Veremos a opinião da ciência sobre a saga dos elefantes na China,os povos originários e sua importância no manejo da terra,o drama das queimadas no Brasil…
Tudo isso e muito mais…
No Repórter Eco 🌻🌲

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Veremos a opinião da ciência sobre a saga dos elefantes na China,os povos originários e sua importância no manejo da terra,o drama das queimadas no Brasil…
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Começando o dia com conhecimento e crescimento pessoal.
Professora Lúcia Helena Galvão aqui!

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Logo após o atentado, o comentarista político George Will deixou registrado no The Wall Street Journal: “A história voltou de férias”. Era uma referência a O Fim da História e o Último Homem, best-seller do sociólogo americano Francis Fukuyama. Que basicamente dizia: com o fim do comunismo na Europa, a história com H maiúsculo tinha acabado. A democracia liberal vencera, para sempre. E não haveria mais grandes disputas ideológicas, filosóficas ou religiosas. Na breve paz entre o fim da União Soviética, no Natal de 1991, e o 11 de Setembro, falar nesse fim da história não soava risível.
Definitivamente, a catástrofe que levou 2.997 vidas marcou uma nova era geopolítica. Uma era em que agentes não estatais – começando pela Al-Qaeda de Bin Laden – se tornaram inimigos mais importantes do que Estados com exércitos regulares. Começava a era da Guerra ao Terror. A era do terror.
Sem o ataque às Torres Gêmeas, não haveria clima para a eleição do Trump em 2016. E sem a ascenção da direita americana, talvez o Bolsonaro não fosse presidente do Brasil.
E se o 11 de Setembro não tivesse acontecido?
publicado originalmente em superinteressante
Uma semana recheada de situações bizarras? Temos!
Bravatas mil, ameaças apocalípticas, um pseudo caminhoneiro na lista da Interpol ,e um presidente que atiça o gado por semanas a fio, para depois dar para trás.
O super mito amarelou…para surpresa de ZERO pessoas com cérebro.
O Jota com seu bom humor de sempre em uma análise inteligente!

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Em meio a manifestações dos povos originários pelos seus direitos , talvez fiquem algumas dúvidas sobre o que estes irmãos já passaram e continuam passando.
Meteoro Brasil dá uma aula de história , são fatos e fotos reais que nos dão uma dimensão da crueldade com que foram dizimados nossos antepassados ,sim, nossos antepassados…pois quem não têm sangue indígena ( como eu ) com certeza é humano ,e faz parte da mesma saga.
Que nos sirva de alerta e lição… ninguém nunca deveria ter de abrir mão de sua cultura, crenças e terras na base do facão, arma de fogo e todo tipo de barbaridade.
Sem mais …

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Tire um tempo e já preparar essa delícia!
Isamara Amâncio aqui 💝

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Na natureza, os patos almiscarados (Biziura lobata) aprendem a emitir assobios agudos com as aves mais velhas do bando. Ripper, um integrante da espécie criado em cativeiro na Austrália, teve um método de ensino diferente. Sem veteranos para ensiná-lo os barulhos característicos da espécie, ele acabou reproduzindo os sons que escutava no ambiente ao seu redor – o que envolvia desde xingamentos utilizados pelos humanos até a bateção de portas do aviário.
O comportamento de Ripper foi notado pela primeira vez há mais de 30 anos, mas ainda não havia sido descrito em revistas científicas. Agora, um pesquisador da Universidade de Leiden, nos Países Baixos, resolveu mudar esse cenário. O etólogo Carel Ten Cate resgatou áudios antigos e redigiu um artigo sobre a aprendizagem vocal de patos almiscarados, que foi publicado no jornal Philosophical Transactions of the Royal Society B.
Estudo recém-publicado descreve comportamento do animal, que não é comum na espécie; vocalizações estão relacionadas à criação em cativeiro
Pato australiano aprende a pronunciar insulto – como se fosse um papagaio
publicado originalmente em superinteressante

O Tiranossauro Rex nem sempre foi o rei dos dinossauros. Na verdade, durante a maior parte da existência dos dinossauros, ele nem estava lá (os primeiros dinos surgiram há 230 milhões de anos, e o T. Rex só apareceu há 70 milhões de anos). Antes dele, um dos répteis que botava medo dos outros bichos era o Ulughbegsaurus uzbekistanensis, uma espécie de carcarodontossauro descrita recentemente.
Carcharodontosaurus é um gênero de dinossauro que viveu há cerca de 100 milhões de anos. O nome vem do latim e significa “lagarto com dente de tubarão”, justamente pelos dentes afiados característicos desses animais. Ele andava nas duas patas traseiras e tinha braços curtinhos. Os tiranossauros já existiam nessa época, mas eram bem menores quando comparados aos carcarodontossauros ou mesmo ao T. Rex, que surgiu depois.
O Ulughbegsaurus uzbekistanensis era duas vezes maior que os tiranossauros da sua época. Sua extinção abriu espaço para que a concorrência aumentasse de tamanho.
Antes do T. Rex, este dinossauro estava no topo da cadeia alimentar
publicado originalmente em superinteressante
A saga Matrix trás consigo uma mensagem filosófica e instigante…
Meteoro Brasil em uma análise super legal!

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O lobo-da-tasmânia foi uma espécie de mamífero que viveu na Austrália até 85 anos atrás. Em também é conhecido como “tigre-da-tasmânia” em outras línguas, graças às listras que carrega na parte inferior das costas. Assim como os cangurus e coalas, o lobo-da-tasmânia era um marsupial – ou seja, tinha uma bolsa no abdômen onde carregava os filhotes. O último animal em cativeiro, chamado Benjamin, morreu no dia 7 de setembro de 1936, e a espécie foi declarada extinta.
A maioria das pessoas vivas hoje não teve a sorte de conhecer a espécie. O que restou foram algumas gravações curtas do animal, que totalizam três minutos de vídeo. Todos foram filmados em preto e branco, é claro, mas o National Film and Sound Archive da Austrália (NFSA) submeteu um dos trechos à colorização e divulgou o primeiro vídeo colorido do animal. Veja abaixo.
A espécie foi extinta em 1936. O vídeo do último animal vivo foi gravado em preto e branco – e agora ganhou vida graças a técnicas de colorização
Assista ao primeiro (e único) vídeo colorido de um lobo-da-tasmânia.
publicado originalmente em superinteressante