“A suspeita sempre persegue a consciência culpada; o ladrão vê em cada sombra um policial.”
✨William Shakespeare

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“A suspeita sempre persegue a consciência culpada; o ladrão vê em cada sombra um policial.”
✨William Shakespeare

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“Uma árvore em flor fica despida no outono. A beleza transforma-se em feiura, a juventude em velhice e o erro em virtude. Nada fica sempre igual e nada existe realmente. Portanto, as aparências e o vazio existem simultaneamente.”
🌹Dalai Lama

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Experimentos de laboratório conduzidos por uma equipe de pesquisadores dos EUA, Reino Unido e África do Sul mostraram que o aumento da temperatura na Antártida pode colocar em risco a vida do único inseto da região.
Geralmente menor que 1 centímetro de comprimento, o artrópode pequenino Belgica antarctica também é o maior animal terrestre a nunca entrar no oceano. O seu ciclo de vida, marcado por quatro estágios larvais, ocorre em meio a leitos úmidos de musgo e algas, em que ele se alimenta da vegetação e dos resíduos apodrecidos.
Até mesmo esses refúgios congelam durante os invernos rigorosos da Antártida, bloqueando a umidade e ameaçando congelar, também, os insetos. Então, o mosquito desenvolveu uma estratégia para resistir ao frio e evitar a morte.
Como proteção contra o dano causado pelos cristais de gelo, ele se seca lentamente. Sob as condições certas, os insetos têm grande chance de sobreviver até o verão, mesmo depois de perder até três quartos de sua umidade.
Na Península Antártica, microclimas como os ocupados pelo inseto tendem a oscilar entre -5 e 0 graus Celsius. Protegidas por camadas de neve e gelo, as temperaturas podem despencar ao ar livre, mas tem pouco efeito no habitat coberto do bicho.
Um pequeno artrópode aprendeu a perder umidade para sobreviver ao congelamento – e essa pode ser sua ruína.
Único inseto natural da Antártida pode entrar em extinção
publicado em superinteressante

Três jarras de vinho, chamadas de ânforas, foram recuperadas do oceano e analisadas, dando aos pesquisadores uma visão das práticas vinicultoras da costa italiana durante o período do século 1-2 a.C.
Ânforas são vasos antigos, com forma geralmente ovalada e duas alças laterais simétricas. Eram feitos de barro e usados para transportar e armazenar líquidos, especialmente vinho – mas também podiam conter água, azeite, frutos secos, cereais e mel.
Essas jarras foram encontradas em 2018, perto do porto de San Felice Circeo, cerca de 90 quilômetros a sudeste de Roma. A pesquisa delas envolveu a combinação de técnicas de análise química com abordagens usadas na arqueobotânica.
Os cientistas usaram diferentes formas e combinações de processos para separar e identificar marcadores químicos – como a cromatografia gasosa e a espectrometria de massas – com o objetivo de identificar os restos orgânicos deixados nos jarros.
Pesquisa combinou técnicas de arqueologia, botânica e química para descobrir como era a vinicultura romana – que usava uvas locais e piche importado
Jarras recuperadas revelam segredos do vinho romano
publicado em superinteressante
Espiritualidade, Magia e Amor da Mãe?
Temos também!
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Autoconhecimento é um passo importante em nossa caminhada.
Monja Coen aqui!

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A maré tem caprichos…
Consigo ver nas marés
O movimento da vida
Nesse vai e vem incessante
De bonança, tempestade, calmaria, tormenta
Vazia de emoções, cheia de sentimentos
E deve ,tem de ser assim
Como saber do doce,sem do amargo provar
E a liberdade dar valor,sem se sentir no cárcere?
Vida,vida… aprendizado ao qual ninguém escapa
Deixa a maré levar
Hora cheia,hora vazante
Sempre dinâmica,contestadora
Nunca estagnada,inoperante
Vamos soltos,na maré cheia
Que um dia
Despertos e luminosos
Chegaremos Lá ✨✨✨

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“Gostaria eu de com um gesto e sorriso transformar todo o mundo em um lugar de Luz, Fraternidade e Amor. Já que isso não é opcional , vou em frente tentando a cada dia ser um pouquinho melhor por mim, para mim, e principalmente por todos que aqui estão e que ainda virão.”

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Camboriú SC Brasil
Nós seres humanos nos consideramos privilegiados por termos o cérebro mais desenvolvido do planeta…
Bom mesmo seria aprendermos a usar esse potencial, não é verdade?
Professora Lúcia Helena Galvão e Nova Acrópole aqui!

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