Dinossauros viviam em grupo há 193 milhões de anos, indica estudo

Cem ovos e 80 esqueletos de dinossauros compõem a descoberta paleontológica que está sendo considerada, por alguns especialistas, como uma das principais deste ano. O conjunto de fósseis encontrado na Argentina é a evidência mais antiga conhecida de que dinossauros viviam em grupos – e ficavam separados de acordo com suas idades.

Os achados aconteceram na Formação Laguna Colorada, no sul da Patagônia, famosa por abrigar fósseis de dinossauros da espécie Mussaurus patagonicus. Foram esses que a equipe internacional de cientistas encontrou por meio de escavações ao longo dos últimos anos, e analisou no estudo publicado na revista Scientific Reports.

Não é novidade que os dinossauros eventualmente viviam em bandos. Mas o comportamento só era encontrado em animais que existiram até 150 milhões de anos atrás. As descobertas recentes sugerem que eles já viviam em comunidade 40 milhões de anos antes: no início do período Jurássico.

Mussaurus patagonicus era um dinossauro herbívoro, cujo peso aproximado de 1,5 tonelada se distribuía em um corpo de 3 metros de altura e 8 de comprimento. A espécie faz parte de um grupo chamado sauropodomorfo, composto por dinossauros de pescoço e cauda longa.

Ovos e esqueletos do Mussaurus patagonicus indicam que a espécie se organizava em “panelinhas” separadas por idade.

Dinossauros viviam em grupo há 193 milhões de anos, indica estudo

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Cássia Eller & Nando Reis – Relicário” no YouTube

🍀 Relicário

É uma índia com colar
A tarde linda que não quer se pôr
Dançam as ilhas sobre o mar
Sua cartilha tem o A de que cor?

O que está acontecendo?
O mundo está ao contrário e ninguém reparou
O que está acontecendo?
Eu estava em paz quando você chegou

E são dois cílios em pleno ar
Atrás do filho vem o pai e o avô
Como um gatilho sem disparar
Que invade mais um lugar
Onde eu não vou

O que você está fazendo?
Milhões de vasos, nenhuma flor
Oh uô uô, o que você está fazendo?
Um relicário imenso deste amor

Corre a lua porque longe vai?
Sobe o dia tão vertical
O horizonte anuncia com o seu vitral
Que eu trocaria a eternidade por esta noite

Porque está amanhecendo?
Peço o contrario, ver o sol se pôr oh uô uô uô
Porque está amanhecendo?
Se não vou beijar seus lábios quando você se for

Quem nesse mundo faz o que há durar
Pura semente dura o futuro amor
Eu sou a chuva pra você secar
Pelo zunido das suas asas você me falou

E o que você está dizendo?
Milhões de frases, nenhuma cor, ôô
O que você está dizendo?

Uh huh
Um relicário imenso deste amor

O que você está dizendo?
O que você está fazendo?
Por que que está fazendo assim?
Está fazendo assim?Está fazendo assim?Está fazendo assim?

🍀Fonte: LyricFind

Compositores: José Fernando Gomes Dos Reis

Letra de Relicário © Warner Chappell Music, Inc

imagens do Pinterest

No século 19, sobreviventes da febre amarela já usavam passaportes de imunidade

Em 1804, o território de Gibraltar, localizado ao sul da Península Ibérica, passou por uma epidemia de febre amarela. Ao longo de quatro meses, mais de 2,2 mil pessoas morreram pela doença, que é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. As autoridades de saúde tentavam frear o problema, mas essa não era uma tarefa fácil – já que naquela época ninguém sabia explicar como ocorria a transmissão. 

Gibraltar era um território estratégico, já que ficava ao lado da única rota que permitia a entrada no Mediterrâneo pelo Oceano Atlântico. Era um Território Britânico Ultramarino, e servia de fortaleza para muitos militares. As pessoas viviam amontoadas dentro dos muros da colônia, dividindo um quarto para dez pessoas, por exemplo.

