Arma acústica corta a fala humana

O dispositivo, que se chama AHAD (sigla em inglês para “emissão e disrupção acústica”) e foi inventado pela Marinha dos EUA, supostamente consegue impedir as pessoas de falar. Ele tem um microfone de alta sensibilidade para captar as vozes das vítimas – manifestantes em um protesto, por exemplo. O som é gravado e retransmitido de volta para elas,

duas vezes: uma imediatamente e outra com atraso de 200 milissegundos. Isso gera uma sobreposição de sons que atordoa as pessoas, impedindo que continuem falando.

O aparelho, que foi patenteado (1) pelos militares, possui outra particularidade interessante: ele também pode ser usado contra alvos individuais. Nesse cenário, a vítima seria a única a ouvir a reflexão da própria voz – pois ela é retransmitida num feixe acústico estreito, que as pessoas em volta não escutariam.

Fonte 1. Handheld acoustic hailing and disruption systems and methods. Patente US11082763B2, 2021.

Dispositivo criado pelos EUA consegue impedir que manifestantes falem ou gritem; veja como

Arma acústica corta a fala humana

publicado originalmente em superinteressante

O Dia dos Povos Indígenas é um feriado celebrado nos países colonizados para homenagear os povos indígenas e comemorar suas histórias e culturas – enquanto governos e empresas continuam a pilhar, saquear e roubar territórios indígenas!

Nos Estados Unidos, o Dia dos Povos Indígenas evoluiu como uma alternativa ao « dia da invasão » – o Dia de Colombo – que celebrava a chegada de Cristóvão Colombo ao Novo Mundo em 12 de outubro de 1492 e o início da colonização da América do Norte. Os nativos americanos protestaram contra a ideia de […]

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publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Guerra Fria, islã e heroína: entenda os 40 anos de guerra no Afeganistão

Em 1946, o rei afegão Mohammed Zahir Shah – um monarca carismático e progressista, na época com 32 anos de idade – convidou a empresa de engenharia americana Morrison-Knudsen para instalar uma rede de barragens, usinas hidrelétricas e canais de irrigação ao longo do Rio Helmand. Suas margens são um oásis fértil em meio ao deserto que cobre o sul do Afeganistão, e modernizar a agricultura por lá traria prosperidade para uma província árida. 

Os americanos se empolgaram: no comecinho da Guerra Fria, essa era uma boa chance de tirar um território no centro da Ásia da esfera de influência soviética – e torná-lo um aliado. Ao norte, o Afeganistão fazia fronteira com uma região remota da URSS. A leste, uma tripa estreita de território afegão montanhoso acaba em 76 km de fronteira com a China, onde o Partido Comunista disputava a guerra civil que colocaria Mao Tsé-Tung no poder. As montanhas afegãs eram uma poltrona VIP para a Casa Branca espiar seus adversários. 

Britânicos, soviéticos, americanos. O povo afegão foi vítima e algoz de todos os impérios que bateram à sua porta. Como um país islâmico rural e miserável, castigado por décadas de manipulação das superpotências, se tornou terreno fértil para a ideologia medieval do Talibã…

Guerra Fria, islã e heroína: entenda os 40 anos de guerra no Afeganistão

publicado originalmente em superinteressante

Bayer confirma fim da venda de herbicidas à base de glifosato para o mercado de gramados e jardins dos EUA

A Bayer anunciou que não venderá mais herbicidas à base de glifosato para jardineiros dos EUA a partir de 2023, após a custosa batalha judicial sobre o câncer que causa o herbicida Roundup A Bayer Monsanto afirmou na quinta-feira que “a empresa e seus parceiros substituirão seus produtos à base de glifosato no mercado residencial […]

Bayer confirma fim da venda de herbicidas à base de glifosato para o mercado de gramados e jardins dos EUA

publicado originalmente em blog do pedlowski

Em novo artigo no “The Proof”, Seth Abramson cita Eduardo Bolsonaro como um dos conspiradores da invasão ao Capitólio —

WASHINGTON, DC – 06 de janeiro: Milhares de apoiadores de Donald Trump se reúnem do lado de fora do prédio do Capitólio dos EUA após uma manifestação “Stop the Steal” em 6 de janeiro de 2021 em Washington, DC. Um grande grupo de manifestantes invadiu o edifício histórico, quebrando janelas e entrando em confronto com […]

Em novo artigo no “The Proof”, Seth Abramson cita Eduardo Bolsonaro como um dos conspiradores da invasão ao Capitólio —

fonte blog do pedlowski

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