Quem foi Anna Jarvis, a mulher por trás do Dia das Mães

Por Maria Clara Rossini

Ann Reeves Jarvis teve 13 filhos, mas só quatro chegaram à idade adulta. No século 19, não era incomum que crianças e adolescentes perdessem a vida para doenças como tuberculose.

Em 1858, ela passou a se envolver em grupos de trabalho da igreja para combater a mortalidade infantil na comunidade onde morava, em Grafton, no estado de Virgínia Ocidental. O intuito desses grupos era ensinar às mães sobre higiene básica e saneamento, como a importância de ferver a água antes de beber. Eles ainda forneciam remédios e tratamento para famílias que estivessem doentes.

Ann Reeves tinha o desejo de criar uma data para honrar o trabalho das mães para a sociedade – mas morreu antes disso, em 9 de maio de 1905.

Anna Jarvis, uma das filhas de Ann Reeves, decidiu realizar o sonho dela e lutar pela criação de um “Dia da Mãe”. A ideia era que ele fosse no domingo, para que os filhos pudessem visitar e passar o dia ao lado de suas progenitoras. A opção pelo segundo domingo de maio foi óbvia: dessa fora, a celebração sempre cairia próxima ao dia da morte de Ann.

O primeiro Dia da Mãe ocorreu em 1908, na igreja metodista de Grafton onde Ann atuava. Na ocasião, Anna distribuiu cravos brancos, flor favorita da mãe, para as pessoas que compareceram. O intuito era que os filhos e filhas usassem as flores nesse dia em homenagem às próprias mães.

A partir daí, Anna começou uma verdadeira campanha para disseminar a data, escrevendo cartas para políticos explicando os valores envolvidos na celebração. Em 1910, o Dia da Mãe virou feriado estadual de Virgínia Ocidental. Quatro anos depois, já tinha virado feriado nacional nos Estados Unidos.

Perceba que até agora usamos “Dia da Mãe” no singular. Por quê? Essa era a proposta inicial de Anna: a de que cada filho homenageasse sua mãe individualmente – o lema da data, inclusive, era “para a melhor mãe que já existiu: a sua mãe”.

Só que o feriado tomou rumos inesperados. Alguns dos responsáveis pelo sucesso do feriado foram a indústria de flores e doces, que viram uma oportunidade de lucrar com a data. O problema: Anna nunca imaginou que sua ideia se tornaria um dia comercial.

Ela queria criar um dia para honrar a própria mãe. Mas se arrependeu ao perceber que a celebração se tornaria uma data comercial.

Quem foi Anna Jarvis, a mulher por trás do Dia das Mães

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Mil Graças…por Mágica Mistura

“⁠Gratidão, Gratidão, Gratidão

Gratidão à Deus, à Deusa

Aos Devas, à Lord Ganesha, à Shiva

Gratidão aos Orixás, Pretos Velhos

Exus, Pombas-Giras, Erês, Ciganos

Mil Graças às Entidades, à Jesus Cristo

À Santa Mãe, à Krishna, a todos os Santos

Gratidão ao Povo da Floresta, à Rainha

Graças aos Caboclos, aos Anjos e Guardiões

Gratidão, Gratidão, Gratidão

Ao Universo Infinito, ao Uno, ao Todo

Aos Irmãos das Estrelas, aos Seres de Luz

Bendito todo aquele que é Grato

E que de Gratidão reveste seu caminho.”



✨ Amém 🙏

Mágica Mistura

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Profunda floresta…por Mágica Mistura

Vêm da floresta profunda

Nossa mais bela verdade

Somos seres da natureza

Feitos dos elementos do Cosmo

Quem desperta e se enxerga

Nunca mais se sente só

Pois descobre num instante

Que todos somos um…

A roda gira, tudo volta

A vida é uma mudança constante.

Mágica Mistura

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Assista a “Ex-cantora gospel Jotta A: ‘Abri mão de carreira no auge para viver minha verdade'” no YouTube

Uma história para inspirar cada um a se aceitar e se amar como é .

BBC NEWS aqui!

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Assista a “Chandra Lacombe – Ganesha Puja” no YouTube

Um bálsamo para os ouvidos e a alma…

É só relaxar, agradecer e sentir as energias renovadas.

🌷 HARIBOL!

