“Nitidamente a mágica beleza permeava aquele recanto… borboletas em profusão e fadas vindas de todos os lugares, traziam uma paz e um encanto que só haviam experimentado do ” outro lado”. O riacho cristalino convidava a um relaxante banho, e assim passaram a tarde toda…”
“Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres humanos são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas para satisfazê-los. Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro.”
A ativista vegana Carol J. Adams e a nutricionista Virginia Messina defendem que as escolhas que fazemos ao nos alimentar têm impactos significativos em aspectos tão diversos como a mudança climática, o bem-estar animal, a justiça social e, claro, a própria saúde.
E nos convocam a fazer nossa parte, preconizando ingredientes mais sustentáveis e amigáveis — o que significa, para elas, limar a comida de origem animal.
Em Cozinha de Protesto (clique aqui para comprar), as autoras não só justificam essa abordagem como criam um manual prático para quem quer se engajar no ativismo alimentar e aprender receitas pra lá de criativas, como bacon de soja e brownie de abobrinha.
Capa do livro Cozinha de Protesto.
Ficha técnica
Cozinha de Protesto Autoras: Carol J. Adams e Virginia Messina Editora: Alaúde Páginas: 288 Clique aqui para comprar.
Obra mostra o papel da alimentação em questões ambientais, sociais e, claro, de saúde
“A Rainha da Floresta é mãe amorosa, e também enérgica disciplinadora, quando precisa ser. Nossa entrega, intuito e conexão com Ela, nos trarão uma nova visão da existência, do ser e do existir … Que bom todos ousassem esse poderoso encontro.”
“Para emagrecer e ter mais saúde, devemos cortar pães, arroz, massas e doces do dia a dia”. Certamente você já ouviu esse conselho, justificado pelo fato de esses alimentos serem ricos em carboidratos. Mas será que é isso mesmo?
O consumo de carboidratos começou a ser atacado quando se descobriu que ingerir gorduras não era tão ruim como pensávamos.
Os carboidratos, assim como as proteínas e as gorduras, são considerados macronutrientes, ou seja, compostos que precisamos em maior quantidade.
E eles têm uma função muito importante: fornecer energia para nossas células, garantindo o funcionamento de órgãos importantes, como cérebro, coração e músculos.
Inclusive, em outro texto já explicamos como uma alimentação deficiente em carboidratos pode ser a razão de sintomas como cansaço, dor de cabeça e falta de concentração, por exemplo. Perdeu? Leia aqui.
Vários tipos diferentes de carboidratos são encontrados em cereais (arroz, milho, trigo, aveia), tubérculos (batatas), raízes (mandioca), leguminosas e frutas. Eles são digeridos e absorvidos de formas distintas pelo nosso organismo.
Ninguém precisa (nem deve) excluir esse nutriente essencial da rotina. Basta aprender a identificar suas melhores fontes
São várias as qualidades do método quando se pensa em uma longevidade saudável: flexibilidade, força muscular, equilíbrio, melhora da postura…
Os autores do artigo destacam que a modalidade pode trabalhar todos os grupos musculares e são particularmente bem-vindos seus reflexos nos músculos do abdômen, da coluna e dos glúteos.
Para tirar proveito do pilates, procure estúdios ou academias com instrutores certificados. Havendo algum tipo de limitação relacionada à idade, vale conversar com o médico antes e adaptar o treino — opções de exercícios, com e sem aparelho, não vão faltar.
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O que se ganha com a modalidade
Flexibilidade: segundo os autores da revisão, o foco no alongamento e em exercícios que favorecem a amplitude dos movimentos é um dos benefícios centrais.
Força muscular: dá para ativar todos os grupos musculares. O trabalho com o core, o abdômen, a coluna e os glúteos aumenta o vigor e a disposição para as atividades do dia a dia.
Equilíbrio: a estabilização corporal e o recrutamento muscular promovem equilíbrio e resultam em melhor postura. Resultado: menor risco de queda e menos dor nas costas.
Autonomia: ao maximizar as três qualidades anteriores, sem desrespeitar os limites do corpo, o pilates ajuda a conservar a independência do idoso.
Qualidade de vida: os ganhos ao estado físico se somam aos efeitos mentais, cognitivos e sociais, já que a atividade demanda concentração e supervisão.
Método protagoniza nova revisão científica e se mostra uma das modalidades mais indicadas para envelhecer bem
Antes mesmo da pandemia do coronavírus, o Brasil já era um dos países mais ansiosos do mundo, de acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde realizado em 2017. Com a chegada da Covid-19, segundo documento publicado recentemente pela revista científica The Lancet, mais de quatro em cada dez brasileiros tiveram problemas de ansiedade. O estudo também aponta o impacto que a emergência sanitária teve na saúde mental de populações vulneráveis, como jovens, mulheres, pessoas com transtornos mentais preexistentes, assim como trabalhadores da saúde e da linha de frente e pessoas com menor status socioeconômico.
Com isso em mente, a Fundación MAPFRE e a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lançam a campanha digital “Movimento Papo Cabeça”, com foco na saúde mental da população brasileira. A ideia, durante os meses de dezembro e janeiro, é unir vozes, entre especialistas e influenciadores, para promover uma conversa sobre saúde mental.
Trazendo informações confiáveis, a campanha quer levar conhecimento a um número cada vez maior de pessoas. “A saúde mental é uma área negligenciada e um tema que é tratado como tabu. Historicamente, pessoas com problemas de saúde mental são alvo de preconceito, discriminação, violência e exclusão social, processos que muitas vezes são tão nocivos e produzem tanto sofrimento quanto a própria condição de saúde mental. Por esses motivos, é fundamental dar visibilidade ao tema, conscientizar a população, governos e a sociedade como um todo sobre a importância de se investir na área e de se falar abertamente sobre o tema para combater o estigma associado às pessoas com problemas de saúde mental”, explica Catarina Dahl, consultora de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas da OPAS/OMS.
Informação de qualidade sobre o tema é essencial; Fundación MAPFRE e OPAS lançam campanha para discutir bem-estar