O verão chegou, e quem faz esportes pode achar uma boa migrar sua prática preferida para a areia. Ioga, sequências de ginástica funcional, futebol, vôlei e o beach tennis estão entre as atividades da moda.
Mas é preciso estar preparado para o calor e a instabilidade do solo, que pedem mais preparo físico. E não importa a modalidade: hidratação ao máximo, boa alimentação, protetor solar renovado a cada hora e roupas leves são dicas que devem ser levadas à risca.
A areia é a primeira mudança brusca, porque o chão firme nos ajuda a economizar energia.
“Pela lei de ação e reação, ao aplicar uma força no solo, a superfície firme nos propulsiona também. Na areia, essa função é substancialmente reduzida. Isso gera mudanças biomecânicas importantes”, explica Rodrigo Rodrigues, professor do curso de Educação Física do Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG).
Com isso, gastamos mais calorias. “Para uma mesma velocidade de corrida, por exemplo, o gasto chega a ser cerca de 1,6 vezes maior na areia do que no solo firme”, compara o professor.
Trata-se, portanto, de um lugar propício a quem busca maiores desafios, já que a areia serve como “peso extra” para intensificar a atividade.
Segundo Rodrigues, diversas vantagens têm sido apontadas em relação ao exercício na praia, como aumento de força, velocidade, potência e aptidão cardiorrespiratória.
“Por outro lado, o menor impacto gerado pela areia pode ser uma estratégia interessante para pessoas com lesões articulares e em programas de prevenção e reabilitação”, completa o especialista. Mas a intensidade nessas situações precisa ser dosada.
Beber bastante água, abusar do protetor solar e avaliar bem o horário e tipo de areia são algumas das atitudes essenciais
Minha alma canta envolto do seu aprendizado E as palhas vão caindo purificando o coração Meus pretos velhos vivem sempre ao meu lado Dando seus nobres conselhos e doando suas mãos
Vovó Maria não me deixa duvidar E pai João vem do alto me benzer Eles me cruzam sempre dos pés à cabeça Sete vezes na coroa de Nanã Buruquê
Nada vai me acontecer Sou protegido(a) e bem guiado(a) Por Obaluaê
E as almas cantam no profundo interior Este cruzeiro veio mostrar o seu poder Linha dos velhos é luz da sabedoria Esta libertação é o cantar do meu viver
Esta festa é o reinado de Aruanda Preto velhos giram no seu interior Dançam e cantam, pois a luz que irradia Lázaro abençoou com Mãe de Santa Maria
Nada vai me acontecer Sou protegido(a) e bem guiado(a) Por Obaluaê
Preto Velho das Almas Preta Velha Vovó Salve Mamãe Rainha Salve Papai Cipó
“Muitas vezes não é fácil nos olharmos por dentro, incomoda, choca, e nos faz refletir…mas é desta maneira, e somente assim, que podemos encarar de frente nossas falhas, avaliar nosso caminho e encontrar a Verdadeira Luz. Em busca!”
O sistema, desenvolvido por meio de projeto apoiado pela Fapesp, foi descrito em um artigo publicado na revista Analytical Chemistry.
“O novo método permite a análise direta de swabs e a obtenção do resultado em 45 segundos. Dessa forma, possibilita a triagem rápida de pacientes com COVID-19”, diz Andréia de Melo Porcari, professora da USF e uma das coordenadoras do projeto.
Coleta de moléculas biológicas
A tecnologia é derivada de um sistema de detecção e diagnóstico de câncer desenvolvido pela pesquisadora brasileira Lívia Eberlin na Universidade do Texas em Austin, baseado em espectrometria de massa – técnica que permite discriminar substâncias em amostras biológicas de acordo com a massa molecular.
Batizado de MasSpec Pen, o método utiliza um dispositivo feito de plástico, na forma de uma caneta e esterilizável, para coletar moléculas biológicas da superfície de uma amostra de tecido.
A “tinta” da caneta é composta por água, utilizada como solvente para extrair moléculas de uma superfície de amostra de tecido, que são transportadas para um espectrômetro de massa para serem analisadas.
Com base em algoritmos de aprendizado de máquina e modelos estatísticos o sistema é capaz de indicar se a amostra de tecido analisada contém células cancerosas.
Teste desenvolvido por brasileiros e americanos demora menos de um minuto para identificar a presença do Sars-CoV-2