Os plásticos são uma fonte generalizada de poluição. E eles também podem estar alterando significativamente o ciclo do carbono da Terra e nossa capacidade de monitorá-lo, de acordo com uma pesquisa do nordestino Aron Stubbins. Crédito: Ruby Wallau / Northeastern University Por Eva Botkin-Kowacki, Northeastern University Os plásticos estão por toda parte. Eles estão em nossa água, em nossa […]
Com a bagunça no calendário olímpico e a interrupção dos treinos, a esperança do Brasil para a Olimpíada de 2021 está nos esportes estreantes. Segundo uma previsão da empresa de análise de dados Gracenote, o Brasil deve arrematar 20 medalhas este ano – dessas, oito virão do skate, do surfe e do caratê, que aparecerão pela primeira vez nas Olimpíadas em 2021. Além dessas modalidades caras aos brasileiros, o beisebol, softbol e escalada também irão estrear nesta edição dos jogos.
Skate, surfe e escalada vão estrear nas Olimpíadas de Tóquio. Mas o que dizer de cabo-de-guerra, nado submarino, tiro-ao-pombo ou corrida de lancha?
Desde o início da vida, bebês podem desenvolver incríveis habilidades e, a partir da observação e da imitação, são capazes de realizar ações complexas que envolvem diferentes comportamentos motores. É o que defende um recente estudo brasileiro, publicado na revista científica Infant Behavior and Development.
Segundo os autores, bebês com até três meses de idade deveriam ser estimulados a manipular objetos e observar os adultos realizando tarefas cotidianas – mexer na máquina de lavar ou organizar a pilha de roupas no quarto, por exemplo. Isso porque, ao observá-los, os recém-nascidos perceberiam mais facilmente como os movimentos corporais estão ligados com o ambiente ao redor.
Uma nova pesquisa brasileira defende que bebês de até três meses de idade podem aprender ao presenciarem simples afazeres domésticos – e sugere algumas atividades para colocar isso em prática.
Resultados de uma pesquisa conduzida na Universidade Cruzeiro do Sul podem contribuir para o diagnóstico mais precoce da neuropatia diabética – distúrbio caracterizado por lesões nos nervos periféricos de pessoas com diabetes e que pode causar sintomas como dor, formigamento ou perda de sensibilidade, principalmente em pés e pernas.
No estudo, o grupo coordenado pelo professor Paulo Barbosa de Freitas Júnior avaliou a força feita por pacientes diabéticos para segurar e manusear objetos. Os resultados foram comparados com os de indivíduos sadios e de portadores de outras doenças neurológicas, como esclerose múltipla, Parkinson e síndrome do túnel do carpo (dormência e formigamento na mão e no braço causados pela compressão de um nervo no punho).
Método que analisa a maneira de segurar objetos pode simplificar detecção de problema que afeta a qualidade de vida de quem tem diabetes
A civilização maia ocupou diversos territórios na América Central antes de seu declínio e extinção com a chegada dos espanhóis. Hoje ela é objeto de estudo de arqueólogos que tentam entender, entre outros aspectos, como era a dinâmica demográfica de muitos locais.
Acredita-se que declínios populacionais e grandes migrações ocasionalmente aconteceram em algumas regiões maias em períodos de seca. Mas pesquisadores mostraram em um estudo recente que períodos muito úmidos também podem ter tido um papel importante nessa questão.
Arqueólogos examinaram moléculas orgânicas encontradas em resquícios de fezes no fundo de um lago do sítio arqueológico de Itzan, na atual Guatemala. A pesquisa sugere que tanto as secas quanto períodos muito úmidos causaram declínio populacional.
O Portal Amazônia Real postou uma série de reportagens abordando a questão do garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. Já são quase quatro décadas em que “os garimpeiros estão lá com parceiros, sócios e cúmplices na ilegalidade”. A confissão desse crime continuado foi feita por José Altino Machado, Zé Altino, uma memória-viva do garimpo do… Ouro […]