Receitinha de bolo de banana? Temos também!
Trás o café?
Isamara Amâncio dá a dica!

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Receitinha de bolo de banana? Temos também!
Trás o café?
Isamara Amâncio dá a dica!

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Agora e às vezes, enxergo com nitidez.
Olho e vejo tudo como é, claro e chato
Mas dura pouco, quase nada
Lá vou eu pra terra do nunca, outra vez
Neste lugar que só eu conheço
Posso ser de tudo um pouco
Ou tudo junto, dia, hora, ano ou mês
Parece coisa de louco?
Pode apostar que é sim
A terra do nunca é minha, caro colega
É uma doideira só…
Invenções da minha mente
Lá moro eu velha, moça e garotinha!
De dia começa a noite, ou a tarde…
E termina de manhãzinha…

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Mais de 1,5 bilhão de seres humanos convivem com a perda de audição, segundo a estimativa do projeto Global Burden of Disease em cima de dados colhidos em 2019. A iniciativa faz revisões e projeções de doenças pelo planeta com base em informações populacionais de centenas de países.
No caso do déficit auditivo, 62% dos indivíduos com o problema têm mais de 50 anos, e ao redor de 403 milhões de pessoas encaram prejuízos em nível moderado ou severo. Com o envelhecimento mundo afora, o trabalho prevê que, em 2050, haverá 2,45 bilhões de pessoas com perda de audição.
Isso conclama ações de prevenção e controle urgentes. Os pesquisadores encorajam medidas como o rastreamento de déficit auditivo na infância, o manejo de infecções capazes de comprometer o ouvido e o maior acesso a aparelhos auditivos e procedimentos como o implante coclear.

Levantamento internacional indica que uma em cada cinco pessoas no mundo sofre com algum grau de prejuízo para ouvir. Veja esta e outras notícias
Radar da saúde: uma pandemia de perda auditiva e outros destaques
publicado originalmente em Veja saúde
Um programa que a gente espera a semana inteira?….
Ecologia, resistência, paisagens lindas e gente que faz a diferença.
Repórter Eco por aqui!

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Monja Coen com sua amável presença, nos trazendo momentos únicos de sabedoria e conhecimento.

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“Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada… Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro…”
🌻Clarice Lispector

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Camboriú SC Brasil

O ômega-3 pode ter ação contra a enxaqueca, segundo uma nova pesquisa. Publicado no periódico The British Medical Journal (BMJ), o estudo foi feito por pesquisadores americanos com 182 pessoas que relatavam enxaquecas frequentes. Elas foram divididas em três grupos e receberam diferentes estilos de alimentação.
Durante o experimento, os participantes anotaram o número e a intensidade das crises e quantas vezes precisaram recorrer a remédios para controlá-las. Quem seguiu a dieta com mais peixes gordurosos, que concentram altos níveis de ômega-3, apresentou uma redução de 30 a 40% nas dores.
“Esse ácido graxo age no sistema nervoso central, onde reduz moléculas inflamatórias envolvidas na fisiopatologia da enxaqueca”, explica a nutricionista Camila Caverni, da Sociedade Brasileira de Cefaleia. “Os efeitos são sentidos quando o consumo é diário.”
Quem sofre de enxaqueca precisa redobrar a atenção na hora de montar o prato:
O que deve entrar
LEIA TAMBÉM: Comida para proteger o cérebro
O que cortar
Em estudo, o benefício do nutriente foi notado após 16 semanas de consumo
Ômega-3 contra a enxaqueca
publicado originalmente em Veja saúde

O continente antártico nem sempre foi dominado pelas cores brancas e frias. Uma pesquisa publicada nesta quarta-feira (20) no jornal acadêmico Polar Research mostrou que, durante o período Cretáceo, há 75 milhões de anos, a Antártida não só tinha florestas, como também enfrentava incêndios naturais.
A conclusão é baseada em um pedaço de madeira carbonizado encontrado em uma expedição no continente gelado realizada em 2016. Na época, pesquisadores do projeto Paleoantar estavam explorando a formação de Santa Marta, ao nordeste da ilha de James Ross, quando se depararam com o registro fóssil. Apesar de estar totalmente queimado em seu exterior, os cientistas conseguiram usar análises laboratoriais para descobrir que o fragmento era uma lasca de árvore queimada da família Araucariaceae.

Fóssil de madeira carbonizada encontrado por pesquisadores durante expedição na Antártida.
Diversos fatores que podem desencadear incêndios naturais, como a queda de raios e até a própria combustão natural. Neste caso, os cientistas sugerem que o incêndio tenha sido causado pela erupção de vulcões, que eram mais comuns na época.
O continente gelado já foi verde – e passou por queimadas causadas por vulcões. Veja o que revela a pesquisa realizada pelo projeto brasileiro Paleoantar.
Antártida enfrentava incêndios espontâneos há 75 milhões de anos
publicado originalmente em superinteressante

Cerca de 2 milhões de brasileiros sofrem de artrite reumatoide, segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR). Falamos de uma doença autoimune que faz o próprio corpo atacar as articulações. Com isso, provoca inchaço, rigidez, dores nas juntas, além de poder deixar o indivíduo impossibilitado de fazer as tarefas mais simples do dia a dia, como pentear os cabelos.
Mas não precisa ser assim. Quando o tratamento começa a ser feito sobretudo nos primeiros três meses após o início dos sintomas, é possível impedir ou minimizar a progressão dessa condição inflamatória.
O problema é que na vida real isso não ocorre com frequência. Uma pesquisa feita pelo Instituto Ipsos a pedido da farmacêutica Janssen aponta que 54% dos pacientes demoram anos para chegar ao diagnóstico correto. Para o levantamento, foram ouvidos 144 brasileiros com artrite reumatoide e outras doenças autoimunes.
“Antes de chegar ao reumatologista, que é o profissional habilitado para identificar a doença e indicar o tratamento, essas pessoas passaram por cinco especialidades diferentes. Na saúde pública, isso pode levar anos”, afirma Dawton Torigoe, reumatologista da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e membro da SBR
Para mudar esse cenário, pessoas com sintomas, como inchaço, dor nas juntas e rigidez, devem visitar o médico certo para dar início ao tratamento eficaz
Demora no diagnóstico de artrite reumatoide reduz a qualidade de vida
publicado originalmente em Veja saúde