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Maio roxo: fique atento aos sintomas das doenças inflamatórias intestinais

Especialistas da Dasa explicam por que diagnóstico precoce e acompanhamento adequado são a chave para a qualidade de vida dos pacientes

Maio roxo: fique atento aos sintomas das doenças inflamatórias intestinais

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Ivermectina: o que é, para que serve e como funciona esse medicamento

Ivermectina: o que é, para que serve e como funciona esse medicamento

Por Fabiana Schiavon

Embora tenha sido alardeada, sem evidências científicas confiáveis, como tratamento da Covid-19, a ivermectina na verdade age contra parasitas externos, como sarna e piolho, e internos, que é o caso dos vermes. A função do medicamento é matar ou paralisar esses organismos para que eles sejam naturalmente expelidos pelo corpo. “É um antiparasitário de primeira linha contra escabiose e a pediculose – a sarna e piolho. Também é indicado contra algumas verminoses, como a ascaridíase, popularmente conhecida como lombriga”, reforça Alexandre Zavascki, chefe do Serviço de Infectologia do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre. [abril-whatsapp][/abril-whatsapp] “A ivermectina também age contra uma doença menos conhecida, que é a estrongiloidíase”, relata o médico. Ela é causada pelo parasita S trongyloides stercoralis e provoca dor abdominal, diarreia e tosse, entre outras coisas. Como todo medicamento, a ivermectina tem quadros e momentos certos para ser aplicada. Segundo a bula, por exemplo, ela também é eficaz contra a oncocercose, que afeta a pele e os olhos, mas apenas no início dos sintomas. Essa doença é provocada pelo Onchocerca volvulus, parasita que, quando adulto, esconde-se na pele ao ponto de só ser removido com cirurgia. Nessa etapa, a aplicação da ivermectina é menos benéfica. A droga tem versões no mercado para uso veterinário, que mudam da formulação oral para injetável, dependendo do animal. Eles não podem ser utilizados por seres humanos, apesar dos relatos feitos durante a pandemia a Covid.

Remédio é eficaz contra sarna, piolho e outros parasitas. Veja benefícios e efeitos colaterais, em especial quando mal utilizado, como foi com a Covid-19

Ivermectina: o que é, para que serve e como funciona esse medicamento

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Agronegócio e garimpeiros ilegais juntos e misturados na invasão da Terra Indígena Yanomami!

40 pistas em fazendas são usadas para ajudar garimpo em Terra Indígena. Relatório mapeou as pistas em fazendas que são suspeitas de dar suporte aos garimpos e prestar serviços aos mineradores. Outras 12 pistas clandestinas são para o transporte de pessoas, alimentos e equipamentos utilizados nos garimpos Por Cyneida Correia para a FolhaBV O relatório “Yanomami […] […]

Agronegócio e garimpeiros ilegais juntos e misturados na invasão da Terra Indígena Yanomami!

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Comer só uma vez ao dia pode melhorar o envelhecimento dos cachorros

Ninguém está imune ao tempo. Até mesmo nossos mais fiéis companheiros, os cachorros, ficam “idosos” um dia. Apesar de se saber pouco sobre o lado mental do envelhecimento canino, é bem evidente quando o animalzinho já não tem a mesma disposição física de sempre.

Motivados pelo desejo de aumentar o tempo de vida saudável dos cães, cientistas planejaram um estudo da relação entre o bem-estar do animal e a frequência com que ele comia. A pesquisa concluiu que cães que são alimentados mais vezes ao dia apresentam resultados piores em exames de saúde. Envelhecem melhor aqueles que comem uma vez só.

Os dados foram fornecidos pelo Dog Aging Project, um estudo de longo prazo da Universidade de Washington que coleta informações sobre cachorros fornecidas pelos próprios donos, e que busca compreender mais sobre como eles envelhecem.

Estudo sugere que restringir o número de vezes em que o animal se alimenta tem impacto positivo em sua saúde.

Comer só uma vez ao dia pode melhorar o envelhecimento dos cachorros

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Ele descobriu que médicos devem lavar as mãos. E foi dado como louco

“Vá lavar as mãos antes de comer.” Essa ordem que a gente ouve muito entre a infância e a adolescência demonstra o respeito dos nossos pais a um fato comprovado pela ciência: higienizar nossas mãos com água e sabão é uma das formas mais eficientes de evitar doenças ou passá-las para outras pessoas. 

Hoje essa relação é uma obviedade, mas o primeiro médico a constatar a associação entre esse hábito e a prevenção de males do corpo não foi celebrado por isso. Ao contrário: sofreu tanta objeção de seus pares e da comunidade científica que acabou enlouquecendo. 

Em 1846, o húngaro Ignaz Semmelweis trabalhava no Hospital Geral de Viena, onde havia duas maternidades, que acolhiam mulheres sem condições de pagar para dar à luz. Apesar do serviço gratuito, muitas gestantes preferiam ter seu parto no meio da rua a se internar na maternidade número um do hospital. Elas imploravam para parir na número dois por algo que toda mulher sem recursos sabia na época: a primeira era um lugar de onde boa parte das grávidas não saía viva. 

E essa má reputação fazia sentido. Naquele período, 10% das mulheres que davam à luz na primeira maternidade do hospital morriam de febre puerperal, uma infecção pós-parto. Na outra clínica da mesma instituição, essa taxa de mortalidade era bem menor: inferior a 4%. Mas ninguém sabia por quê.

Conheça a história de Ignaz Semmelweis, o húngaro que enfureceu obstetras ao dizer que eles deveriam ter o mais básico dos hábitos higiênicos.

Ele descobriu que médicos devem lavar as mãos. E foi dado como louco

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