É agridoce para o jornalista de saúde escrever sobre notícias falsas. Por um lado, há a oportunidade preciosa de explicar ao leitor por que elas são tão perigosas. Por outro, paira na mente o dilema de que as semanas de pesquisa, entrevistas e elaboração dos textos pouco adiantarão para mudar a cabeça de quem já foi contaminado por elas.
Afinal, basta uma linha desmentindo a utilidade de determinado remédio no tratamento da Covid-19 ou alertando sobre a real gravidade da doença e pronto: perde-se qualquer oportunidade de diálogo e o sujeito se volta a fontes que, embora suspeitas, dizem o que ele gostaria de ouvir.
Um novo estudo mostrou que polvos da costa australiana arremessam objetos com a possível intenção de acertar uns aos outros. O comportamento raro foi observado principalmente em polvos fêmeas, que provavelmente realizam os arremessos para se livrar de machos assediadores. Os arremessos de conchas, algas e punhados de lodo foram observados pela primeira vez em 2015, em uma região da Baía Jervis (na Austrália) que ganhou o apelido de “Octopolis” por conta da grande quantidade de polvos da espécie Octopus tetricus encontrados por lá. O comportamento de arremesso foi visto como uma forma de cavar tocas, limpá-las ou se livrar de restos de comida, por exemplo. Mas ocasiões em que os polvos atingiam outros indivíduos com os objetos arremessados deixaram o pesquisador Peter Godfrey-Smith, da Universidade de Sydney, e sua equipe em dúvida. Eles não sabiam se os polvos estavam acertando uns aos outros intencionalmente ou não. Os cientistas fizeram mais filmagens e análises, e descobriram que existem diferenças entre os tipos de arremesso realizados, o que sugere que os polvos miram seus arremessos e eventualmente acertam uns aos outros de propósito. Para realizar os arremessos, os polvos seguram os objetos em seus tentáculos e então disparam um jato de água a partir de seus sifões, realizando o lançamento.
Pesquisadores analisaram o comportamento de polvos na Austrália e perceberam que os animais podem fazer arremessos direcionados – atingindo outros indivíduos intencionalmente.
Se o medo aparece em sua jornada, colocando você dentro de prisões que dificultam o seu crescimento, peça ajuda aos anjos. Em um momento só seu, concentre-se no seu chacra cardíaco. Imagine uma luz rosa e brilhante vinda do céu, entrando em seu peito, te acalmando a cada inspiração. Sinta o amor dos anjos te […]
Meu pai não tinha educação Ainda me lembro era um grande coração Ganhava a vida com muito suor mas mesmo assim não podia ser pior Pouco dinheiro pra poder pagar Todas as contas e despesas do lar
Mas deus quis vê-lo no chão Com as mãos levantadas pro céu Implorando perdão Chorei meu pai disse boa sorte Com a mão no meu ombro Em seu leito de morte
Disse :
Marvin, agora é só você E não vai adiantar Chorar vai me fazer sofrer
E três dias depois de morrer Meu pai, eu queria saber Mas não botava nem os pés na escola Mamãe lembrava disso a toda hora
E todo dia antes do sol sair Eu trabalhava sem me distrair As vezes acho que não vai dar pé Eu queria fugir mas onde eu estiver Eu sei muito bem o que ele quis dizer Meu pai, eu me lembro não me deixa esquecer
Ele disse Marvin, a vida é pra valer Eu fiz o meu melhor E o seu destino eu sei de cor
E então um dia uma forte chuva veio E acabou com o trabalho de um ano inteiro E aos treze anos de idade eu sentia o peso do mundo em minhas costas Eu queria jogar, mas perdi a aposta
Trabalhava feito um burro nos campos Só via carne se roubasse um frango Meu pai cuidava de toda a família Sem perceber segui a mesma trilha E toda noite minha mãe orava Deus era em nome da fome Que eu roubava
Dez anos passaram, cresceram meus irmãos E os anjos levaram minha mãe pelas mãos
Chorei, meu pai disse boa sorte com a mão no meu ombro Em seu leito de morte
Marvin, agora é só você E não vai adiantar Chorar vai me fazer sofrer Marvin, a vida é pra valer Eu fiz o meu melhor E o seu destino eu sei de cor
🌻Fonte: LyricFindCompositores: General N. Johnson / Jose Fernando Gomes Dos Reis / Ronald Dunbar / Sergio De Britto Alvares Affonso
Um dos fósseis de pterossauro mais completos já encontrado é brasileiro. Desde 2016, pesquisadores do Brasil e Portugal estudam um espécime de Tupandactylus navigans, que viveu há 110 milhões de anos. Agora, o estudo que descreve e analisa o fóssil foi publicado no periódico PLOS One. O pterossauro ainda vem com uma história curiosa: ele quase foi contrabandeado para fora do país.
Tudo começou com uma operação policial em 2013, que pretendia enfrentar uma quadrilha internacional especializada em contrabando de fósseis e pedras semipreciosas. Os policiais impediram, no Porto de Santos (SP), a exportação ilegal de três mil peças, que provavelmente seriam vendidas para museus ou coleções particulares do exterior. Entre as peças, estavam rochas calcárias extraídas da Bacia do Araripe, na região Nordeste do Brasil. Elas possuíam restos mortais e impressões bem conservadas de seres vivos que habitaram o planeta há milhões de anos. Os itens foram entregues à Universidade de São Paulo (USP), que iniciaram a pesquisa com o fóssil três anos depois.
O Tupandactylus navigans seria contrabandeado em 2013, mas foi resgatado por uma operação da Polícia Federal. Pesquisadores estudam o fóssil desde 2016 – e descobriram características inéditas do animal.