De dentadura a caviar: Uber divulga lista de objetos esquecidos em viagens

Por Rafael Battaglia

Carteiras, celulares e guarda-chuvas são coisas normais de se esquecer dentro do carro. Mas e meio quilo de caviar? Ou uma dentadura? Ou ainda, quem sabe, uma fantasia de pizza?

No último dia 3, a Uber divulgou a 6ª edição da Uber Lost & Found Index, o levantamento anual da empresa de itens esquecidos pelos seus passageiros. A lista de achados e perdidos se refere às viagens realizadas em 2021.

Como você deve imaginar, telefones, carteiras e chaves lideram a lista dos objetos mais deixados para trás. Confira o top 10 dos Estados Unidos:

1 – Celular/câmera

2 – Carteira

3 – Chaves

4 – Mochila/bolsa

5 – Fone de ouvido

6 – Óculos

7 – Roupas

8 – Cigarro eletrônico (vape)

9 -Joias

10 – Documento de identidade

Mas o mais legal é que a Uber divulgou também os itens mais inusitados encontrados nos carros: um avental do Boba Fett (de Star Wars); um cortador de grama; um ukulele da Billie Eilish (que custa módicos R$3.100); uma placa de funcionário do mês; um capacete do Darth Vader (seria o mesmo dono do avental?); uma pintura do Kung Fu Panda; uma tartaruga (pobre animal) e uma antiga bengala com uma espada dentro.

Cortador de grama, fantasia de pizza, capacete do Darth Vader… Veja também quais são as cidades brasileiras campeãs em deixar pertences para trás.

De dentadura a caviar: Uber divulga lista de objetos esquecidos em viagens

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Assista a “Hari Om Shiva Om” no YouTube

Uma canção poderosa, para um Deus de poder! Haribol!🌷

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Assista a “Tuim Nova Era – Cura do Beija-Flor `part esp família NAI` (Música de Rezo)” no YouTube

🌻Cura do Beija-flor

Cura ayahuasca, ayahuasca cura 

Hey cura, ayahuasca wachumita

Cura ayahuasca, ayahuasca cura

Hey cura, ayahuasca wachumita


Cura jibóinha, jiboiita cura

Hey cura, cura cuerpecito

Cura jibóinha, jiboiita cura

Hey cura, cura cuerpecito


Cura espirito, cura pensamento

Hey cura, cura cuerpecito

Cura espirito, cura pensamento

Hey cura, cura cuerpecito


A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor

A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor


A cura vem chegando, nessa miração
E
Receba esta cura a cura do coração

A cura vem chegando, nessa miração

Receba esta cura a cura do coração


Viva pachamama, viva a floresta

Vem voar comigo nas asas dessa floresta

Viva pachamama, viva a floresta

Vem voar comigo nas asas dessa floresta


Viva a alegria, viva o amor

Me mostra o caminho, da vida e sabedoria

Viva a alegria, viva o amor

Me mostra o caminho, da vida e sabedoria


A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor

A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor


A cura vem chegando, nessa miração

Receba esta cura a cura do coração

A cura vem chegando, nessa miração

Receba esta cura a cura do coração


A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor

A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor


A cura vem chegando, nessa miração

Receba esta cura a cura do coração

A cura vem chegando, nessa miração

Receba esta cura a cura do coração





A cura vem chegando, nessa miração





Receba esta cura a cura do coração




A cura vem chegando, nessa miração





Receba esta cura a cura do coração





Viva pachamama, viva a floresta





Vem voar comigo nas asas dessa floresta




Viva pachamama, viva a floresta




Vem voar comigo nas asas dessa floresta





Viva a alegria, viva o amor





Me mostra o caminho, da vida e sabedoria




Viva a alegria, viva o amor





Me mostra o caminho, da vida e sabedoria

🌻Tuim Nova Era

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Teste do pezinho ampliado: esperança para pessoas com mucopolissacaridoses

