Freios…por Rui Barbosa

“As leis são um freio para os crimes públicos ;
A religião para os crimes secretos.”

✨✨Rui Barbosa

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Assista a “O QUE A RÚSSIA QUER COM A UCRÂNIA” no YouTube

A situação está muito preocupante e triste .

Explicação para tamanha barbárie? Não creio que exista. Os dois lados, porém, têm suas versões.

Meteoro Brasil aqui!

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Planos…

“O homem planeja e Deus ri.”

🌻Ditado Iídiche

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Assista a “He venido aquí -canto de temazcal” no YouTube

🌻He venido aquí

Yana ha wey nei nei awey yo yana (2)

Yana ha wey nei nei awey yo yana (2)

Hey ana hey ana hei hey yo wey.

He venido aquí buscando flores,

he venido aquí buscando cantos,

busco quetzales de mil colores,

busco alegría y menos llanto.

Hey ana hey ana hey hey yo wei (2)

Yana ha wey nei nei awey yo yana (2)

Yana ha wey nei nei awey yo yana (2)

Hey ana hey ana hei hey yo wey.

Como un collar de bellas flores,

como el plumaje de los quetzales,

como una fruta de mil sabores,

como el humo de los copales.

hey ana hey ana hey hey yo wei (2)

Yana ha wey nei nei awey yo yana (2)

Yana ha wey nei nei awey yo yana (2)

Hey ana hey ana hei hey yo wey.

Toda mi vida yo me había juzgado

Y en este canto yo me he encontrado

hey ana hey ana hey hey yo wei (2)

Yana ha wey nei nei awey yo yana (2)

Yana ha wey nei nei awey yo yana (2)

Hey ana hey ana hei hey yo wey.

He venido aquí buscando flores

He venido aquí buscando cantos

Busco Quetzales de mil colores

Busco alegrías y menos llantos.

hey ana hey ana hey hey yo wei.

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Assista a “Eu não quero viver pra sempre | Monja Coen” no YouTube

Ciclos, disso a vida é feita ! Início,meio,fim… recomeço.

Monja Coen aqui!

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Assista a “Capital Inicial – Musica Urbana” no YouTube

🌃 Música Urbana

Contra todos
E contra ninguém
O vento quase sempre
Nunca tanto diz
Estou só esperando
O que vai acontecer…

Eu tenho pedras
Nos sapatos
Onde os carros
Estão estacionados
Andando por ruas
Quase escuras
Os carros passam

Contra todos
E contra ninguém
O vento quase sempre
Nunca tanto diz
Estou só esperando
O que vai acontecer

Eu tenho pedras
Nos sapatos
Onde os carros
Estão estacionados
Andando por ruas
Quase escuras
Os carros passam

As ruas têm cheiro
De gasolina e óleo diesel
Por toda a plataforma
Toda a plataforma
Toda a plataforma
Você não vê a torre

Tudo errado, mas tudo bem
Tudo quase sempre
Como eu sempre quis
Sai da minha frente
Que agora eu quero ver

Não me importam os seus atos
Eu não sou mais um desesperado
Se ando por ruas quase escuras
As ruas passam

Tudo errado mas tudo bem
Tudo quase sempre
Como eu sempre quis
Sai da minha frente
Que agora eu quero ver

Não me importam os seus atos
Eu não sou mais um desesperado
Se ando por ruas quase escuras
As ruas passam

As ruas têm cheiro
De gasolina e óleo diesel
Por toda a plataforma
Toda a plataforma
Toda a plataforma
Você não vê a torre

As ruas têm cheiro
De gasolina e óleo diesel
Por toda a plataforma
Toda a plataforma
Toda a plataforma
Você não vê a torre

🌃Fonte: Musixmatch

Compositores: Renato Manfredini Junior / Flavio Miguel Vilar De Lemos / Antonio Felipe Vilar De Lemos / Andre Pretorius

Letra de Música urbana © Edicoes Musicais Tapajos Ltda, Quale Cumpadi! Producoes E Edicoes Artisticas, Apezinho Rock?n?roll Comercio Producao E Edic

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Normal?…por Mágica Mistura

“Olhando bem de perto ninguém é normal, nem santo, nem justo, nem correto ou virtuoso. Mas é exatamente aí que mora a beleza, a luta, a garra e a vontade de transpor obstáculos e superar as mazelas de caráter e personalidade.”

