Assista a “ANSIEDADE: Reflexões filosóficas – Lúcia Helena Galvão” no YouTube

Ansiedade…um dos males do século. A filosofia nos dá uma valiosa luz nestes dias conturbados.

Professora Lúcia Helena Galvão e Nova Acrópole aqui!

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Poderoso Mantra Destruidor de Negatividade – Bolo Bolo Om Namah Shivaya …

Um poderoso mantra para um Deus de Poder!

Seja Positivo, Grato e tudo de bom se concretizará.

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Assista a “Quem foi MARIA MADALENA? Por que ela foi REJEITADA pelos discípulos de JESUS? – A Real História” no YouTube

Cultura e informação?

Temos!

Fatos Desconhecidos aqui!

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Mágicas Imagens ✨✨

Camboriú SC Brasil

Um olhar… por Mágica Mistura

“Um olhar de verdade para uma situação pode clarear totalmente o que antes era dúvida…um olhar carinhoso para dentro de si, com carinho e perdão, deixa a alma leve e pronta para voar.”

Mágica Mistura

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Tombos…por Mágica Mistura

“Na maioria das vezes um tombo é uma oportunidade extraordinária de nos reavaliarmos e recomeçar a caminhada mais lúcidos e fortes. Por vezes é só um tombo mesmo, daí sacudimos a poeira, agradecemos a platéia, e vamos em frente para o próximo ato!”

Mágica Mistura

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Explicação…por Mario Quintana

“Tempo:
Coisa que acaba de deixar a querida leitora um pouco mais velha ao chegar ao fim desta linha.”

Mario Quintana

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Cannabis medicinal: o que esperar dela?

A planta Cannabis sativa, popularmente conhecida como maconha, consta de farmacopeias pelo mundo há séculos. Faz tempo que a humanidade a utiliza não só pelos efeitos recreativos mas também terapêuticos — uma lista de indicações que incluía de bronquite a insônia. Na década de 1920, um brasileiro podia ir à farmácia comprar cigarros de cannabis numa boa. A história começou a mudar nos anos 1930. Leis proibicionistas restringiram as vendas e a utilização. Em 1961, num cenário de convulsões culturais, ela passou a ser considerada “substância extremamente prejudicial à saúde” pela Organização das Nações Unidas (ONU). Virou “droga”, na acepção mais comum da palavra. A decisão, considerada equivocada por especialistas, empacou as pesquisas que exploravam o caráter medicinal da planta. Como sabemos, os predicados “antigo” e “natural” não são sinônimos de “seguro” e “eficaz”. Mas a cannabis prometia. Assim, cientistas seguiram estoicamente testando a erva a despeito das restrições. O Brasil inclusive virou referência no assunto. Nos anos 1970, o médico Elisaldo Carlini, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), usava plantas apreendidas pela polícia e chegou a fazer seu próprio cultivo para estudar as propriedades da cannabis. “Já naquela época, ele ensinava que era necessário romper barreiras e enfrentar dogmas”, recorda o farmacêutico Paulo Eduardo Orlandi Mattos, pesquisador da Unifesp que colaborou com Carlini. O professor que desafiou o establishment faleceu em 2020, aos 90 anos, e foi citado em mais de 12 mil trabalhos científicos. A medicina está colhendo agora os frutos da dedicação de Carlini e de outros estudiosos, como o bioquímico israelense Raphael Mechoulan, que, nos anos 1960, descreveu os principais componentes ativos da maconha. Dois meses depois da morte do médico brasileiro, em dezembro de 2020 a mesma ONU reconheceu as propriedades terapêuticas da cannabis e a retirou da lista de substâncias perigosas como o crack. Pesquisas clínicas de qualidade atestam sua eficácia para algumas doenças e sintomas. E a legislação brasileira também mudou. Hoje é possível comprar, com receita médica, produtos à base de cannabis nas drogarias. Por outro lado, a merecida empolgação e um mercado em expansão também deram origem a um rótulo de panaceia, como se a planta resolvesse qualquer parada — e relatos individuais estouraram na mídia se sobrepondo a estudos e incertezas. Estamos diante de um admirável e promissor mundo novo estrelado por essa velha conhecida, só que a banalização sem chancela científica pode queimar (de novo) o filme dela.

Depois de décadas de estudos, o uso terapêutico da maconha supera estigmas e ganha holofotes, mas a banalização desperta preocupações

Cannabis medicinal: o que esperar dela?

publicado em Veja saúde

Pitaia pelo bem das artérias

A exuberância da casca rosada, que remete a escamas, fez a pitaia ser conhecida em outros cantos do mundo como fruta-do-dragão. Mas, contrariando o apelido, seu sabor é suave e docinho. E, de acordo com uma pesquisa publicada no periódico The American Journal of Clinical Nutrition, o alimento é um potente aliado dos vasos sanguíneos. O experimento, feito pelo Kings College de Londres, na Inglaterra, convidou 19 adultos saudáveis a incluírem a fruta na rotina e constatou que, em um curto período, isso aprimorou a função e o estado do endotélio, o tecido que reveste internamente as artérias e é crucial para uma boa circulação do sangue. Os cientistas ligam essa propriedade — e sua capacidade de reduzir a rigidez dos vasos — ao alto teor de betalaína, um pigmento do fruto com efeitos antioxidante e anti-inflamatório. +Leia Também: Crianças que comem mais frutas e vegetais teriam melhor saúde mental

Raio X da fruta

O que você encontra em uma porção de 100 g de pitaiaCarboidrato 11,4 g Proteína 1,4 g Gordura 0,4 g Vitamina C 8 mg Cálcio 10 mg Fósforo 26 mg +Leia Também: Diabéticos podem consumir qualquer tipo de fruta?

Riqueza vegetal

Nutricionistas admiram a pitaia por agregar bastante águavitaminasminerais e compostos antioxidantes. Fora a defesa da saúde vascular, a fruta é um ótimo hidratante natural e ajuda a regular o intestino. Também é pouco calórica. Há a versão de polpa avermelhada (com mais pigmentos protetores) e a de polpa branca. 

Estudo atesta que consumo regular dessa fruta é vantajoso à circulação. Que tal levá-la na próxima visita à feira?

Pitaia pelo bem das artérias

publicado em Veja saúde

Pela primeira vez, cientistas encontram CO2 em planeta fora do Sistema Solar

O WASP-39b está a 700 anos-luz da Terra, e a descoberta só foi possível graças ao recém-lançado telescópio James Webb.

Pela primeira vez, cientistas encontram CO2 em planeta fora do Sistema Solar

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