Mágicas Imagens ✨✨

Tavares RS Brasil

Atenção: pets também podem ter câncer!

Numa lógica semelhante ao do organismo humano, quanto maior o tempo de vida do animal, maior o risco de uma multiplicação celular perder o controle e virar um câncer.

Segundo o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), em cadelas com maior propensão, a probabilidade de desenvolver um câncer de mama fica entre 45 e 50%. Nas gatas, a incidência é menor, cerca de 20%.

Muitas vezes, o problema é silencioso, causando sintomas como perda do apetite e prostração só em estágios avançados. Por isso os tutores devem ficar atentos e fazer visitas periódicas ao veterinário.

“O ideal é que os animais sejam avaliados e examinados rotineiramente para que possamos detectar a doença precocemente”, diz a veterinária Tábata Maués, do Hospital Veterinário da Universidade Federal Fluminense (UFF).

“Uma dica para o dia a dia é, ao fazer carinho no animal, verificar a existência de eventuais nódulos.”

+ Assine VEJA SAÚDE a partir de R$ 9,90

Para prevenir

Sinais que delatam problemas e cuidados para evitá-los

+ Castração
Estudos apontam que castrar uma fêmea antes do primeiro cio reduz em 99% o risco de um câncer de mama. Nos machos, afasta tumores testiculares.

+ Rotina de consultas
O acompanhamento veterinário, contemplando a avaliação das mamas e da próstata, é essencial para o pet, sobretudo com o avançar da idade.

+ Anticoncepcionais?
Até existem contraceptivos para animais, mas eles já foram relacionados a tumores e outras doenças. O melhor é castrar mesmo.

+ Sinais de alerta
O crescimento de massas anormais (na mama, por exemplo) é um deles. Prostração e dificuldade para comer, defecar ou urinar também preocupam.

+ E a genética?
Mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 elevam a probabilidade de um tumor mamário aparecer. No futuro, se espera que testes genéticos apurem isso.

Tumores na mama e na próstata aparecem com a idade, daí a importância da prevenção

Atenção: pets também podem ter câncer!

publicado originalmente em Veja saúde

Saúde mental e alimentação: existe uma relação aí?

Por Thais Manarini

A pandemia de Covid-19, entre tantas questões, chamou atenção para um assunto, até então, pouco discutido: saúde mental.

Nos Estados Unidos, antes da pandemia, observavam-se sintomas de ansiedade em 8,1% da população e sintomas de transtorno depressivo em 6,5%. Esses números saltaram para 37% e 30%, respectivamente, no final de 2020. 

Já no Brasil, após os primeiros meses dessa crise sanitária, a prevalência de depressão e ansiedade chegou a 61% e 44%, respectivamente.

Infelizmente, negligenciada pela população e também por programas de saúde pública, a saúde mental custará à economia global cerca de 16 trilhões de dólares em 2030.

No contexto da pandemia, muitos fatores contribuíram para o aumento desses distúrbios psíquicos, como medo de contrair o vírus ou de perder um ente querido e a incerteza sobre questões econômicas.

Mas há outra questão, talvez mais inusitada para uma porção de gente, que provavelmente fez diferença: a relação existente entre alimentação e saúde mental.

A influência da microbiota

O eixo intestino-cérebro pode ter grande importância causal para ansiedade e depressão. Nessa condição, o uso de probióticos – bactérias capazes de melhorar a saúde intestinal – teria o poder de minimizar os sintomas psíquicos.

+ Leia também: Probióticos: um universo em expansão

Mas, se a microbiota intestinal é capaz influenciar a saúde mental, então todos os alimentos que a modificam poderiam também ter esse papel? A ciência indica que sim.

Diversos estudos que avaliam os hábitos de vida e a alimentação de indivíduos em diferentes partes do mundo têm observado que um padrão alimentar saudável, caracterizado pelo consumo adequado de frutas e vegetais, grãos integrais, fontes de proteína magra, oleaginosas, além de baixa ingestão de açúcares adicionados, pode reduzir o risco de transtornos de ansiedade.

Em contraste, uma dieta de estilo ocidental, caracterizada pela forte presença de alimentos doces e gordurosos, grãos refinados, itens fritos e processados, carne vermelha, laticínios com alto teor de gordura, além de baixa ingestão de frutas e vegetais, está associada a um maior risco de ansiedade.

A ciência está cada vez mais interessada em entender se o que colocamos no prato tem impacto no cérebro. Especialistas contam o que se sabe até agora

Saúde mental e alimentação: existe uma relação aí?

publicado originalmente em Veja saúde

Mágicas Imagens ✨✨

Tavares RS Brasil

Força…por Gandhi

“O fraco jamais perdoa: o perdão é uma das características do forte.”

🌻Mahatma Gandhi

imagens do WordPress

Assista a “Monja Coen explica como a mente projeta a realidade: Medo x Confiança” no YouTube

A querida Monja Coen em uma carinhosa conversa. Ela também têm um convite especial para todos nós.

Monja Coen aqui!

imagens do WordPress

Mágicas Imagens ✨✨

Tavares RS Brasil

Assista a “REQUEIJÃO CREMOSO CASEIRO – TEXTURA INCRÍVEL – DELICIOSO – FÁCIL – RÁPIDO – Isamara Amâncio” no YouTube

Que tal economizar e de quebra aprender a fabricar seu requeijão?

Trás o pão e eu faço o cafezinho.

Isamara Amâncio aqui!

imagens do WordPress

Conselho…por Confúcio

“Quando vires um homem bom, tenta imitá-lo; quando vires um homem mau, examina a ti mesmo.”

🌷Confúcio

imagens do WordPress

Assista a “TEMPO E ATENÇÃO” no YouTube

Ai, que saudades que eu estava…

Charme, articulação e conhecimento.

Rita von Hunty aqui!

imagens do WordPress