Além disso, nenhum rio ou nascente atravessava o território – a população precisava coletar a água da chuva em baldes para consumo próprio. Era a receita para o desastre: a água parada combinada ao ambiente quente do verão formam um prato cheio para o Aedes aegypti. As infecções só cessariam com a chegada do inverno. 

A epidemia de 1804 não foi a única: também ocorreram surtos em 1810, 1813, 1814 e 1828. Uma pesquisa publicada no periódico científico BMJ Global Health mostra que as autoridades já estavam mais preparadas para o segundo surto. Foi criado um acampamento de quarentena, para onde os infectados eram levados à força até que a situação no território melhorasse. Cerca de 4 mil pessoas passaram por lá.

Moradores de Gibraltar, na Península Ibérica, recebiam “passes de febre” que liberavam a circulação no território. Dois deles estão guardados em um museu nacional.

No século 19, sobreviventes da febre amarela já usavam passaportes de imunidade

publicado originalmente em superinteressante

Brasil continua a vender Clorpirifós, agrotóxico banido nos EUA, e que foi ligado a diminuição do QI de crianças

Banido recentemente dos EUA, Europa e Argentina, inseticida clorpirifós continua na lista dos mais vendidos no Brasil. Não há data para revisão Por Pedro Grigori – Agência Pública/Repórter Brasil

  Em agosto deste ano, os Estados Unidos baniram o uso do inseticida clorpirifós depois que estudos apontaram problemas causados por este agrotóxico à saúde humana, entre […]

Brasil continua a vender Clorpirifós, agrotóxico banido nos EUA, e que foi ligado a diminuição do QI de crianças

publicado originalmente em blog do pedlowski

Assista a “★ Semana Despertar Zen Episódio 4” no YouTube

Mais um episódio da Semana Despertar Zen com a Monja Coen.

Sabedoria e doçura em super dose 💕

imagens do Pinterest

Cura…por Sêneca

“É parte da cura o desejo de ser curado.”

🍀Sêneca

imagens do Pinterest

Mágicas Imagens ✨✨

Assista a “Repórter Eco | 24/10/2021” no YouTube

Notícias do meio ambiente, paisagens naturais e muita informação.

Tudo isso e muito mais no Repórter Eco!

imagens do Pinterest

O mundo…por Santo Agostinho

“O mundo é um livro, e quem fica sentado em casa lê somente uma página.”

✨Santo Agostinho

imagens do Pinterest

Vamos valorizar a polpa do coco verde

Todo ano, cerca de 2 milhões de toneladas de coco são destinadas à extração da água. “Isso significa que 60 mil toneladas de polpa acabam descartadas”, calcula a engenheira de alimentos Renata Torrezan, pesquisadora da Embrapa Agroindústria de Alimentos.

Atentos ao desperdício, ela e colegas decidiram mostrar que é possível tirar proveito do interior do alimento. Assim, usaram a polpa do coco verde para elaborar doces e bebidas. “Agregando valor a essa parte, quem fabrica a água pode sair ganhando, assim como empresas interessadas na diversificação de seus produtos”, analisa Renata.

Em testes sensoriais, um ótimo indicativo: os voluntários não só gostaram das invenções com a polpa como se mostraram interessados em comprá-las.

Atributos internos

Algumas vantagens da polpa da fruta…

  • Mais leve: Ao contrário do coco maduro, o verde não se desenvolveu totalmente. Assim, é menos calórico.
  • Sabor suave: Por causa do gosto, Renata conta que a polpa casa bem com várias frutas, sobretudo as ácidas.
  • Rico em minerais: O alimento traz elementos como potássio, magnésio, cálcio, fósforo, manganês e zinco.
  • Poder de saciar: A polpa tem um pouco de fibras e gorduras como o ácido láurico. A dupla dá saciedade.

Enaltecido por causa da água, o fruto tem muito mais a oferecer

Vamos valorizar a polpa do coco verde

publicado originalmente em Veja saúde