“Há os que dão pouco do muito que possuem, e fazem-no para serem elogiados, e seu desejo secreto desvaloriza suas dádivas. Há os que pouco têm e dão-nos inteiramente. Esses confiam na vida e na generosidade da vida e seus cofres nunca se esvaziam. Há os que dão com alegria e essa alegria é sua recompensa. Há os que dão com pena, e essa pena é seu batismo. E há os que dão sem sentir pena, nem buscar alegria e sem pensar na virtude. Dão, como num vale o mirto espalha sua fragrância no espaço. Pelas mãos de tais pessoas Deus fala; e através de seus olhos Ele sorri para o mundo.”
Para o cientista político e escritor Sérgio Abranches, o Brasil precisa repensar a sua estrutura de proteção à Amazônia e aos povos indígenas Os ataques às comunidades indígenas Kaiowa e Guarani no Mato Grosso do Sul e as recentes mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Philips escancararam uma realidade de violência… Amazônia […]
‘Na esteira dos bons sentimentos, pensamentos e ações sempre vêm as alegrias, as bençãos e a boa colheita. Isto não é um mistério… é a Lei do Retorno em ação.”
Uma tartaruga grávida foi encontrada nos destroços de uma casa abandonada em Pompeia. Arqueólogos que escavavam as ruínas da cidade encontraram os restos da tartaruga de 14 centímetros de comprimento, além de seu ovo.
As descobertas adicionam novos detalhes ao entendimento do período entre 62 d.C, quando Pompeia passou por um terremoto, e 79 d.C, quando foi devastada pela erupção vulcânica. Arqueólogos descobriram o animal em uma parte da cidade que estava sendo reaproveitada para banhos públicos.
Eles acreditam que a tartaruga, da espécie Testudo hermanni, entrou em um prédio tão danificado pelo terremoto que não havia sido reconstruído; e que ela ainda não tinha colocado seu ovo quando o Vesúvio entrou em erupção. Tartarugas prendem seus ovos até encontrarem um habitat adequado para depositá-los.
“Isso nos permite refletir sobre Pompeia nesta fase após o terremoto, mas antes da erupção, quando muitas casas estavam sendo reconstruídas, toda a cidade era um canteiro de obras e, evidentemente, alguns espaços estavam tão inutilizados que animais selvagens podiam passear, entrar e tente botar seus ovos”, relata Gabriel Zuchtriegel, diretor do sítio arqueológico de Pompeia.
A fêmea estava a procura de um lugar para botar seu ovo pouco antes da erupção, há 2 mil anos.