Dicas muito legais da “Catraca Livre”… sobre a venda de memes…
Uma grana extra sempre vai bem…

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Dicas muito legais da “Catraca Livre”… sobre a venda de memes…
Uma grana extra sempre vai bem…

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Ai, ai, ai, ai… está chegando a hora?!
Vamos acompanhar o Professor José em uma análise da “live” daquele “senhor”…
É vergonha prá mais de metro…😕
Roda…

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Tem coisa mais linda que deixar um legado de amor neste mundo?
O casal Lélia e Sebastião Salgado criadores do INSTITUTO TERRA,com certeza fazem sua parte neste imenso ecossistema… inspirador ! 💚💚💚

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Pesquisas indicam que ajustes na dieta e no estado nutricional colaboram para a recuperação e a qualidade de vida após a infecção pelo coronavírus.
Após mais de um ano do início da pandemia da Covid-19, todos nós imaginávamos que, a esta altura, já estaríamos livres da doença. Infelizmente isso não aconteceu e, com o aumento de casos nos últimos meses, é importante conhecermos os melhores cuidados na fase de recuperação do problema, que pode abranger, inclusive, adaptações na alimentação.
Reabilitação pós-Covid: como a alimentação pode ajudar?
publicado originalmente em Veja
Aonde arrumar dinheiro para minimizar os efeitos econômicos da pandemia?!
Ninguém sabe, ninguém viu …
Tia Rita tens umas idéias geniais…eu assino embaixo…

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Ela também foi a mais regravada. Levantamento do Ecad revela suas músicas de maior sucesso nos últimos anos.
Nesta quinta (29), completam-se 30 anos desde a morte do cantor e compositor de grandes sucessos da música brasileira, Gonzaguinha. O artista morreu em 1991, após sofrer um acidente automobilístico na cidade de Marmeleiro, no Paraná. Em sua homenagem, um levantamento do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) revela suas músicas de maior sucesso nos últimos anos.
30 anos sem Gonzaguinha: ‘O que é o que é?’ é a música mais tocada
publicado originalmente em Veja
Bola de meia,Bola de gude…🎠🏐
Há um menino, há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente
O sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra o menino me dá a mão
E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo
Não quero viver como toda essa gente insiste em viver
Não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal
Há um menino, há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente
O sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra o menino me dá a mão
E me fala de coisas bonitas que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo
Não quero viver como toda essa gente insiste em viver
E não posso aceitar sossegado qualquer sacanagem
Ser coisa normal
Bola de meia
Bola de gude
Um solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança um menino me dá a mão
Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto fraqueja ele vem pra me dar a mão
🎠🏐🧚Fonte: Musixmatch
Compositores: Milton Nascimento / Fernando Brant
Letra de Bola de meia, bola de gude © Nascimento Edicoes Musicais Ltda

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Os doces de tabuleiros como as cocadas e doces de leite é uma tradição que foi desenvolvida nas mesas da realeza portuguesa no Brasil colonial. Isso sem falar nas deliciosas rabanadas e fios de ovos trazidas pelos nossos parentes lusitanos. A origem dos doces de ovos nascidos em Portugal vêm das freiras. Elas usavam claras […]
Comidas e folclore: Os doces de tabuleiros
Prá quem ainda acredita que cloroquina, ivermectina…e outras “tinas” resolvem o problema da matança brasileira, Átila Iamarino e o Doutor Bruno Caramelli travam um diálogo frutífero sobre este assunto que, aliás, já deveria estar encerrado.
Vamos aos fatos!

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Em Incêndio no Museu, o animal mais famoso da história do Rio ganha outro nome e, junto a outros bichos, ajuda a apagar o fogo que consumiu a instituição.
Em 1988, o carismático macaco Tião, ilustre morador do zoo carioca, marcou seu nome na história do Rio ao receber 400 000 votos para se tornar prefeito da cidade, como forma de protesto da população. Quando morreu, em 1996, aos 33 anos, foi decretado luto oficial no Rio, e sua morte chegou a ser noticiada na primeira página do jornal francês Le Monde.
Macaco Tião inspira personagem de livro infantil sobre Museu Nacional
publicado originalmente em Veja