As hienas são mamíferos encontrados em regiões da África e da Ásia que se parecem com cães, mas são parentes mais próximos dos gatos. Existem quatro espécies de hiena: malhada, marrom, listrada e lobo-da-terra. Esses animais são carnívoros que comem outros mamíferos, répteis, pássaros, insetos etc. Elas se alimentam das carcaças deixadas por outros predadores, […]
Na última vez em que humanos colocaram os pés na Lua, na missão Apollo 17 (1972), os astronautas Gene Cernan e Jack Schmitt martelaram um par de tubos de 35 centímetros na superfície do satélite para coletar amostras do solo lunar.
A Nasa guardou esses materiais, sabendo que, no futuro, os cientistas seriam capazes de analisá-los melhor, equipados com novas tecnologias e novas perguntas. Foram 50 anos de espera. Um dos recipientes foi aberto em 2019; outro passou a ser investigado agora.
As amostras foram guardadas em uma câmara de vácuo e mantidas sob baixas temperaturas. Os cientistas esperam que o armazenamento especial tenha preservado substâncias que teriam se dissipado à temperatura ambiente – como dióxido de carbono. Por isso, só estão abrindo o recipiente agora, com uma ferramenta especial de perfuração construída pela Agência Espacial Europeia (ESA), que poderá extrair cuidadosamente os gases lunares eventualmente presentes na amostra.
A equipe começou a abrir um tubo protetor externo à amostra em 11 de fevereiro. Depois, em 23 de fevereiro, começou o processo para perfurar o recipiente interno – que deve se estender por várias semanas. Após extrair quaisquer gases lunares que ainda estejam dentro do tubo, os cientistas vão remover as rochas e a porção de solo lunar do recipiente.
A expectativa é que a análise ajude os cientistas a compreender a história geológica e a evolução da Lua. “Cada componente de gás analisado pode ajudar a contar uma parte diferente da história sobre a origem e evolução de substâncias voláteis na Lua e no início do Sistema Solar”, diz Francesca McDonald, que liderou a construção da ferramenta da ESA.
Quem conduz o estudo são pesquisadores do Apollo Next Generation Sample Analysis Program (ANGSA), programa da Nasa que coordena a análise de antigas amostras lunares, coletadas pela Apollo 15 e pela Apollo 17.
Os estudos de agora também poderão mostrar aos cientistas se os processos de armazenamento utilizados realmente conservaram os materiais lunares – informações importantes para coletas em futuras missões à Lua, como o programa Artemis, da Nasa.
Segundo a astroquímica Jamie Elsila, a espera para estudar as amostras valeu a pena. “Nossa sensibilidade analítica melhorou muito e novos métodos foram desenvolvidos para isolar os compostos nos quais estamos interessados, dando-nos uma capacidade de detecção que não era possível há 50 anos.”
Recipiente armazenado em condições especiais, que pode conter gases lunares, está sendo aberto com ferramenta especial construída pela Agência Espacial Europeia.
“A cada dia o sol ilumina um mundo novo. Aquilo que chamamos de rotina está repleta de novas propostas e oportunidades. Hoje em algum lugar um tesouro te espera .Pode ser um pequeno sorriso, pode ser uma grande conquista , não importa. A vida é feita de pequenos e grandes, ela está sempre nos testando, nos oferecendo combates que nos educam e glorificam. Descubra a alegria de ser essa pessoa linda e uma surpresa para você mesmo. Afinal, a melhor maneira de servir à DEUS é indo ao encontro de seus próprios sonhos.”
Em 1914, a Expedição Imperial Transatlântica deixou o Reino Unido rumo à Antártida com um objetivo ambicioso: o explorador Ernest Shackleton e os 27 homens sob seu comando queriam ser os primeiros a atravessar o continente gelado a pé.
A missão, porém, transformou-se em uma luta histórica por sobrevivência – que durou 22 meses e foi concluída com êxito pela tripulação depois que o navio Endurance se chocou contra o gelo no Mar de Weddell, ao leste da Península Antártica, e naufragou em 1915. A Super já narrou essa aventura, e você pode lê-la aqui.
Agora, o navio foi encontrado em condições excelentes de preservação a uma profundidade de 3.008 metros, segundo comunicado publicado nesta quarta (9) pela instituição inglesa Falklands Maritime Heritage Trust (FMHT), que patrocinou a expedição de busca.
O Endurance foi encontrado sete quilômetros ao sul da posição registrada com a ajuda de um sextante pelo capitão Frank Worsley (sextante é um instrumento para medir distâncias, símbolo da navegação marítima). Segundo John Shears, líder da expedição de busca Endurance22, a busca pelo naufrágio foi a mais desafiadora do mundo.
Uma tentativa anterior de encontrar o navio histórico aconteceu há três anos, em uma expedição de seis semanas chamada Weddell Sea Expedition 2019. Na época, muito gelo marinho cobria a região, o que causou a perda de dois veículos de busca submarina e obrigou o retorno da equipe para evitar que o navio quebra-gelo Agulhas II não ficasse preso.
A Endurance22 certamente se valeu das lições aprendidas em 2019, mas também teve o clima a seu favor: no mês passado, houve a menor extensão de gelo marinho da Antártida já registrada por satélites.
A missão partiu da Cidade do Cabo, na África do Sul, em 5 de fevereiro. Foi novamente realizada a partir de um Agulhas II e utilizou submersíveis chamados Sabertooth (“dente de sabre”, em inglês), operados remotamente pela equipe do navio. Foram duas semanas de busca em uma área predefinida, baseada nas coordenadas do capitão Worsley.
Embarcação histórica afundou no Mar Weddell em 1915, quando Shackleton e sua tripulação tentaram atravessar a Antártida a pé.