Enquanto o mundo observa o avanço da variante Delta do Sars-CoV-2, o vírus da Covid-19, uma outra variante, a Lambda, também tem chamado a atenção. Detectada pela primeira vez no Peru, em dezembro do ano passado, ela é responsável, hoje, por 80% dos casos da doença por lá – além de ter se espalhado para outros 30 países.
Atualmente, a variante Lambda preocupa especialistas e autoridades, principalmente em territórios da América do Sul – e uma série de estudos tem sido feita para descobrir mais detalhes sobre a nova cepa – e o que esperar dela.
A nova cepa do coronavírus surgiu no final de 2020 e, desde então, tem se espalhado pela América do Sul. Saiba quais os possíveis riscos que ela oferece – e se as vacinas atuais podem nos proteger.
Difícil imaginar o que nos aguarda no 7 de setembro…com certeza coisas vis e toscas,como é de se esperar da estética (?) Bolsonarista.
Cada dia mais fanatizados ,os seguidores do ‘mito’ continuam pedindo voto impresso, fechamento do STF e “liberdade”, Deus sabe pra quem… talvez para as mentes deles,massa de manobra das mais dignas de pena.
Após a cloroquina, azitromicina e ivermectina, surge o quarto cavaleiro do apocalipse: a proxalutamida. Assim como seus antecessores, trata-se de um medicamento normalmente usado para outra doença que está sendo promovido pelo presidente Jair Bolsonaro para combater a covid-19 – mesmo sem eficácia comprovada.
A droga, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Suzhou Kintor, é um bloqueador hormonal desenvolvido com o intuito de tratar o câncer de próstata. O medicamento ainda se encontra em fase de testes, e não é liberado pra comercialização em nenhum lugar do mundo. Ou seja: nem as pessoas com câncer de próstata, que são de fato o público-alvo do produto, têm acesso a ele.
Porém, o endocrinologista Flavio Cadegiani, que atua na clínica de emagrecimento Corpometria Institute, em Brasília, considerou que seria uma boa ideia testar a proxalutamida no Brasil para casos graves de covid-19.
Vale dizer que países como China, Reino Unido e França, que exploraram mais profundamente o reposicionamento de drogas (ou seja, o uso do remédio para fins que não o original), já haviam descartado a proxalutamida contra a covid-19. Mas este ainda não é o ponto. O grande problema é que os experimentos no Brasil – já no estágio dos testes clínicos, quando o remédio é usado em humanos –, estavam sendo conduzidos sem autorização da Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa), o que é proibido.
O medicamento – um bloqueador hormonal usado contra câncer de próstata – foi testado no Brasil contra covid-19 sem aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. E houve erros de metodologia graves nos ensaios clínicos.
Um dos setores menos afetados pela crise da Covid-19 foi o dos pets: a área de cuidados, acessórios e alimentos, classificada como serviço essencial desde o princípio, cresceu 13,5% em 2020, segundo o Instituto Brasil Pet.
ONGs e protetores dos animais afirmam que a procura por adoção de cães e gatos teve um aumento de até 50% nos primeiros meses de pandemia. Mas, segundo a Ampara Animal, o abandono cresceu 61% entre junho de 2020 e março de 2021.
“Estamos passando por uma crise social e econômica enorme, e, conforme as pessoas perdem seu poder aquisitivo, quem paga o pato são os mais vulneráveis, os animais. Mas isso é crime! Eles não são descartáveis”, diz Rosângela Gebara, gerente de projetos da Ampara. “Caso não possam ficar com eles, os cidadãos precisam procurar uma alternativa humanitária para cumprir com a responsabilidade que assumiram”, completa.
ONGs e protetores dos animais alertam sobre a adoção por impulso