

Humanos…por Pitágoras

“O homem é mortal por seus temores e imortal por seus desejos.”

✨Pitágoras

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Assista a “Sem lenço, sem documento Caetano Veloso Festival da Record 1967” no YouTube

💙 Alegria, alegria

Caminhando contra o vento
Sem lenço e sem documento
No sol de quase dezembro
Eu vou

O sol se reparte em crimes
Espaço naves, guerrilhas
Em cardinales bonitas
Eu vou

Em caras de presidentes
Em grandes beijos de amor
Em dentes, pernas, bandeiras
Bomba e Brigitte Bardot

O sol nas bancas de revista
Me enche de alegria e preguiça
Quem lê tanta notícia
Eu vou

Por entre fotos e nomes
Os olhos cheios de cores
O peito cheio de amores vãos
Eu vou


Por que não, por que não
Por que não, por que não

Ela pensa em casamento
E eu nunca mais fui à escola
Sem lenço e sem documento
Eu vou

Eu tomo uma Coca-Cola
Ela pensa em casamento
E uma canção me consola
Eu vou

Por entre fotos e nomes
Sem livros e sem fuzil
Sem fome, sem telefone
No coração do Brasil

Ela nem sabe até pensei
Em cantar na televisão
O sol é tão bonito
Eu vou

Sem lenço, sem documento
Nada no bolso ou nas mãos
Eu quero seguir vivendo, amor
Eu vou

Por que não, por que não?
Por que não, por que não?
Por que não, por que não?

💙Fonte: LyricFind

Compositores: Caetano Emmanuel Viana Teles Veloso

Letra de Alegria, alegria © Warner Chappell Music, Inc

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Usar tom mais alto e exagerado com bebês ajudaria na produção da fala

Por Fabiana Schiavon

Usar um tom de voz mais alto, em uma velocidade mais lenta e exagerando na pronúncia das palavras pode estimular a produção motora e a percepção da fala em bebês de 6 a 8 meses, segundo estudo.

A pesquisa, conduzida pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, consistiu em mudar a frequência de sons emitidos por aparelhos para imitar a voz infantil ou a adulta.

Em seguida, os pesquisadores testaram as reações de 65 crianças divididas em dois experimentos: entre 6 a 7 meses e entre 5 a 7 meses. Os resultados, publicados no periódico científico Journal of Speech, Language and Hearing Research, se diferenciaram de acordo com a idade.

Diferentemente dos bebês de até 6 meses, aqueles entre 6 e 8 meses de idade se sentiram mais atraídos pelos sons infantis, o que indicaria que eles preferem controlar suas vozes e fazer palavras com o balbucio, segundo os autores.

Os padrões associados a esse estilo de falar, que os pesquisadores chamam de “fala dirigida às crianças”, poderiam ser um componente-chave para ajudar os bebês a formular as palavras, no futuro.

+ Leia também: Bebê deve ser incentivado a segurar objetos desde o nascimento, sugere estudo

Não se trata de “infantilizar”

A fala avaliada pelos pesquisadores não se trata de trocar palavras, como “mimir” ao invés de dormir, segundo Lúcia Arantes, professora do programa de pós-graduação de Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP).

“Não é infantilizar, mas pensar que essa fala constrói um laço afetivo”, explica.

De acordo com Arantes, que também é fonoaudióloga do Serviço de Patologia da Linguagem da Divisão de Educação e Reabilitação dos Distúrbios da Comunicação (DERDIC/PUC-SP), há realmente benefícios no “manhês” — que é a forma melodiosa e ritmada como a mãe se dirige ao bebê — conhecida também como baby talk. Confira a entrevista com a especialista:

Mas especialista alerta que o lado afetivo da abordagem é mais importante do que a geração de capacidade linguística

Usar tom mais alto e exagerado com bebês ajudaria na produção da fala

publicado originalmente em Veja saúde

Estação Espacial Internacional será aposentada em 2030

Inaugurada em 2000, a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) possibilitou a presença humana no espaço desde então, abrigando astronautas de diversos países. Mas seus dias estão contados: ela continuará em operação até o final de 2030 e, então, deixará de orbitar a Terra, caindo no Oceano Pacífico.

A ISS viaja ao redor do planeta em uma altitude de aproximadamente 400 km – em uma região conhecida como “órbita terrestre baixa”. Ela funciona como observatório, abriga experimentos científicos em microgravidade e pode funcionar como base para manutenção e preparação de missões espaciais.

A estação foi originalmente planejada para operar por 15 anos, mas análises posteriores apontaram que sua vida útil poderia se prolongar. Em dezembro, a Nasa anunciou que as operações da ISS continuariam até o fim da década. Agora, divulgou um relatório que detalha os planos para desativar a estação.

A agência norte-americana espera economizar US$ 1,3 bilhão em 2031 com a aposentadoria da ISS – dinheiro que poderá ser aplicado em outras frentes, como iniciativas de exploração de regiões mais distantes do espaço.

Mas as atividades no laboratório espacial não param por enquanto. A Nasa afirma que a estação está mais movimentada do que nunca, e esta terceira década de funcionamento será a mais produtiva em relação às pesquisas desenvolvidas por lá.

