Dia de Proteção às Florestas: saiba de onde vem o produto que você consome e a importância disso

Comprar alimentos da Amazônia, produzidos de maneira sustentável, mantém a floresta em pé, famílias no território e gera bem-estar e saúde para todos A biodiversidade é um bem compartilhado com o planeta. Por isso, a preocupação em conservar a Amazônia não é somente uma questão nacional e está no topo da lista dos grandes líderes […]

Dia de Proteção às Florestas: saiba de onde vem o produto que você consome e a importância disso

publicado originalmente em blog do pedlowski

Assista a “Pazuello ACUSADO! 122 MILHÕES? PGR: enfim, atrás de Bolsonaro! Assalto ao Bolsa Família!” no YouTube

Ai ai ai ai… está chegando a hora…

Mal podemos esperar 🙄

Professor José com as últimas…a esta altura já não mais!

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Assista a “NUNCA MAIS JOGUE A CASCA DA BANANA FORA!BOLO DE LIQUIDIFICADOR FÁCIL-MACIO-DELICIOSO-Isamara Amâncio” no YouTube

Hummmm…bolo de banana,tudo de bom 😍

Receita fácil e econômica 😉💕

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Os dinossauros estavam em declínio antes de sua extinção, aponta estudo

Há 66 milhões de anos, um asteroide causou uma extinção em massa na Terra. Ele caiu na Península de Yucatán, no México, e seu impacto desencadeou uma devastação ambiental levantando uma grande nuvem de poeira e bloqueando parte da luz solar. O evento resultou na extinção de cerca de 70% das espécies presentes na Terra, incluindo os dinossauros não-aviários – restaram apenas aqueles que deram origem às aves modernas.

Há milhões de anos um asteroide causou uma extinção em massa que desapareceu com quase todos os dinossauros. Mas cientistas defendem que esse teria sido apenas o golpe final.

Os dinossauros estavam em declínio antes de sua extinção, aponta estudo

publicado originalmente em superinteressante

Gatos podem ter ficado mais afetuosos durante a pandemia, sugere estudo

A pandemia e o isolamento social influenciam – e muito – nossa saúde mental. Mas você já parou para pensar como os animais de estimação são afetados por esse contexto?

Um novo estudo, liderado por cientistas das Universidades de York e de Lincoln (ambas do Reino Unido), investigou mudanças no bem estar e no comportamento dos bichinhos a partir de relatos de seus respectivos donos. O estudo analisou associações entre essas mudanças e as alterações ocorridas na rotina diária e na saúde mental das pessoas com o lockdown.

Pesquisadores do Reino Unido entrevistaram mais de 5 mil pessoas para investigar o impacto do isolamento nos animais de estimação. Os cães apresentaram as piores mudanças no comportamento.

Gatos podem ter ficado mais afetuosos durante a pandemia, sugere estudo

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Bolsonaro ameaça Ministros! CPI: fatos e gente estranha! Miranda vai se vingar? Br assaltada!” no YouTube

Cada novo desdobramento mais artimanhas e corrupção vindo a tona…

O que falta para acabar esse absurdo desgoverno?!

Professor José em sua sempre bem vinda análise.

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Genoma da lagosta pode revelar segredos da longevidade do animal

Geralmente, o envelhecimento é visto como um processo acompanhado de um enfraquecimento e aumento da incidência de doenças. Mas nem sempre é assim – nem mesmo entre invertebrados marinhos. Um grande exemplo é a Homarus americanus, ou lagosta americana. As lagostas apresentam uma surpreendente longevidade. Elas podem viver até 100 anos na natureza e passam a vida crescendo, sem perder força nem fertilidade com o passar do tempo.

Equipe de cientistas produziu o sequenciamento do genoma da lagosta americana mais completo até hoje – e ele pode revelar como o crustáceo, que vive até 100 anos, raramente sofre com o câncer.

Genoma da lagosta pode revelar segredos da longevidade do animal

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Milton Nascimento e Chico Buarque – O que será” no YouTube

❣️O que será…

O que será que me dá
Que me bole por dentro, será que me dá
Que brota à flor da pele, será que me dá
E que me sobe às faces e me faz corar
E que me salta aos olhos a me atraiçoar
E que me aperta o peito e me faz confessar
O que não tem mais jeito de dissimular
E que nem é direito ninguém recusar
E que me faz mendigo, me faz suplicar
O que não tem medida, nem nunca terá
O que não tem remédio, nem nunca terá
O que não tem receita

❣️

O que será que será
Que dá dentro da gente e que não devia
Que desacata a gente, que é revelia
Que é feito uma aguardente que não sacia
Que é feito estar doente de uma folia
Que nem dez mandamentos vão conciliar
Nem todos os unguentos vão aliviar
Nem todos os quebrantos, toda alquimia
E nem todos os santos, será que será
O que não tem descanso, nem nunca terá
O que não tem cansaço, nem nunca terá
O que não tem limite

❣️

O que será que me dá
Que me queima por dentro, será que me dá
Que me perturba o sono, será que me dá
Que todos os tremores me vêm agitar
Que todos os ardores me vêm atiçar
Que todos os suores me vêm encharcar
Que todos os meus nervos estão a rogar
Que todos os meus órgãos estão a clamar
E uma aflição medonha me faz implorar
O que não tem vergonha, nem nunca terá
O que não tem governo, nem nunca terá
O que não tem juízo

❣️ Compositor: Chico Buarque


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A qualidade do sono afeta a eficácia da vacina contra o coronavírus?

O pleno funcionamento do sistema imunológico depende de vários fatores, sendo o sono um dos mais importantes. É durante esse período de descanso que as defesas do nosso organismo são aperfeiçoadas. Mas será que pregar os olhos também influencia na eficácia das vacinas – incluindo a que protege contra o coronavírus?

De acordo com a biomédica Daniela Santoro Rosa, pesquisadora do Instituto do Sono, em São Paulo, nos últimos anos diversos estudos têm mostrado que existe uma interação importante entre o repouso e o sistema imune.

Já se sabe que dormir bem é essencial
para o bom funcionamento da imunidade. Mas será que esse hábito tem impacto na ação da vacina da Covid-19?

A qualidade do sono afeta a eficácia da vacina contra o coronavírus?

publicado originalmente em Veja saúde

Há 20 mil anos, o leste asiático viveu uma outra epidemia de coronavírus

Uma epidemia de coronavírus que ocorreu na Ásia pré-histórica deixou marcas nos genes das populações vivas hoje – talvez, para melhor. É o que concluiu um estudo feito por pesquisadores da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, e da Universidade de Adelaide, na Austrália. A pesquisa sugere que o vírus infectou o leste asiático entre 25 e 20 mil anos atrás. 

Na pré-história, moradores do leste da Ásia precisaram se adaptar ao vírus – e isso deixou marcas no DNA da população atual.

Há 20 mil anos, o leste asiático viveu uma outra epidemia de coronavírus

publicado originalmente em superinteressante