Assista a “Zélia Duncan – Catedral (Ao Vivo)” no YouTube

✨✨ Catedral

O deserto
Que atravessei
Ninguém me viu passar
Estranha e só
Nem pude ver
Que o céu é maior
Tentei dizer mas vi você
Tão longe de chegar
Mas perto de algum lugar

É deserto
Onde eu te encontrei
Você me viu passar
Correndo só
Nem pude ver
Que o tempo é maior
Olhei pra mim
Me vi assim
Tão perto de chegar
Onde você não está
No silêncio uma catedral
Um templo em mim
Onde eu possa ser imortal
Mas vai existir
Eu sei
Vai ter que existir
Vai resistir nosso lugar
Solidão
Quem pode evitar
Te encontro enfim
Meu coração é secular
Sonha e deságua
Dentro de mim
Amanhã devagar
Me diz
Como voltar

Se eu disser
Que foi por amor
Não vou mentir pra mim
Se eu disser
Deixa pra depois
Não foi sempre assim
Tentei dizer
Mas vi você
Tão longe de chegar
Mas perto de algum lugar…

🌷Compositor: Tanita Tikaran; versão: Zélia Duncan

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Assista a “Zélia Duncan – Nos Lençóis Desse Reggae ” no YouTube

🌼🌺 Nos lençóis desse reggae…

Flash de viagem
Vontade de cantar um reggae
Dono do impulso
Que empurra o coração
E o coração pra vida

E a vida é de morte
Minha única sorte, yeh
Seria de ter esse reggae
Vontade de fazê-lo
No meio da fumaça verde

Não me negue
Só me reggae
Só me toque
Quando eu pedir
Senão pode
Ferir o dia
Todo cinza
Que eu trouxe
Pra nós dois

Nos lençóis desse reggae
Passagem pra Marrakesh
Dono do impulso que empurra
O coração e o coração pra vida

Não me negue
Só me reggae
Só me toque
Quando eu pedir
Senão pode
Ferir o dia
Todo cinza
Que eu trouxe
Pra nós dois

Flash de viagem
Vontade de cantar um reggae
Dono do impulso
Que empurra o coração
E o coração pra vida

Não me negue
Só me reggae
Só me toque
Quando eu pedir
Senão pode
Ferir o dia
Todo cinza
Que eu trouxe
Pra nós dois

Não me negue
Só me reggae
Só me esfregue
Quando eu pedir
E eu peço sim
Senão pode
Ferir o dia
Todo cinza
Que eu trouxe
Pra nós dois

Nos lençóis desse reggae

Nos lençóis desse reggae
Nos lençóis desse reggae
Nos lençóis desse reggae
Nos lençóis desse reggae
Nos lençóis desse reggae…

🌼🌺Fonte: Musixmatch

Compositores: Zelia Duncan / Christiaan Oyens

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Assista a “MAMA ÁFRICA | Chico César, Ed Motta e Zélia Duncan (Kaiser Bock Winter Festival, 1996)” no YouTube

Mama África ✨🌻

Oh let me sing, oh let me sing, oh let me sing, oh
Let me sing, let me sing, let me sing, oh oh
Let me sing, oh let me sing, oh let me sing, oh oh
Let me sing, oh let me sing, oh let me sing, oh oh

Mama África
A minha mãe
É mãe solteira
E tem que fazer mamadeira
Todo dia
Além de trabalhar
Como empacotadeira
Nas Casas Bahia

Mama África
A minha mãe
É mãe solteira
E tem que fazer mamadeira
Todo dia
Além de trabalhar
Como empacotadeira
Nas Casas Bahia

Mama África tem
Tanto o que fazer
Além de cuidar neném
Além de fazer denguin’
Filhinho tem que entender
Mama África vai e vem
Mas não se afasta de você

Mama África
A minha mãe
É mãe solteira
E tem que fazer mamadeira
Todo dia
Além de trabalhar
Como empacotadeira
Nas Casas Bahia

Quando Mama sai de casa
Seus filhos se olodumzam
Rola o maior jazz
Mama tem calo nos pés
Mama precisa de paz

Mama não quer brincar mais
Filhinho dá um tempo
É tanto contratempo
No ritmo de vida de mama