É indiscutível que podemos mudar o curso de muitas doenças quando o diagnóstico ocorre precocemente. Daí a importância do teste do pezinho, um exame simples e rápido que encurta a jornada de muitas doenças raras até o diagnóstico. Ele consegue detectar, antes mesmo da manifestação dos sintomas, doenças de origem genética, metabólica ou infecciosa que afetam o desenvolvimento do bebê. Atualmente, o teste do pezinho disponível na rede pública detecta apenas seis doenças. Mas há uma versão ampliada, capaz de rastrear mais de 50 distúrbios, que finalmente começará a ser disponibilizada no Sistema Único de Saúde (SUS) – ela já é comercializada no sistema privado. Essa versão do exame consegue detectar doenças lisossômicas, entre elas as mucopolissacaridoses (MPS). Essa ampliação da triagem neonatal no SUS é extremamente necessária, e representa um ganho para a população. +Leia também:  A revolução da genética No convívio com o filho, os pais usualmente não relacionam os sinais apresentados pela criança com os de uma doença rara. Especificamente no caso das MPS, as otites recorrentes, a hérnia umbilical ou inguinal, o aumento das amígdalas e das adenoides, os problemas respiratórios, o abdômen protuberante e outras manifestações geram idas constantes a um consultório médico mas, em um primeiro momento, não levam a pensar numa doença rara como a MPS. Ora, tais manifestações podem acontecer em muitas situações comuns na infância. Crianças com esses sinais e sintomas chegam a consultar diversos especialistas. São oito em média (incluindo cirurgião, gastro, otorrino, ortopedista e neurologista), antes que o diagnóstico da doença rara seja estabelecido. [bloco_busca_medicamentos] O processo todo pode levar de quatro a cinco anos. Às vezes, o diagnóstico só chega quando sequelas irreversíveis já se estabeleceram. O teste do pezinho ampliado abrevia essa jornada e ameniza os sofrimentos e os custos com ela relacionados. Ele ajuda a diagnosticar os mesmos pacientes, mas mais precocemente, quando os tratamentos são mais eficazes. Em 2020, segundo o Ministério da Saúde, 2,2 milhões de bebês brasileiros fizeram o teste, e 2 746 recém-nascidos foram diagnosticados com uma das seis doenças identificadas pelo teste convencional. Muitos mais serão beneficiados quando o teste for ampliado. Entre as MPS, a do tipo II (conhecida como Síndrome de Hunter) é a mais prevalente no Brasil, com 10 a 20 casos novos por ano. É uma doença progressiva, com o bebê nascendo como qualquer outro. Mas ele desenvolve os sintomas paulatinamente, o que compromete não só a qualidade como também a expectativa de vida. Quando o diagnóstico é feito, usualmente entre os 4 e os 6 anos de idade, sequelas irreversíveis já podem ter se instalado – inclusive no sistema nervoso. 

No Dia Nacional do Teste do Pezinho, um especialista explica a importância de incorporar uma versão ampliada desse exame na rede pública

Teste do pezinho ampliado: esperança para pessoas com mucopolissacaridoses

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Panaceia da cannabis medicinal é discutida em congresso de neurociência

Por Diogo Sponchiato

A panaceia do canabidiol: assim foi batizada uma das principais sessões de discussão do 21º Congresso de Cérebro, Comportamento e Emoções, realizado há pouco no frio de Gramado (RS). A mesa-redonda reuniu profissionais que estudam ou lidam na prática clínica com essa substância originária da maconha, alvo de pesquisas e esperanças no tratamento de condições que vão de autismo a demência. A Cannabis sativa possui mais de 150 canabinoides, entre os quais se destacam o tetrahidrocanabinol (THC), elemento por trás do efeito psicoativo da maconha (o “barato”), e o canabidiol (CBD), componente que desperta maior interesse para fins terapêuticos e não altera o estado de consciência nem gera dependência. Regularizado para uso medicinal no Brasil, o CBD está com a demanda em alta: cada vez mais médicos prescrevem a substância e pacientes veem nela uma oportunidade de controlar problemas que envolvem dores, crises convulsivas ou ansiedade. O composto é adquirido em farmácias ou importado por meio de receita médica e autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O ganho de popularidade caminha em paralelo a dois fenômenos: o desenvolvimento de estudos que investigam a eficácia e a segurança do tratamento em diversos contextos e o marketing que, em algumas situações, beira o charlatanismo. Se por um lado há gente séria apurando os benefícios e as limitações do canabidiol, por outro há profissionais sem capacitação adequada receitando um “óleo milagroso”, capaz de curar doenças sozinho − o que está longe de ser verdade. Daí a mesa-redonda na última edição do Brain, como o maior congresso de neurociência do país é conhecido no meio acadêmico. Afinal, o que há de comprovado no uso terapêutico da cannabis e o que precisa ser mais bem compreendido antes de as pessoas saírem tomando ou prescrevendo por aí? Com a palavra, os especialistas.

