Rascunho do documento final da COP26 propõe meta anual para reduzir emissões

A COP26, conferência do clima das Nações Unidas que acontece em Glasgow, na Escócia, chega a seus dias decisivos com a divulgação do primeiro rascunho de um documento final, que deve sumarizar os acordos entre os países. A declaração pede uma revisão anual das ações de cada país contra a emergência climática, além do fim gradual do uso do carvão e dos subsídios para combustíveis fósseis.

As medidas seriam um caminho para tentar sanar a lacuna que existe hoje entre os compromissos de longo prazo das nações do mundo – mirando datas como 2030 e 2050 – e o que está sendo efetivamente feito de ano a ano.

A raiz do problema é como manter um aumento da temperatura média do planeta (em relação aos níveis anteriores à Revolução Industrial) em até 2 ºC – e, se possível, impedir que esse aumento ultrapasse 1,5ºC, considerado o limite mais seguro para evitar mudanças perigosas no clima da Terra.

Hoje (10) foi apresentada a primeira versão do documento que sumariza a Convenção de Mudanças Climáticas da ONU. O texto ainda pede o fim gradual dos combustíveis fósseis

Rascunho do documento final da COP26 propõe meta anual para reduzir emissões

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Arroz de forno cremoso, quem resiste?

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Medo…por Osho

“Sempre que houver medo, nunca tente escapar dele. Na verdade, siga as indicações do medo. É na direção delas que você precisa se movimentar. O medo é simplesmente um desafio.”

🍀Osho

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O Planeta Água está cada vez mais seco, e isto definitivamente é responsabilidade nossa.

Uma aula básica para entender a crise hídrica.

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Pesquisadores descobrem a primeira espécie de dinossauro que viveu na Groenlândia

A partir de dois crânios bem preservados, pesquisadores identificaram uma nova espécie de dinossauro, que viveu há cerca de 214 milhões de anos na atual Groenlândia. Em homenagem à cultura local, ele recebeu o nome científico de Issi saaneq, que significa “osso frio” em kalaallisut – o principal dos dialetos inuítes da ilha.

Os fósseis foram encontrados em escavações de 1994 por pesquisadores da Universidade Harvard – e inicialmente atribuídos à espécie Plateosaurus trossingensis, muito encontrada na Alemanha. Mas as descobertas feitas desde então por paleontólogos ao redor do mundo, que possibilitam novas comparações, permitiram que os crânios fossem reavaliados. A nova investigação ficou por conta de uma equipe internacional que inclui pesquisadores de universidades de Portugal, da Dinamarca e da Alemanha. O estudo com as novas descobertas foi publicado na revista Diversity.

Os cientistas analisaram os crânios – de um indivíduo jovem e outro quase adulto – a partir de microtomografia computadorizada, que permitiu a criação de modelos digitais em 3D das estruturas internas e dos ossos ainda cobertos por sedimentos. “A anatomia dos dois crânios é única em muitos aspectos, como na forma e nas proporções dos ossos. Estes espécimes pertencem certamente a uma nova espécie”, explica Victor Beccari, autor principal do estudo, em comunicado.

O sauropodomorfo “Issi saaneq” viveu na ilha há cerca de 214 milhões de anos, no final do Período Triássico, quando o Oceano Atlântico estava se formando.

Pesquisadores descobrem a primeira espécie de dinossauro que viveu na Groenlândia

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Você sabe como funciona a tela da sua televisão?

Os primeiros televisores funcionavam por meio de um tubo néon e um disco giratório, também chamado de disco de Nipkow. Nessa época, as imagens tinham uma tonalidade avermelhada e eram bem pequenas.

Algum tempo se passou até o lançamento da TV de LCD, com tela de cristal líquido e iluminação por trás (backlight) com lâmpadas fluorescentes. Essa inovação tornou as cores mais vivas. A chegada da TV de LED melhorou a definição das cores com a iluminação de fundo.

Dando mais um passo no quesito tecnologia, o mercado lançou os miniLEDs, que trazem um nível ainda maior de detalhe e contraste, com cores mais precisas do que as das TVs de LED tradicionais.

Antes iluminada por LEDs clássicos, agora, com a LG QNED MiniLED, a TV ganha mais zonas de iluminação, filtro de cores com pontos quânticos e nanopartículas

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Conselhos…por Oscar Wilde

“Dar bons conselhos – as pessoas gostam de dar o que mais necessitam. Considero isto a mais profunda generosidade.”

🍀Oscar Wilde

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Silenciosas, hepatites B e C são as principais causas do câncer do fígado

Cerca de 700 mil pessoas morrem de câncer de fígado todos os anos no mundo – são quase 10 mil só no Brasil. Entre as principais causas para o desenvolvimento da doença estão as hepatites virais B e C. Ambas são bastante negligenciadas, até porque evoluem de forma silenciosa – assim como o próprio tumor de fígado.

Para ter ideia, uma pesquisa com quase 2 mil pessoas encomendada pelo Instituto Brasileiro do Fígado (Ibrafig) ao Datafolha constatou que mais da metade dos entrevistados (60%) nunca fez teste (ou não sabe se fez) para hepatite C nem para hepatite B (52%), sendo que muita gente declarou ter consciência de que os testes são gratuitos no Sistema Único de Saúde (SUS).

A questão é que, para 47% e 46% das pessoas, respectivamente, os testes parecem desnecessários porque elas não sentem necessidade/dor e por falta de interesse mesmo.

Por outro lado, a pesquisa aponta que o brasileiro está se vacinando para prevenir a hepatite B, a mais grave, e que não tem cura. Dois a cada três participantes garantiram ter recebido as três doses do imunizante. O perfil de quem já tomou, no entanto, é das classes econômicas mais altas. Ou seja, essa atitude precisa ser disseminada entre a população em geral.

Cabe lembrar que, enquanto a hepatite B pode ser prevenida com vacina, a hepatite C tem cura.

Pesquisa aponta que os brasileiros deixam de investigar essas doenças por falta de sintomas, mesmo com testes gratuitos disponíveis na rede pública

Silenciosas, hepatites B e C são as principais causas do câncer do fígado

publicado originalmente em Veja saúde