Mama África
A minha mãe
É mãe solteira
E tem que fazer mamadeira
Todo dia
Além de trabalhar
Como empacotadeira
Nas Casas Bahia

Mama África
A minha mãe
É mãe solteira
E tem que fazer mamadeira
Todo dia
Além de trabalhar
Como empacotadeira
Nas Casas Bahia

Deve ser legal
Ser negão no Senegal
Deve ser legal
Ser negão no Senegal
Deve ser legal
Ser negão no Senegal
Deve ser legal
Ser negão no Senegal

Mama África
A minha mãe
É mãe solteira
E tem que fazer mamadeira
Todo dia
Além de trabalhar
Como empacotadeira
Nas Casas Bahia
Mama África
A minha mãe
É mãe solteira
E tem que fazer mamadeira
Todo dia
Além de trabalhar
Como empacotadeira
Nas Casas Bahia

Mama África
A minha mãe
Mama África
A minha mãe
Mama África

✨✨Fonte: LyricFind

Compositores: Francisco Cesar GoncalvesLetra de Mama África © Warner Chappell Music, Inc

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Assista a “Rita Lee e Zélia Duncan – Pagu” no YouTube

Pagu🌹

Mexo, remexo na inquisição
Só quem já morreu na fogueira
Sabe o que é ser carvão

Eu sou pau pra toda obra
Deus dá asas a minha cobra
Hum hum hum hum
Minha força não é bruta (adoro essa frase)
Não sou freira, nem sou puta

Porque nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Ratatá ratatá ratatá
Taratá taratá

Sou rainha do meu tanque
Sou Pagu indignada no palanque
Hanhan hanhan
Fama de porra louca, tudo bem
Minha mãe é Maria ninguém
Hu huhuhu

Não sou atriz, modelo, dançarina
Meu buraco é mais em cima

Porque nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Ratatá ratatatá
Ratatá
Taratá taratá

✨✨✨

Fonte: LyricFind

Compositores: Rita Lee Jones Carvalho / Zelia Cristina Goncalves Moreira

Letra de Pagu © Warner Chappell Music, Inc

✨✨✨

Assista a “Zélia Duncan – Alma” no YouTube

ALMA✨

Alma, deixa eu ver sua alma


A epiderme da alma, superfície


Alma, deixa eu tocar sua alma

Com a superfície da palma da minha mão, superfície

Easy, fique bem easy

Fique sem nem razão

Da superfície livre

Fique sim, livre

Fique bem com razão ou não, aterrize

Alma, isso do medo se acalma

Isso de sede se aplaca

Todo pesar não existe

Alma, como um reflexo na água

Sobre a última camada

Que fica na superfície, crise

Já acabou, livre

Já passou o meu temor do seu medo

Sem motivo, riso, de manhã, riso de neném

A água já molhou a superfície

Alma, daqui do lado de fora

Nenhuma forma de trauma sobrevive

Abra a sua válvula agora

A sua cápsula, alma

Flutua na superfície lisa, que me alisa

Seu suor, o sal que sai do sol, da superfície

Simples, devagar, simples, bem de leve

A alma já pousou na superfície

Alma, daqui do lado de fora

Nenhuma forma de trauma sobrevive

Abra a sua válvula agora

A sua cápsula, alma

Flutua na superfície lisa, que me alisa

Seu suor, o sal que sai do sol, da superfície

Simples, devagar, simples, bem de leve

A alma já pousou na superfície

Alma, deixa eu ver sua alma

A epiderme da alma, superfície

Alma, deixa eu tocar sua alma

Com a superfície da palma da minha mão, superfície

Alma, deixa eu ver

Deixa eu tocar (alma, alma, alma)


(Deixa eu ver)


(Deixa eu tocar)


(Alma, alma, alma)


Superfície (alma, alma)


Deixa eu ver sua alma (alma, alma)


Alma (alma, alma, alma)

Fonte: Musixmatch

Compositores: Arnaldo Augusto Nora Antunes Filho / Pedro Anibal De Oliveira Gomes

Letra de Alma © Warner/chappell Edicoes Musicais Ltda, Rosa Celeste