Cogumelos psicodélicos podem ajudar alcoólatras a beber menos

O uso de psicodélicos associados à terapia parece ajudar as pessoas com alcoolismo a reduzir as vezes em que bebem muito, de acordo com um estudo. Usando psilocibina, um composto psicodélico encontrado em cogumelos alucinógenos, os pesquisadores trataram pacientes por mais de oito meses e observaram melhora em seus hábitos.

A ideia de usar psicodélicos como tratamentos para o alcoolismo foi bastante popular nas décadas de 1960 e 1970, quando estudos sobre o LSD descobriram que ele reduzia o uso indevido de álcool. Esse campo de pesquisa esfriou nas décadas seguintes, até o interesse renascer com a nova pesquisa.

O estudo incluiu 93 pessoas dependentes de álcool. Nos três meses que antecederam o estudo, os participantes bebiam em aproximadamente 60 dos dias. Desse período, cerca de metade era de consumo pesado – definido na pesquisa como cinco ou mais drinks por dia para um homem e quatro ou mais para uma mulher.

O composto alucinógeno deixaria o cérebro mais suscetível a um tratamento com terapia.

Cogumelos psicodélicos podem ajudar alcoólatras a beber menos

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🌷 Vovó Maria Redonda

Fio, se suncê precisá
É só pensá na Vovó
Que Ela vem te ajudá
Pensa numa estrada longa, zifio
Lá no seu jacutá
E numa casinha branca, zifio
Que a vovó tá lá
Sentada num banquinho tosco, zifio
Com sua rosário na mão
Pensa na Vovó Maria Redonda
Fazendo Oração

🌷 Ponto de Umbanda

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Informação e espiritualidade?

Temos sim.

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Salto no escuro…por Mágica Mistura

“Trilhar um caminho novo é como um salto
no escuro, pode ser suave ou te fazer quebrar as pernas. Nas duas alternativas as descobertas te levarão a experimentar a diversidade, você terá ainda mais curiosidade do que têm pela frente, e mais cuidado ao fazer suas escolhas.”

Mágica Mistura

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Ventando…por Mágica Mistura

“Vento de verão

De outono ventania

Da primavera vêm a brisa

Do inverno vendaval

De comum todos concordam

O vento é belo, belo vento

Trás as novas, já vai tarde

Na esteira da mudança

Muda a vida, trás mais sorte.”

Mágica Mistura

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Recomeçar…por Mágica Mistura

“Há quem creia que não se pode mudar a
maneira de ser e o caráter de alguém…e não há jeito mesmo. Não acredito que alguém ou alguma coisa possa fazer esse milagre. Porém creio firmemente que qualquer um, há qualquer tempo, pode sim, promover sua própria mudança e evolução, através do autoconhecimento, do perdão, da humildade, do recomeço, e principalmente do amor.”

Mágica Mistura

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Por que alguns cachorros têm medo de fogos de artifício?

Orelhas abaixadas, respiração ofegante e tremedeira. Alguns cachorros ficam tão perturbados com o barulho de fogos de artifício e tempestades que acabam se escondendo ou saem correndo, para o desespero dos donos.

Nossos amigos de quatro patas ouvem em um espectro de frequência duas vezes maior que os humanos e podem escutar sons quatro vezes mais distantes que nós. Mas a audição aguçada não é sinônimo de sensibilidade: nem todo cão se abala com os ruídos altos e imprevisíveis. Por quê?

Cientistas já descobriram algumas variáveis que estão em jogo. Confira abaixo e, ao fim deste texto, descubra o que pode fazer para (tentar) aliviar o medo do seu cãozinho.

Nem todo cão se abala com os ruídos altos e imprevisíveis. Confira algumas variáveis que entram em jogo e descubra o que fazer para acalmar seu cãozinho.

Por que alguns cachorros têm medo de fogos de artifício?

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Abelhas e borboletas estão em declínio no Brasil, mostra levantamento

Insetos geralmente não são protagonistas de campanhas de conservação ambiental – e você pode achá-los feios e nojentos. Mas eles também precisam ser protegidos: são parte importante dos ecossistemas e polinizadores exclusivos de muitas culturas agrícolas. E estão em declínio, aqui no Brasil.

Foi o que observou um levantamento feito por pesquisadores da Unicamp (SP) e das universidades federais de São Carlos (SP) e do Rio Grande do Sul. Eles reuniram 75 casos sobre abundância e biodiversidade de insetos, registrados anteriormente por outros cientistas. E descobriram que a maioria aponta para uma redução desses animais.

A lista de insetos do levantamento inclui aquáticos (como as libélulas) e terrestres (como abelhas, vespas, formigas, borboletas e besouros). As informações foram obtidas em 45 estudos – a maioria na Mata Atlântica, nenhum no Pantanal e na Caatinga – e a partir de conversas com outros 156 pesquisadores, que responderam questionários e contribuíram com suas experiências.

O levantamento consultou 45 estudos e 156 pesquisadores. A maioria das tendências observadas, entre insetos terrestres, aponta para uma redução.

Abelhas e borboletas estão em declínio no Brasil, mostra levantamento

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Sósias podem compartilhar traços genéticos e comportamentos

Doppelgänger é uma palavra de origem alemã que combina os substantivos Doppel (que significa “réplica”) e Gänger (algo como “ambulante” ou “aquele que vaga”). A ideia de existir alguém muito similar a você já foi muito usada na ficção – seja como um monstro metamorfo ou só alguém coincidentemente parecido. O fato é que existem, sim, pessoas que compartilham feições semelhantes; e segundo um novo estudo, elas podem ter ainda mais em comum.

Análises de DNA de 16 duplas de indivíduos extremamente parecidos revelaram que algumas pessoas com rostos semelhantes também têm alturas, pesos, hábitos e comportamentos parecidos.

No estudo, os pesquisadores analisaram imagens de 32 duplas de sósias usando três algoritmos de reconhecimento facial diferentes. Metade deles foram classificados como doppelgängers por todos os três algoritmos. Então os cientistas conduziram análises genéticas dentro desse novo grupo e encontraram 9 pares com semelhanças mais particulares ainda.

Juntos, essas super sósias compartilham 19.277 variações genéticas comuns em 3.730 genes, muitos relacionados a traços corporais e faciais.

As respostas aos questionários sobre a vida pessoal sugerem que eles compartilham ainda mais do que apenas o rosto. Algumas características de estilo de vida, como tabagismo, peso e nível de escolaridade, também foram associadas aos pares de sósias.

Estudo analisou 32 duplas de pessoas fisicamente parecidas e descobriu que, além de rosto, elas compartilhavam alguns genes e até hábitos.

Sósias podem compartilhar traços genéticos e comportamentos

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