Acredito que expressar meus sentimentos com a escrita me traz lucidez para enfrentar dias tão nebulosos...poetisa rotineira, itinerante e por vezes destoante🌷
“Temos em nosso interior um manancial de sabedoria infinita. Não vêm de nós esse saber. Ele existe para todos, o que precisamos é acessá-lo… através da busca espiritual e do auto conhecimento. Um caminho de Gratidão e Luz é um belo começo.”
Não deveria ser uma surpresa para os mais próximos. Aos 96 anos, a rainha Elizabeth teve Covid e já vinha lidando com problemas de mobilidade há algum tempo. Também desmarcou compromissos, mas reuniu forças para, nesta terça, 6 de setembro, nomear Liz Truss como a nova primeira-ministra do seu país, após a renúncia de seu antecessor, Boris Johnson.
Claro, quando uma monarca está se aproximando dos 100 anos, é de se imaginar que, mesmo sem um problema de saúde mais preocupante, algo possa acontecer repentinamente. Por isso, o Palácio de Buckingham já tinha um planejamento para o dia em que sua rainha se despedisse. Um passo a passo que ganhou o nome de London Bridge (“Ponte de Londres”). O porquê? De acordo com o projeto, a morte da rainha é comunicada com uma frase codificada: “a ponte de Londres caiu”.
A operação London Bridge começou antes mesmo que Elizabeth desse seu último suspiro. E segue a burocracia que marcou toda a sua vida.
Uma equipe de cientistas descobriu novas informações sobre a dieta das pessoas que viviam na Grã-Bretanha durante o período neolítico. Entre elas, há evidências de que esses habitantes cozinhavam cereais, incluindo trigo, em panelas.
Usando uma análise química de antigos pedaços de cerâmica incrivelmente bem preservados encontrados nas águas escocesas, a equipe descobriu que os cereais eram cozidos em panelas e misturados com laticínios e ocasionalmente carne, provavelmente para criar algum tipo de mingau ou guisado. Além disso, os antigos habitantes usavam potes menores para cozinhar cereais com leite e potes maiores para pratos à base de carne.
O cultivo de cereais é presente na Grã-Bretanha desde cerca de 4000 a.C., e provavelmente foi trazido por agricultores que vieram da Europa continental – afirmação baseada em grãos de cereais preservados e outros detritos encontrados em sítios neolíticos. As novas descobertas agora mostram que os biomarcadores de cereais podem ser preservados por milhares de anos a mais em condições favoráveis.
Outro ponto importante da pesquisa foi o estado de conservação dos potes. As cerâmicas analisadas estavam intactas e decoradas, o que pode sugerir que algum tipo de uso cerimonial.
A análise de cerâmicas extremamente bem conservadas permitiu que os pesquisadores encontrassem traços moleculares de alimentos.