Uma seca sumiu com a água do Rio Paluxy, em um parque estadual do Texas, nos Estados Unidos. Então elas surgiram: pegadas que dinossauros deixaram por ali há cerca de 113 milhões de anos.
O Dinosaur Valley State Park (ou “Parque Estadual Vale dos Dinossauros”, em tradução livre) é famoso por marcas deixadas por dinossauros, como o nome sugere. Mas é difícil elas darem as caras. Em condições climáticas normais, os rastros ficam embaixo d’água e cobertos por sedimentos.
Na época das pegadas, a área em que hoje é o parque ficava à beira de um mar que avançava e recuava continuamente. A presença de conchas por ali acabou formando uma lama rica em carbonato de cálcio, com a consistência ideal para preservar as impressões.
A seca de agora revelou cerca de 60 impressões do Acrocanthosaurus. Há 140 pegadas de dinossauros no total, e as do Acrocanthosaurus não eram vistas desde o ano 2000.
–
A seca trouxe à tona pegadas de 113 milhões de anos, feitas por um parente do T-Rex. Confira.
O uso de psicodélicos associados à terapia parece ajudar as pessoas com alcoolismo a reduzir as vezes em que bebem muito, de acordo com um estudo. Usando psilocibina, um composto psicodélico encontrado em cogumelos alucinógenos, os pesquisadores trataram pacientes por mais de oito meses e observaram melhora em seus hábitos.
A ideia de usar psicodélicos como tratamentos para o alcoolismo foi bastante popular nas décadas de 1960 e 1970, quando estudos sobre o LSD descobriram que ele reduzia o uso indevido de álcool. Esse campo de pesquisa esfriou nas décadas seguintes, até o interesse renascer com a nova pesquisa.
O estudo incluiu 93 pessoas dependentes de álcool. Nos três meses que antecederam o estudo, os participantes bebiam em aproximadamente 60 dos dias. Desse período, cerca de metade era de consumo pesado – definido na pesquisa como cinco ou mais drinks por dia para um homem e quatro ou mais para uma mulher.
O composto alucinógeno deixaria o cérebro mais suscetível a um tratamento com terapia.
Fio, se suncê precisá É só pensá na Vovó Que Ela vem te ajudá Pensa numa estrada longa, zifio Lá no seu jacutá E numa casinha branca, zifio Que a vovó tá lá Sentada num banquinho tosco, zifio Com sua rosário na mão Pensa na Vovó Maria Redonda Fazendo Oração
“Trilhar um caminho novo é como um salto no escuro, pode ser suave ou te fazer quebrar as pernas. Nas duas alternativas as descobertas te levarão a experimentar a diversidade, você terá ainda mais curiosidade do que têm pela frente, e mais cuidado ao fazer suas escolhas.”
“Há quem creia que não se pode mudar a maneira de ser e o caráter de alguém…e não há jeito mesmo. Não acredito que alguém ou alguma coisa possa fazer esse milagre. Porém creio firmemente que qualquer um, há qualquer tempo, pode sim, promover sua própria mudança e evolução, através do autoconhecimento, do perdão, da humildade, do recomeço, e principalmente do amor.”
Orelhas abaixadas, respiração ofegante e tremedeira. Alguns cachorros ficam tão perturbados com o barulho de fogos de artifício e tempestades que acabam se escondendo ou saem correndo, para o desespero dos donos.
Nossos amigos de quatro patas ouvem em um espectro de frequência duas vezes maior que os humanos e podem escutar sons quatro vezes mais distantes que nós. Mas a audição aguçada não é sinônimo de sensibilidade: nem todo cão se abala com os ruídos altos e imprevisíveis. Por quê?
Cientistas já descobriram algumas variáveis que estão em jogo. Confira abaixo e, ao fim deste texto, descubra o que pode fazer para (tentar) aliviar o medo do seu cãozinho.
Nem todo cão se abala com os ruídos altos e imprevisíveis. Confira algumas variáveis que entram em jogo e descubra o que fazer para acalmar seu cãozinho.
Insetos geralmente não são protagonistas de campanhas de conservação ambiental – e você pode achá-los feios e nojentos. Mas eles também precisam ser protegidos: são parte importante dos ecossistemas e polinizadores exclusivos de muitas culturas agrícolas. E estão em declínio, aqui no Brasil.
Foi o que observou um levantamento feito por pesquisadores da Unicamp (SP) e das universidades federais de São Carlos (SP) e do Rio Grande do Sul. Eles reuniram 75 casos sobre abundância e biodiversidade de insetos, registrados anteriormente por outros cientistas. E descobriram que a maioria aponta para uma redução desses animais.
A lista de insetos do levantamento inclui aquáticos (como as libélulas) e terrestres (como abelhas, vespas, formigas, borboletas e besouros). As informações foram obtidas em 45 estudos – a maioria na Mata Atlântica, nenhum no Pantanal e na Caatinga – e a partir de conversas com outros 156 pesquisadores, que responderam questionários e contribuíram com suas experiências.
O levantamento consultou 45 estudos e 156 pesquisadores. A maioria das tendências observadas, entre insetos terrestres, aponta para uma redução.