Médicos e pesquisadores debatem as expectativas e as evidências científicas para a utilização de substâncias derivadas da maconha no tratamento de doenças

Panaceia da cannabis medicinal é discutida em congresso de neurociência

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Brasil campeão mundial do agronegócio: com a fome batendo na porta ou dentro de casa

Quem não vive de olhos fechados para a realidade já tem a perfeita noção de que a fome transbordou para fora dos seus redutos tradicionais das áreas rurais mais pobres da região Nordeste para alcançar todo o território nacional. Agora, o II Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da COVID-19 no Brasil […]

Brasil campeão mundial do agronegócio: com a fome batendo na porta ou dentro de casa

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“Fingir demência”, “surtado” e outras expressões capacitistas para banir do vocabulário

Nas entrelinhas do que (e como) falamos, está nossa visão de mundo. Afinal, as línguas se desenvolvem de acordo com o ambiente em que estão inseridas e com a cultura de seus falantes.

Até aí, tudo bem. O problema é que, por conta disso, aspectos nada louváveis das sociedades podem acabar aparecendo em uma série de palavras e expressões – que, às vezes, usamos sem perceber.

Um exemplo é o capacitismo: a discriminação e o preconceito contra pessoas com deficiência (PCD) física ou mental. A mentalidade capacitista pressupõe que esses indivíduos são necessariamente menos aptos a realizar tarefas do cotidiano ou incapazes de vivenciar determinadas experiências.

Isso se manifesta no oferecimento de tratamento desigual – desfavorável ou favorável demais. Sabe quando alguém despreza as PCD ou fala como se fossem indivíduos “especiais”, dignos de pena ou ajuda? Esses são comportamentos capacitistas a serem evitados – e não só porque ofendem essas pessoas (embora isso já seja motivo suficiente).

“O preconceito e o estigma colocam diversas barreiras no diagnóstico e tratamento de transtornos mentais”, diz o psiquiatra Thiago Rodrigo, professor colaborador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Isso porque essa mentalidade constrange e afasta do convívio social quem tem esses transtornos – ou mesmo pessoas próximas a eles – e dificulta a adesão ao tratamento.

A língua carrega preconceitos enraizados na sociedade. Mas é possível mudar: entenda o que é capacitismo e como escrever (e falar) de forma mais inclusiva.

“Fingir demência”, “surtado” e outras expressões capacitistas para banir do vocabulário

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Mosquitos cansados preferem dormir a comer

Cientistas descobriram que mosquitos sonolentos preferem recuperar o sono perdido a procurar comida no dia seguinte. O estudo mostra que até mesmo insetos dependem de um sono adequado.

Essa ação de recuperar o sono perdido é chamada de “rebote do sono”. Quando um indivíduo não dorme a quantidade necessária de horas, ou fica sob estresse elevado quando acordado, o corpo pode precisar de mais horas de sono no dia seguinte. O rebote de sono acontece com humanos e animais, inclusive insetos como moscas de fruta e mosquitos.

Os pesquisadores tomaram precaução extra ao desenvolver os protocolos para o estudo. A observação pode afetar o resultado do experimento, especialmente ao analisar os mosquitos.

Esses pequenos insetos sentem a presença de pessoas através do nosso calor corporal, movimento, vibrações e até do gás carbônico que exalamos ao respirar. É difícil observar o sono deles quando eles te enxergam como uma ceia de Natal.

Os cientistas montaram o experimento em uma parte mais tranquila do campus da Universidade de Cincinnati, onde não havia circulação de pessoas, e instalaram câmeras e sensores infravermelhos para gravar os movimentos dos insetos sem incomodá-los.

Mosquitos dormem muito em laboratório. Algo entre 16 e 19 horas por dia, dependendo da espécie. Mas não é fácil reconhecer um mosquito cochilando – quando não estão rondando atrás de alimento, eles se empoleiram por longos períodos para conservar energia.

Os insetos também sentem os efeitos da privação do sono – e não ficam muito dispostos quando dormem mal.

Mosquitos cansados preferem dormir a comer

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Lar…por Mágica Mistura

“Eles seguiram o caminho coberto de bruma e rodeado de velhos carvalhos. Quando deram por si, a Terra das Fadas já se destacava à sua frente, a neblina havia desaparecido e o que se via era o brilho do sol misturado ao mais colorido arco-íris que eles já tinham presenciado. De volta ao lar, finalmente.”

Mágica Mistura

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Um brinde ao glifosato

Críticas à decisão da Agência de Produtos Químicos da União Europeia (UE) de classificar o herbicida da Bayer/Monsanto como »não cancerígenos« Um gole da garrafa nem sempre é fácil de digerir, especialmente quando vem “batizada” com glifosato Por Ralf Wurzbacher para o JungeWelt A lista é longa: glifosato em frutas, legumes, pão, queijo, mostarda e […]

Um brinde ao glifosato

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