“Na verdade, não existe verdade.Pelo menos não a que nos é imposta dia após dia pela mídia e pela sociedade. A verdade está dentro de nós, no que acreditamos com a alma e o coração. É aquela centelha Divina que nos mantém em pé nas adversidades e que nos move sempre à frente e além. É aquele sentimento gostoso de dever cumprido, de espírito leve e de estar de bem com a vida. Essa é a nossa verdade. E essa, essa nunca vai nos enganar.”
“A fé no bom,no belo e no verdadeiro não tem fronteiras nem obstáculos intransponíveis, apenas pequenos acidentes de percurso que só aumentam a felicidade de vê-la florescer.”
“Vencer as batalhas e cravar a bandeira da nossa verdade pessoal em tudo que fazemos não é tarefa fácil e para qualquer um. É luta e merecimento nosso e de ninguém mais…Cada um com sua história, suas dores, alegrias, caminhos e contradições.”
Entre os nove milhões de itens que compõem o acervo da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, está uma carta náutica de 1861, elaborada pelo francês Ernest Mouchez durante uma expedição à Bahia.
Conchas, rochas, corais, areia. Ali está mapeada toda a antiga paisagem subaquática de Abrolhos, arquipélago que abriga as maiores formações de recifes e a maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul.
A viagem de Mouchez era um trabalho de exploração da América do Sul, e o documento foi um dos muitos criados para registrar as descobertas da época – além de fornecer pistas à navegação daquelas águas. Mas agora, 160 anos depois, encontrou-se uma nova utilidade à carta: entender como os recifes mudaram de lá para cá.
Um grupo de pesquisadores brasileiros comparou as informações contidas na carta náutica e em outros documentos históricos com dados modernos sobre as condições ambientais de Abrolhos, obtidos via satélite. Assim, descobriram que houve uma perda média de 28% na extensão espacial dos recifes da região.
Algumas áreas estão ainda mais degradadas. Entre os recifes mais próximos à costa, por exemplo, a perda dos últimos 160 anos é de 49%. O estudo foi publicado nesta quarta (29) na revista Perspectives in Ecology and Conservation.
Motivos da degradação
Segundo os pesquisadores, os recifes foram prejudicados principalmente por uma antiga prática de extração de corais. Blocos inteiros eram removidos dos recifes para a fabricação de cal e, acredite, a substituição de tijolos na construção civil. Há registros desse costume desde o século 17, e ele durou pelo menos até 1900 na região.
É a primeira vez que pesquisadores brasileiros usam documentos históricos para compreender a evolução das condições ambientais de recifes. Entenda.
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