« Eles querem que abandonemos outra parte de nossa terra tribal. Esta não é a primeira vez nem a última vez. Eles reivindicam esta nossa mãe, a Terra, para seu próprio uso, e isolam seus vizinhos dela, e a degradam com seus prédios e seu lixo. O branco sabe fazer tudo, mas não sabe distribuir … […] […]
Alguns cientistas têm mostrado que diferentes personalidades não existem apenas entre humanos, mas também em outras espécies animais. Agora, uma pesquisa indicou que os comportamentos individuais são importantes também entre os esquilos.
O estudo liderado por pesquisadores da Universidade da Califórnia é o primeiro a documentar a personalidade de esquilos da espécie Callospermophilus lateralis, comuns no oeste da América do Norte. A pesquisa foi publicada na revista Animal Behaviour e classificou a personalidade dos animais a partir de quatro características principais: ousadia (ou audácia), agressividade, nível de atividade e sociabilidade.
Identificar traços de personalidade entre os animais não é simples. Os pesquisadores precisam coletar muitos dados e mostrar que os indivíduos estudados apresentam o mesmo comportamento de maneira consistente ao longo do tempo. Os cientistas envolvidos neste estudo analisaram alguns esquilos ao longo de três anos, e também os submeteram a alguns testes. Também foi usado um amplo conjunto de dados de pesquisadores do Rocky Mountain Biological Laboratory, no Colorado, que estudam esquilos terrestres há mais de 30 anos
Estudo feito nos EUA classificou os animais de acordo com quatro características: audácia, agressividade, nível de atividade e sociabilidade.
Ele fica no lado esquerdo do tórax, pesa em torno de 340 gramas e é do tamanho de um punho fechado. Bate, em média, 72 vezes por minuto — nos recém-nascidos, pode chegar a 120 — e, a cada hora que passa, bombeia 400 litros de sangue. De “tum-tum” em “tum-tum”, o coração humano trabalha 24 horas por dia, sete dias por semana, sem direito a descanso no sábado, no domingo ou no feriado.
Apesar de tudo que faz por nós, digamos que nem sempre cuidamos bem dele — e a negligência se escancarou com a pandemia. “Em geral, o brasileiro só lembra que tem coração quando sente dor no peito ou falta de ar”, lamenta o médico Celso Amodeo, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).
Entidades e especialistas recomendam não esperar a pandemia passar para colocar consultas e exames em dia e (re)tomar atitudes que preservam as artérias
“Dá-me a tua mão: Vou agora te contar como entrei no inexpressivo que sempre foi a minha busca cega e secreta. De como entrei naquilo que existe entre o número um e o número dois, de como vi a linha de mistério e fogo, e que é linha sub-reptícia. Entre duas notas de música existe uma nota, entre dois fatos existe um fato, entre dois grãos de areia por mais juntos que estejam existe um intervalo de espaço, existe um sentir que é entre o sentir – nos interstícios da matéria primordial está a linha de mistério e fogo que é a respiração do mundo, e a respiração contínua do mundo é aquilo que ouvimos e chamamos de silêncio.”
Telel Hamã era uma cidade em ascensão durante a Idade do Bronze. Ela estava localizada próxima ao Mar Morto, no Oriente Médio, e era dez vezes maior que Jerusalém na época. Mas, no ano 1.650 a.C., um asteroide atingiu a cidade a uma velocidade de 61.000 quilômetros por hora. A rocha espacial explodiu no ar, a 4 quilômetros do chão, com 1.000 vezes a potência da Little Boy, a bomba atômica que destruiu Hiroshima em 1945.
Essa é a conclusão de um estudo publicado no periódico Scientific Reports. A pesquisa conta com a participação de 21 autores, entre arqueólogos, geólogos, especialistas em sedimentologia e pesquisadores de outras áreas. Hoje, Telel Hamã é um importante sítio arqueológico. Após 15 anos de escavações no local, os cientistas reconstruíram a história de como a cidade foi arrasada.
O pesquisador Christopher Moore escreve que quem estivesse olhando para o céu no momento da explosão teria ficado cego instantaneamente. A temperatura do ar rapidamente atingiu 2 mil ºC. Metais e cerâmica começaram a derreter, e a cidade ficou em chamas. A onda de choque gerada pela explosão atingiu 1.200 quilômetros por hora, demolindo todas as construções. Nenhum dos 8 mil habitantes sobreviveu – fragmentos de ossos são encontrados por toda a cidade.
A descoberta foi feita no sítio arqueológico de Telel Hamã, Oriente Médio. Segundo os autores, a explosão pode ter inspirado a história bíblica de Sodoma.