Um semana se inicia e mais uma oportunidade de mudar nossas atitudes para com a Mãe Terra.
Biologia, meio ambiente e ativismo.
É o Repórter Eco!

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Um semana se inicia e mais uma oportunidade de mudar nossas atitudes para com a Mãe Terra.
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“A preguiça é a mãe do progresso. Se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda.”
🌷Mario Quintana

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Poupando os bichinhos e se deliciando com um estrogonofe delícia 😋
Larica Vegana aqui!

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Com esse calor um sorvete vai muito bem…
Se for fácil de fazer… melhor ainda!
Vou tomar com café ☕
Isamara Amâncio aqui!

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Numa lógica semelhante ao do organismo humano, quanto maior o tempo de vida do animal, maior o risco de uma multiplicação celular perder o controle e virar um câncer.
Segundo o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), em cadelas com maior propensão, a probabilidade de desenvolver um câncer de mama fica entre 45 e 50%. Nas gatas, a incidência é menor, cerca de 20%.
Muitas vezes, o problema é silencioso, causando sintomas como perda do apetite e prostração só em estágios avançados. Por isso os tutores devem ficar atentos e fazer visitas periódicas ao veterinário.
“O ideal é que os animais sejam avaliados e examinados rotineiramente para que possamos detectar a doença precocemente”, diz a veterinária Tábata Maués, do Hospital Veterinário da Universidade Federal Fluminense (UFF).
“Uma dica para o dia a dia é, ao fazer carinho no animal, verificar a existência de eventuais nódulos.”
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Sinais que delatam problemas e cuidados para evitá-los
+ Castração
Estudos apontam que castrar uma fêmea antes do primeiro cio reduz em 99% o risco de um câncer de mama. Nos machos, afasta tumores testiculares.
+ Rotina de consultas
O acompanhamento veterinário, contemplando a avaliação das mamas e da próstata, é essencial para o pet, sobretudo com o avançar da idade.
+ Anticoncepcionais?
Até existem contraceptivos para animais, mas eles já foram relacionados a tumores e outras doenças. O melhor é castrar mesmo.
+ Sinais de alerta
O crescimento de massas anormais (na mama, por exemplo) é um deles. Prostração e dificuldade para comer, defecar ou urinar também preocupam.
+ E a genética?
Mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 elevam a probabilidade de um tumor mamário aparecer. No futuro, se espera que testes genéticos apurem isso.
Tumores na mama e na próstata aparecem com a idade, daí a importância da prevenção
Atenção: pets também podem ter câncer!
publicado originalmente em Veja saúde

Por Thais Manarini
A pandemia de Covid-19, entre tantas questões, chamou atenção para um assunto, até então, pouco discutido: saúde mental.
Nos Estados Unidos, antes da pandemia, observavam-se sintomas de ansiedade em 8,1% da população e sintomas de transtorno depressivo em 6,5%. Esses números saltaram para 37% e 30%, respectivamente, no final de 2020.
Já no Brasil, após os primeiros meses dessa crise sanitária, a prevalência de depressão e ansiedade chegou a 61% e 44%, respectivamente.
Infelizmente, negligenciada pela população e também por programas de saúde pública, a saúde mental custará à economia global cerca de 16 trilhões de dólares em 2030.
No contexto da pandemia, muitos fatores contribuíram para o aumento desses distúrbios psíquicos, como medo de contrair o vírus ou de perder um ente querido e a incerteza sobre questões econômicas.
Mas há outra questão, talvez mais inusitada para uma porção de gente, que provavelmente fez diferença: a relação existente entre alimentação e saúde mental.
O eixo intestino-cérebro pode ter grande importância causal para ansiedade e depressão. Nessa condição, o uso de probióticos – bactérias capazes de melhorar a saúde intestinal – teria o poder de minimizar os sintomas psíquicos.
+ Leia também: Probióticos: um universo em expansão
Mas, se a microbiota intestinal é capaz influenciar a saúde mental, então todos os alimentos que a modificam poderiam também ter esse papel? A ciência indica que sim.
Diversos estudos que avaliam os hábitos de vida e a alimentação de indivíduos em diferentes partes do mundo têm observado que um padrão alimentar saudável, caracterizado pelo consumo adequado de frutas e vegetais, grãos integrais, fontes de proteína magra, oleaginosas, além de baixa ingestão de açúcares adicionados, pode reduzir o risco de transtornos de ansiedade.
Em contraste, uma dieta de estilo ocidental, caracterizada pela forte presença de alimentos doces e gordurosos, grãos refinados, itens fritos e processados, carne vermelha, laticínios com alto teor de gordura, além de baixa ingestão de frutas e vegetais, está associada a um maior risco de ansiedade.
A ciência está cada vez mais interessada em entender se o que colocamos no prato tem impacto no cérebro. Especialistas contam o que se sabe até agora
Saúde mental e alimentação: existe uma relação aí?
publicado originalmente em Veja saúde
“O fraco jamais perdoa: o perdão é uma das características do forte.”
🌻Mahatma Gandhi

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A querida Monja Coen em uma carinhosa conversa. Ela também têm um convite especial para todos nós.
Monja Coen aqui!

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Que tal economizar e de quebra aprender a fabricar seu requeijão?
Trás o pão e eu faço o cafezinho.
Isamara Amâncio aqui!

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Um enigma …de onde vêm as mosquinhas de banheiro?
Quem são essas pequenas invasoras…
Animal TV aqui!

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