Leva essa canção de amor dançante Pra você lembrar de mim, seu coração lembrar de mim Na confusão do dia-a-dia, no sufoco de uma dúvida Na dor de qualquer coisa
É só tocar essa balada de swing inabalável Que é o oásis pro amor Eu vou dizendo na sequência bem clichê Eu preciso de você
E a força antiga do espírito virando convivência De amizade apaixonada Sonho, sexo, paixão Vontade gêmea de ficar e não pensar em nada
Planejando pra fazer acontecer Ou simplesmente refinando essa amizade Eu vou dizendo na sequência bem clichê Eu preciso de você
Mesmo que a gente se separe por uns tempos Ou quando você quiser lembrar de mim Toque a balada do amor inabalável Swing de amor nesse planeta
Mesmo que a gente se separe por uns tempos Ou quando você quiser lembrar de mim Toque a balada seja antes ou depois Eterna love song de nós dois
Leva essa canção de amor dançante Pra você lembrar de mim, seu coração lembrar de mim Na confusão do dia-a-dia, no sufoco de uma dúvida Na dor de qualquer coisa
Após a cloroquina, azitromicina e ivermectina, surge o quarto cavaleiro do apocalipse: a proxalutamida. Assim como seus antecessores, trata-se de um medicamento normalmente usado para outra doença que está sendo promovido pelo presidente Jair Bolsonaro para combater a covid-19 – mesmo sem eficácia comprovada.
A droga, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Suzhou Kintor, é um bloqueador hormonal desenvolvido com o intuito de tratar o câncer de próstata. O medicamento ainda se encontra em fase de testes, e não é liberado pra comercialização em nenhum lugar do mundo. Ou seja: nem as pessoas com câncer de próstata, que são de fato o público-alvo do produto, têm acesso a ele.
Porém, o endocrinologista Flavio Cadegiani, que atua na clínica de emagrecimento Corpometria Institute, em Brasília, considerou que seria uma boa ideia testar a proxalutamida no Brasil para casos graves de covid-19.
Vale dizer que países como China, Reino Unido e França, que exploraram mais profundamente o reposicionamento de drogas (ou seja, o uso do remédio para fins que não o original), já haviam descartado a proxalutamida contra a covid-19. Mas este ainda não é o ponto. O grande problema é que os experimentos no Brasil – já no estágio dos testes clínicos, quando o remédio é usado em humanos –, estavam sendo conduzidos sem autorização da Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa), o que é proibido.
O medicamento – um bloqueador hormonal usado contra câncer de próstata – foi testado no Brasil contra covid-19 sem aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. E houve erros de metodologia graves nos ensaios clínicos.
Nesta quinta-feira (26), teve início a votação da tese do marco temporal no Supremo Tribunal Federal (STF), que deve ser retomada na próxima quarta (1º). Diante disso, povos indígenas e apoiadores, que temem os impactos da medida sobre a demarcação de terras indígenas, se juntaram em Brasília para protestar. Mais de 6 mil indígenas foram ao Distrito Federal e formaram o acampamento “Luta pela vida”. É uma das maiores manifestações já feitas por povos originários.
Para entender essa discussão, é preciso voltar alguns anos. Em 2009, o STF teve que resolver um conflito envolvendo indígenas e produtores de arroz, que disputavam pela Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Na época, a decisão foi favorável aos povos originários, sob alegação de que estes já estavam no território quando foi promulgada a Constituição Federal, em 5 de outubro de 1988.
A tese, que teve a votação iniciada nesta quinta-feira (26), deve impactar 303 territórios indígenas em processo de demarcação.