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Ao final da primeira semana da COP26, a Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas, a realidade vai se assentando de que os compromissos climáticos (salvo algumas boas promessas) por ora ainda deixam a desejar, com poucas soluções práticas e imediatas.
Em meio a isso, começou neste domingo (7) em Glasgow, onde ocorre a COP26, um encontro climático alternativo, que propõe trazer soluções e propostas negligenciadas entre as delegações internacionais.
O Encontro das Pessoas por Justiça Climática (People’s Summit for Climate Justice) é organizado pela Coalizão COP26, também responsável pelos protestos realizados globalmente no sábado. “Estamos criando um ‘movimento de movimentos’ para aprofundar e remoldar a compreensão da crise climática no norte global através de uma lente de justiça climática”, disse Asad Rehman, cofundador da coalizão e diretor da ONG War on Want.
O Encontro das Pessoas tem uma programação que vai até o dia 10, com eventos online e presenciais (realizados em Glasgow), e qualquer um pode se registrar para acompanhar . O objetivo é trazer vozes e ideias que os organizadores julgam estar ausentes da COP26: a discussão de um novo pacto verde global, o chamado “green new deal”; a responsabilização dos poluidores; a exploração do conhecimento ecológico indígena e o contraste entre a chamada neutralidade de carbono (que envolve promover ações para compensar o que se emite) e o real carbono zero (com o fim das emissões).
O Encontro das Pessoas por Justiça Climática apresenta propostas e soluções negligenciadas pelas delegações internacionais. Entenda.
COP26: Evento alternativo exerce pressão sobre países em Glasgow
publicado originalmente em superinteressante
Mudanças climáticas, escolhas e decisões…o futuro do planeta em jogo.
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Professora Lúcia Helena Galvão com conselhos práticos e sábios para auxiliar no tratamento dos dilemas mentais e emocionais da atualidade.
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“Por mais que na batalha se vença um ou mais inimigos, a vitória sobre si mesmo é a maior de todas as vitórias.”
🌷Buda

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Nossos amigos caninos fazem um monte de coisas adoráveis – e inclinar a cabeça para o lado enquanto olham para nós com certeza é uma delas. O comportamento parece indicar que o animal está confuso, mas ainda não se sabe ao certo por que eles fazem isso.
Agora, um estudo sugeriu que esse pode ser, na verdade, um sinal de atenção. Os pesquisadores levantaram essa hipótese por acaso durante o Genius Dog Challenge (“desafio do cachorro gênio”, em inglês), que consiste em uma série de experimentos transmitidos ao vivo nas redes sociais e reúne cães espertos e treinados do mundo inteiro.
Antes de falar sobre o estudo em si, vale entender um pouco sobre o comportamento canino. É comum que cachorros identifiquem com facilidade ações como “sentar” e “passear”, mas palavras relacionadas a objetos, por exemplo, demandam mais esforço por parte deles.
Contudo, alguns acabam se revelando craques nessa tarefa. Cachorros do Genius Dog Challenge, por exemplo, são capazes de reconhecer de 30 a 100 nomes de brinquedos.
Ao longo de meses de experimentos que verificavam a habilidade em memorizar palavras, os pesquisadores perceberam que os cães talentosos do Genius Challenge inclinavam a cabeça em 43% das vezes em que eram solicitados a pegar um brinquedo. Cachorros com habilidade comum, por outro lado, inclinavam a cabeça em só 2% das vezes.
Pesquisa com cães experts em reconhecer nomes de objetos sugere que comportamento pode ser sinal de concentração. Entenda.
Por que os cães inclinam a cabeça? Este estudo oferece pistas
publicado originalmente em superinteressante
É certamente uma tristeza quando se vai precocemente um talento em ascenção…de consolo fica o brilho de uma artista que estará na memória do Brasil pra sempre!
Galãs Feios em uma merecida homenagem a Marília Mendonça.

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Será mesmo que os robôs nos substituirão totalmente um dia? E eles, sendo criados por nós, poderão nos superar em inteligência?
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“Uma coisa é você achar que está no caminho certo, outra é achar que o seu caminho é o único. Nunca podemos julgar a vida dos outros, porque cada um sabe da sua própria dor e renúncia.”
🍀Paulo Coelho

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Recentemente, os Estados Unidos autorizaram o uso da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos. A liberação ocorreu depois da conclusão de um estudo, ainda não publicado, com cerca de 2 200 participantes nessa faixa etária, que apontou uma eficácia de 90% da fórmula, sem efeitos colaterais importantes.
A farmacêutica já anunciou que pedirá à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a ampliação do público alvo também no Brasil. Deve ser a primeira de outras. “Temos vacinas em fase final de testes com os mais novos, sendo que algumas já foram usadas com segurança em dezenas de milhões de crianças e adolescentes pelo mundo”, explica o infectologista pediátrico Renato Kfouri, da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).
Só que, mesmo antes de chegarem aos pequenos, as vacinas já estão sendo vítimas de uma campanha difamatória. Diretores da Anvisa foram ameaçados para negarem a autorização para a Pfizer mesmo antes da formalização do pedido.
Enquanto isso, sites maliciosos e influenciadores divulgam notícias falsas sobre as vacinas, exagerando ou mesmo inventando mortes e reações adversas graves. O movimento, embora tímido frente à alta adesão dos brasileiros à campanha de imunização, preocupa os especialistas.
Dose das crianças é menor e milhões já foram vacinadas com segurança no mundo. Pediatras defendem a inclusão delas na campanha de vacinação
Vacina da Covid-19 em crianças: tudo o que você precisa saber
publicado originalmente em Veja saúde