Bebê deve ser estimulado a segurar objetos desde o nascimento, diz estudo

Recém-nascidos e bebês de até três meses de idade já devem receber estímulos para manusear objetos e observar adultos desenvolvendo tarefas do dia a dia. Esse incentivo ajuda no desenvolvimento social, motor e cognitivo. É o que sugerem pesquisadores em artigo publicado na revista científica Infant Behavior & Development.

O estudo propõe que, desde o nascimento, os bebês assistam cotidianamente os adultos em suas atividades diárias, como, por exemplo, na manipulação de utensílios domésticos. Além disso, também devem ter contato frequente com objetos para que desenvolvam as habilidades de segurá-los e de estender os braços para alcançá-los.

Nos primeiros meses de vida, eles são capazes de aprender muito mais do que os pais imaginam. Pesquisadora ensina exercícios que ajudam no desenvolvimento

Bebê deve ser estimulado a segurar objetos desde o nascimento, diz estudo

publicado originalmente em Veja saúde

Observar adultos em tarefas cotidianas pode estimular o desenvolvimento de bebês, sugere estudo

Desde o início da vida, bebês podem desenvolver incríveis habilidades e, a partir da observação e da imitação, são capazes de realizar ações complexas que envolvem diferentes comportamentos motores. É o que defende um recente estudo brasileiro, publicado na revista científica Infant Behavior and Development.

Segundo os autores, bebês com até três meses de idade deveriam ser estimulados a manipular objetos e observar os adultos realizando tarefas cotidianas – mexer na máquina de lavar ou organizar a pilha de roupas no quarto, por exemplo. Isso porque, ao observá-los, os recém-nascidos perceberiam mais facilmente como os movimentos corporais estão ligados com o ambiente ao redor. 

Uma nova pesquisa brasileira defende que bebês de até três meses de idade podem aprender ao presenciarem simples afazeres domésticos – e sugere algumas atividades para colocar isso em prática.

Observar adultos em tarefas cotidianas pode estimular o desenvolvimento de bebês, sugere estudo

publicado originalmente em superinteressante