Que a justiça seja feita, que as verdades descortinadas em tantas sessões, por vezes tristes até doer a alma, possam servir ao menos para ajudar a punir tantas barbaridades que ficaram comprovadas na CPI.
Nesta segunda-feira (25), a Blue Origin, empresa de Jeff Bezos, anunciou seus planos de construir uma nova estação espacial: a Orbital Reef. Outras instituições privadas, como a Sierra Space e a Boeing, também estão envolvidas no projeto, que deve ser entregue até 2030. O fim da década marcará também a possível aposentadoria da Estação Espacial Internacional (ISS), que no auge de seus vinte e poucos anos já vem apresentando problemas técnicos.
É possível que a Nasa entre com dinheiro em algum momento, mas os empresários envolvidos não querem se prender à possibilidade. Por enquanto, todo o financiamento virá da iniciativa privada, com cada uma das empresas sendo responsável por um segmento: a Blue Origin, por exemplo, fornecerá seu foguete New Glenn para levar os primeiros equipamentos da estação ao espaço. Enquanto isso, a Sierra Space cuidará das habitações e também do transporte de astronautas. A última função também deve ser executada pela Boeing.
Também estão envolvidas as empresas Redwire Space, Genesis Engineering Solutions e a Universidade Estadual do Arizona. Enquanto as duas primeiras cuidam do envio de material e excursões turísticas, a instituição de ensino estará envolvida na parte de consultoria de pesquisa.
A empresa de Jeff Bezos, em parceria com outras instituições privadas, tem planos de colocar o módulo em órbita até 2030. A estação poderá substituir a ISS.
Cientistas da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, recrutaram 52 adultos com alto risco cardíaco e, enquanto uma parte recebeu 68 gramas de noz-pecã — o equivalente a 470 calorias —, outra não consumiu o alimento. Após dois meses, houve queda de 5% no colesterol total e de 9% no tipo LDL, considerado ruim, entre quem ganhou o petisco.
“São reduções consideráveis para um curto período”, avalia a nutricionista Cristiane Cominetti, da Universidade Federal de Goiás (UFG). Em geral, as oleaginosas são ricas em gorduras boas, fibras e compostos bioativos.
“Mas é preciso cautela antes de extrapolar um estudo para a vida real”, pondera. Afinal, 68 g é bastante coisa e pode impactar o peso lá na frente. “E há outros hábitos essenciais para o melhor controle de doenças cardíacas”, ressalta Cristiane.
A noz chilena é a mais encontrada e parece um cérebro. Tem mais gorduras poli-insaturadas e proteínas do que a parente pecã, que é mais lisinha. A quantidade de gorduras monoinsaturadas é maior do que a fornecida pela chilena.
Em estudo americano, colocar a oleaginosa na rotina baixou as taxas de gordura no sangue
O Prêmio de Enfermagem Rainha Silvia da Suécia estreia sua edição brasileira com a meta de reconhecer profissionais e estudantes de enfermagem com ideias e soluções transformadoras nos cuidados em saúde.
A vontade de criar uma forma de homenagear e estimular a categoria dos enfermeiros veio depois de a majestade sueca acompanhar a entrega dos profissionais na assistência à sua mãe, que sofreu de Alzheimer. A iniciativa começou na nação escandinava em 2012 e hoje contempla versões também na Finlândia, na Alemanha, na Lituânia, na Polônia e nos Estados Unidos.
A chegada ao Brasil tem um quê especial para a Rainha. Afinal, ela é filha de mãe brasileira e viveu parte da infância no país. A monarca, que também se dedica à causa das crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade pelo mundo, se diz ansiosa para conhecer os projetos nacionais.
Profissionais e estudantes de enfermagem que atuam no estado de São Paulo – a perspectiva é ampliar para as demais regiões na segunda edição do prêmio – podem participar e concorrer à láurea se inscrevendo até o dia 1º de novembro no site oficial da premiação, que é organizada no Brasil pela healthtech Vibe Saúde. e tem a curadoria técnica do médico Jefferson Gomes Fernandes. A vencedora ou vencedor receberá 6 mil euros e a oportunidade de viajar e fazer um curso fora do país.
Iniciativa, que já ocorre em outros países, pretende reconhecer ideias e o trabalho dos profissionais de enfermagem. A criadora do prêmio conta os porquês
Pela primeira vez na história, astrônomos podem ter descoberto um planeta além da Via Láctea. Ele estaria na galáxia M51 (ou Whirlpool) orbitando um “binário de raios-X” – um sistema composto por dois corpos celestes, uma estrela com massa cerca de 20 vezes a do Sol e uma estrela de nêutrons ou buraco negro.
A descoberta pode abrir novas possibilidades para a busca de exoplanetas – que orbitam estrelas que não o Sol e pertencem a sistemas planetários diferentes do nosso. A maioria dos exoplanetas (ou candidatos a exoplanetas) conhecidos até agora está a cerca de três mil anos-luz da Terra. Enquanto isso, o candidato em M51 está a 28 milhões de anos-luz de distância.
A equipe internacional de cientistas realizou as descobertas a partir de dados coletados pelo Observatório de Raios-X Chandra, um telescópio espacial lançado pela Nasa. O estudo foi publicado na revista Nature Astronomy.
Eclipse de raios-X sugere a presença de um planeta orbitando um sistema luminoso na Galáxia M51 (ou Whirlpool), a cerca de 28 milhões de anos-luz da Terra
Um dos principais motores para a extinção de espécies são as mudanças climáticas. Atualmente, muitos animais encontram-se ameaçados graças ao aquecimento global intensificado pela ação humana. Mas há 34 milhões de anos, a Terra vivia uma transição climática contrária: estava passando de um período quente (chamado greenhouse) para um clima mais frio, o qual vivemos até hoje (chamado icehouse).
Foi uma mudança e tanto: ao longo de milhares de anos, a temperatura caiu cerca de 8ºC, o nível do mar diminuiu, e a Antártica ficou coberta de gelo. Dois terços dos animais da Europa e Ásia foram extintos no processo. Essa mudança climática marcou a transição do Eoceno (de 56 milhões a 34 milhões de anos) para o Oligoceno (de 34 a 23 milhões de anos atrás).
Os cientistas acreditavam que a África tivesse passado ilesa. Afinal, sua posição próxima ao equador poderia ter amenizado o frio. No entanto, um estudo realizado pela Universidade Duke, nos Estados Unidos, mostrou um declínio de 63% nas populações de primatas, roedores e carnívoros.
Os pesquisadores usaram centenas de fósseis de períodos distintos (da metade do Eoceno ao Oligoceno) para reconstruir a linha do tempo evolutiva de cinco grupo de mamíferos africanos: dois primatas (Strepsirrhini e Simiiformes), dois roedores (Anomaluridae e Hystricognathi) e um grupo de carnívoros extintos chamados “hienodontes” – que se alimentavam justamente de primatas e roedores.
A extinção também atingiu roedores e animais carnívoros. O evento foi causado pela transição climática do período greenhouse para o icehouse. Entenda