Agora, um dos objetivos é “estabelecer as bases para um futuro comercial na órbita baixa da Terra”. “Esperamos compartilhar as lições que aprendemos e nossa experiência de operação com o setor privado, para ajudá-lo a desenvolver destinos espaciais seguros, confiáveis e econômicos”, disse Phill McAlister, diretor de espaço comercial da Nasa, em comunicado.

O laboratório espacial está na terceira década de funcionamento e deixará de orbitar a Terra com um mergulho no “Ponto Nemo”, no Oceano Pacífico. Entenda.

Estação Espacial Internacional será aposentada em 2030

publicado originalmente em superinteressante

Uso de extrato de ácaro doméstico alivia sintomas da dermatite atópica

Por Thais Manarini

Um tratamento com extrato de ácaro encontrado na poeira domiciliar se mostrou eficaz na redução de sinais e sintomas da dermatite atópica, doença inflamatória crônica que provoca coceira e lesões na pele.

Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) estudaram os efeitos da imunoterapia, aplicada em gotas sob a língua dos pacientes durante 18 meses.

Após esse período, a coceira e as lesões na pele diminuíram e, em alguns casos, quase desapareceram, sendo raros os efeitos colaterais – foram registradas apenas reações locais leves e transitórias.

O resultado do trabalho, apoiado pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), foi publicado no Journal of Allergy and Clinical Immunology: in Practice.

A imunoterapia consiste na administração de vacinas produzidas com os próprios agentes causadores de alergia (alérgenos), em doses crescentes, a fim de reduzir a sensibilização e induzir tolerância na pessoa alérgica a substâncias como ácaros, polens e venenos de insetos.

+ Leia também: Poluição piora a dermatite atópica

O ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado por placebo – considerado padrão-ouro para avaliar a eficácia de fármacos – foi conduzido entre maio de 2018 e junho de 2020 na Unidade de Pesquisa Clínica do hospital da FMRP-USP.

Um grupo de 66 pacientes recebeu placebo ou imunoterapia sublingual com extrato de ácaro da poeira domiciliar três dias por semana durante 18 meses. Eles foram acompanhados pela médica Sarah Sella Langer, pós-graduanda na FMRP-USP e primeira autora do artigo.

Em estudo, extrato foi aplicado em gotas sob a língua dos pacientes; a coceira e as lesões na pele melhoraram

Uso de extrato de ácaro doméstico alivia sintomas da dermatite atópica

publicado originalmente em Veja saúde

Arqueólogos podem ter descoberto o significado dos gravetos com vértebras humanas no Peru

Em 2013, um grupo de arqueólogos estava investigando uma área de 40 km²no Vale do Chincha (Peru), onde há 664 túmulos. Em um deles, encontraram um artefato macabro: um conjunto de vértebras humanas enfileiradas em um graveto. Eles estavam por toda parte: no total, foram encontrados 192 gravetos por lá.

Os gravetos são conhecidos há bastante tempo por agricultores do Vale, que fica situado a aproximadamente 200 quilômetros ao sul da capital Lima. A equipe de cientistas recolheu 79 gravetos para examiná-los de perto.

Os dados coletados foram reunidos em um estudo, publicado no periódico Antiquity. Segundo os pesquisadores, os objetos podem ter sido criados em resposta ao saque de túmulos realizado por colonizadores espanhóis, 500 anos atrás. Enfileirar as vértebras seria forma simbólica de restaurar a integridade dos restos mortais dos antepassados.

A partir de datação por radiocarbono (técnica que permite determinar a idade de alguns materiais), a equipe descobriu que as vértebras pertenceram a pessoas enterradas entre 1520 e 1550 – uma época conturbada do Vale do Chincha. 

O local foi o centro político da civilização Chincha até se tornar parte do Império Inca por volta do ano 1480. Mas, a partir da chegada dos espanhóis à região na década de 1530, a população local sofreu com invasões, fome e doenças – todo tipo de destruição que levou ao seu declínio.

Embora as vértebras sejam do início dos anos 1550, os gravetos datam de um período posterior, entre 1550 e 1590. Nessa época, não era raro os espanhóis saquearem e a destruírem cemitérios indígenas em busca de artefatos de prata e ouro nos túmulos (chamados de chullpas). Além disso, havia o esforço em atacar crenças e práticas sagradas locais, na tentativa de implantar o catolicismo.

Os arqueólogos investigaram mais de 600 chullpas, como as da imagem.

Segundo os pesquisadores, a construção dos objetos pode ter sido uma resposta aos ataques coloniais, que deixavam os restos mortais dispersos – e, portanto, profanados. Seria um “compromisso de longo prazo” com os mortos, e uma tentativa de reconstruir parte dos esqueletos.

Os objetos foram encontrados em túmulos de 500 anos – e podem ter sido uma resposta dos povos locais aos saques feitos por colonizadores espanhóis.

Arqueólogos podem ter descoberto o significado dos gravetos com vértebras humanas no Peru

publicado originalmente em superinteressante