Mágica Mistura

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Cartão de companheiro

Por mais luta, por mais dor,Ergamos a nossa voz:Se Deus nos guarda em amor,Quem surgirá contra nós? Na fé que nos revigora,Se o trabalho nos conduz,Toda esperança de agora,Amanhã será mais luz. Espírito Casimiro Cunha, psicografia de Chico Xavier

Cartão de companheiro

publicado em site espirita

4 mapas que ajudam a entender o que está acontecendo na Ucrânia

Por Rafael Battaglia

Na madrugada desta quinta-feira (24), o presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou em um discurso de TV que daria início a uma operação militar na Ucrânia. Nas horas seguintes, foram registradas explosões não só nas áreas separatistas, mas também na capital do país, Kiev, e na segunda maior cidade ucraniana, Kharkiv.

Comboios russos invadiram a Ucrânia de todas as direções. Um deles entrou via Belarus (aliada da Rússia) ao norte; outro veio pelo sul, via Crimeia (península ucraniana anexada pela Rússia em 2014). O aeroporto de Kiev foi bombardeado e, logo depois, o governou fechou o espaço aéreo do país para voos civis:

Voos civis foram impedidos de passar pelo espaço aéreo ucraniano. Na imagem, “KBP” é a sigla do Aeroporto Internacional de Kiev.

Com os ataques, o pânico tomou conta do país. Enquanto há congestionamento para fugir de Kiev, outras pessoas buscam abrigo em estações de metrô. Há longas filas também em supermercados, postos de gasolina e bancos, para o saque de dinheiro em espécie.

A Ucrânia é um país de 44 milhões de habitantes não muito maior que Minas Gerais. Fértil, é um dos maiores exportadores de grãos do mundo (é o 3º de trigo; de milho, o 4°). A quarta maior colônia de ucranianos e descendentes vive aqui no Brasil (são 600 mil pessoas; a maioria no Paraná).

Mas, afinal: o que explica o conflito separatista que se estende por lá há oito anos – e que já matou 14 mil pessoas? Quais os  motivos por trás da intervenção da Rússia, que apoia rebeldes separatistas, deslocou 150 mil soldados para a fronteira com a Ucrânia e iniciou a invasão ao país?

Os mapas a seguir fornecem informações para compreender melhor toda essa situação. Há detalhes na formação de ambos os países, da língua às alianças militares, que ajudam a entender a conturbada relação entre eles. Confira:

Mil anos de história

Rússia e Ucrânia compartilham o mesmo berço: Kievan Rus, o primeiro estado eslavo. “Rus” (que depois seria usado para batizar “Rússia” e “Belarus”, outra nação descendente daí) era o nome do povo, essencialmente formado por comerciantes que saíram do Mar Báltico, na Escandinávia, atravessaram as florestas da Europa Oriental e se fixaram nas terras férteis da atual Ucrânia. Kiev, capital do estado, foi estabelecida no século 9.

Em 988, o grão-príncipe de Kiev, Vladimir I, escolheu o cristianismo ortodoxo como a religião oficial do estado e foi batizado na cidade de Quersoneso, na península da Crimeia.

O ato de Vladimir é considerado até hoje como um marco religioso tanto pela Ucrânia quanto pela Rússia, onde 67% e 71% da população, respectivamente, é cristã ortodoxa ( Putin já mencionou o batismo do príncipe para defender que “russos e ucranianos são um único povo”).

Nos séculos seguintes, Kievan Rus foi alvo de sucessivas invasões: mongóis (séc. 13), poloneses e lituanos (séc. 16) e russos (séc. 17). Em 1793, o Império Russo conseguiu anexar a parte ocidental da Ucrânia. Foi quando começou o processo de russificação, uma política que proibiu o idioma ucraniano e forçava as pessoas a se converter para a fé ortodoxa russa.

O país sofre com conflitos separatistas desde 2014 e, nesta quinta-feira (24), foi invadido pela Rússia. Entenda as raízes desse conflito. Continua no link abaixo:

4 mapas que ajudam a entender o que está acontecendo na Ucrânia

publicado originalmente em superinteressante

Burnout: problema é reconhecido pela OMS e faz cada vez mais vítimas

Burnout: problema é reconhecido pela OMS e faz cada vez mais vítimas

Por Diogo Sponchiato

Ainda hoje, três anos e sete meses depois, a jornalista Izabella Camargo, de 40 anos, se emociona ao falar do burnout que sofreu em 14 de agosto de 2018. Naquela manhã, quando fazia a previsão do tempo em um telejornal, ela sofreu um “apagão” ao vivo. Dependendo da função que exercia, Izabella dormia às 5 da tarde para acordar à meia-noite e começar a trabalhar às 3 da manhã. Ainda fazia plantões de até 12 horas aos sábados e domingos pelo menos duas vezes por mês. Diagnosticada com a condição, foi demitida da emissora de TV onde trabalhava depois de dois meses e 15 dias de licença médica. “O burnout me ensinou a importância do autocuidado”, avalia a autora do livro Dá um Tempo!, da Editora Principium (clique aqui para comprar), uma das pioneiras em levar a causa ao debate público no Brasil. “Hoje, apesar de amar o que faço, cuido mais de mim. Tenho consciência dos meus limites e procuro respeitá-los”, diz a jornalista, que se tornou mãe recentemente. Histórias como a de Izabella continuam se repetindo pelo país. Em 2019, uma pesquisa da International Stress Management Association (Isma-BR) estimou que 32% da população economicamente ativa sofria de sintomas de burnout. + LEIA TAMBÉM: Como ficar em paz com o trabalho Em outro levantamento, feito já na pandemia, 44% dos brasileiros ouvidos disseram que o período de convívio com a Covid-19 amplificou a sensação de esgotamento profissional. Se formos transpor para números absolutos, daria algo em torno de 39,6 milhões de trabalhadores afetados. Em um ranking de oito países sondados, o Brasil ocupa a primeira colocação, à frente de Singapura (37%), Estados Unidos (31%) e Índia (29%). “Não há salário, promoção ou carreira que justifique o adoecimento. A saúde é o único bem do trabalhador”, afirma a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da Isma-BR. “Muitas vezes, a única saída é pedir as contas. Ou pede para sair ou cai doente. Não há mágica”, ressalta. O assunto não passou batido pela 72ª Assembleia Mundial de Saúde, realizada em maio de 2019, em Genebra, na Suíça, com a participação dos 194 países-membros da Organização Mundial da Saúde (OMS), quando se decidiu revisar a definição do burnout na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID). Antes, ele era descrito apenas como um “estado de exaustão vital”. Podia ser interpretado até como resultado de um infortúnio em casa ou na família. + Assine VEJA SAÚDE a partir de R$ 9,90 Na CID-11, que passou a vigorar em janeiro de 2022, ele ganha oficialmente o entendimento mais aceito pelos especialistas, o de um esgotamento que é fruto do “estresse crônico no local de trabalho”. “O trabalho não deveria ser visto como um problema. Ele é uma solução. Ou pelo menos deveria ser. Se você adoece por causa disso, há algo errado”, alerta Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). “Nosso corpo é uma ponte. Foi construído para suportar determinado peso. Acima daquele limite, apresenta rachaduras e pode ruir”, compara o psiquiatra. Embora conste na nova CID, o burnout ainda não tem status de doença. A OMS prefere situá-lo como “fenômeno ocupacional”. Ou uma síndrome, palavra que, na terminologia médica, se refere a um conjunto de sintomas, sejam eles físicos, psíquicos ou emocionais.

A síndrome do esgotamento profissional entra na lista oficial da OMS em meio a uma alta de diagnósticos. Como identificar seus sinais e reverter esse fluxo?

Burnout: problema é reconhecido pela OMS e faz cada vez mais vítimas

publicado originalmente em Veja saúde