Florestas tropicais cruciais foram destruídas a uma taxa de 10 campos de futebol por minuto em 2021!

Um barco em alta velocidade no rio Jurura, no coração da Floresta Amazônica brasileira, em 15 de março de 2020. A maior porção floresta tropical perdida em 2021 passado foi no Brasil Por Angela Dewan para a CNN (CNN)A área de floresta tropical destruída em 2021 foi suficiente para cobrir toda a ilha de Cuba […] […]

Florestas tropicais cruciais foram destruídas a uma taxa de 10 campos de futebol por minuto em 2021!

publicado em Bárbara Crane Navarro

Destruição da natureza pelos humanos é suicida, alerta ONU — Existe Guarani em São Paulo — Barbara Crane Navarro

Através das mudanças climáticas, da perda da biodiversidade e da poluição, os humanos estão destruindo a Terra e tornando-a um planeta cada vez mais inabitável, afirma um relatório das Nações Unidas divulgado na data 18/02/2021. Jornal Grande Bahia Diferente de relatórios anteriores da ONU, que costumam focar num problema e evitam orientar os governos sobre […] […] […]

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OURO: Rede aciona no Supremo Tribunal Federal contra autorização de garimpo em área na Amazônia — OBIND — Barbara Crane Navarro

A Rede Sustentabilidade ingressou, no Supremo Tribunal Federal (STF), com ação em que busca a suspensão de atos do poder público que permitem a realização de atividades de mineração em área preservada da Amazônia e autorizam a aprovação tácita de atividades de garimpo no país. 251 more words STF: Rede aciona STF contra autorização de garimpo […] […]

OURO: Rede aciona no Supremo Tribunal Federal contra autorização de garimpo em área na Amazônia — OBIND — Barbara Crane Navarro

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Você compra ouro? Você está se enfeitando com ouro? … « A floresta está sangrando, eu posso sentir no meu coração. »

Foto: Ricardo Stuckert «Série Índios Brasileiros» «Os garimpeiros derramam mais mercúrio envenenado na terra do que o peso de ouro que levam embora. Eles são como mortos-vivos, cobertos de lama dourada.» – cacique Raoni Metuktire Foto: Destruição de garimpo na floresta amazônica A mineração de ouro e o uso indiscriminado de mercúrio para encontrar ouro […]

Você compra ouro? Você está se enfeitando com ouro? … « A floresta está sangrando, eu posso sentir no meu coração. »

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Grandes projetos colocam em risco espaços de vida e povos indígenas amazônicos apelam a bancos suíços que os financiam —

O governo brasileiro está planejando grandes projetos de infraestrutura para o transporte de cargas na região amazônica. A população indígena está resistindo – e também apelando para as instituições financeiras suíças Outros grandes projetos de infraestrutura estão planejados na região amazônica Para transportar mercadorias como soja para o exterior de forma mais rápida e barata, grandes […] […]

Grandes projetos colocam em risco espaços de vida e povos indígenas amazônicos apelam a bancos suíços que os financiam —

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Coluna Carbono Zero: Amazônia já emite mais carbono do que absorve

A maior parte do oxigênio da atmosfera, entre 50% e 80%, vem dos oceanos, onde ele é produzido pelo plâncton marinho. Não da Amazônia. Mas a floresta absorvia uma quantidade importante de CO2, ajudando a regular a temperatura global. Porém, recentemente veio a má notícia: a Amazônia não cumpre mais esse papel e, em muitos lugares, sobretudo na borda sudeste da floresta, ela já emite mais CO2 do que absorve.

Essa é a conclusão de um estudo (1) liderado pela pesquisadora Luciana Gatti, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), e publicado na revista Nature. A equipe realizou 590 sobrevoos, medindo concentrações de CO2 e CO em quatro regiões da Amazônia, entre 2010 e 2018. E constatou que a floresta, ao menos em algumas regiões, já “virou o sinal” – de sorvedouro passou a ser emissora de carbono.

Em parte, não é difícil entender como isso acontece. A Amazônia inteira tem cerca de 123 bilhões de toneladas de carbono fixado em sua biomassa, no solo e no subsolo. Um jeito rápido de devolver tudo isso à atmosfera, de uma vez, é queimando. O desmatamento, portanto, cumpre um papel de destaque. Quando as árvores são derrubadas, a preparação do terreno para uso futuro (em geral para pasto ou agricultura) envolve queimar a área.

E o que deixa tudo mais preocupante é que as medições colhidas pelo grupo foram feitas entre 2010 e 2018, período em que o desmatamento não estava tão descontrolado quanto agora (naquela época, ele ficava ao redor de 7.000 km2 anuais, antes de explodir para mais de 10.000 km2 anuais em 2019 e 2020).

Isso está acontecendo devido ao desmatamento e às mudanças climáticas. E pode piorar.

Coluna Carbono Zero: Amazônia já emite mais carbono do que absorve

publicado originalmente em superinteressante

Asteroide com potência de mil bombas de Hiroshima destruiu cidade há 3,6 mil anos

Telel Hamã era uma cidade em ascensão durante a Idade do Bronze. Ela estava localizada próxima ao Mar Morto, no Oriente Médio, e era dez vezes maior que Jerusalém na época. Mas, no ano 1.650 a.C., um asteroide atingiu a cidade a uma velocidade de 61.000 quilômetros por hora. A rocha espacial explodiu no ar, a 4 quilômetros do chão, com 1.000 vezes a potência da Little Boy, a bomba atômica que destruiu Hiroshima em 1945.

Essa é a conclusão de um estudo publicado no periódico Scientific Reports. A pesquisa conta com a participação de 21 autores, entre arqueólogos, geólogos, especialistas em sedimentologia e pesquisadores de outras áreas. Hoje, Telel Hamã é um importante sítio arqueológico. Após 15 anos de escavações no local, os cientistas reconstruíram a história de como a cidade foi arrasada.

O pesquisador Christopher Moore escreve que quem estivesse olhando para o céu no momento da explosão teria ficado cego instantaneamente. A temperatura do ar rapidamente atingiu 2 mil ºC. Metais e cerâmica começaram a derreter, e a cidade ficou em chamas. A onda de choque gerada pela explosão atingiu 1.200 quilômetros por hora, demolindo todas as construções. Nenhum dos 8 mil habitantes sobreviveu – fragmentos de ossos são encontrados por toda a cidade.

A descoberta foi feita no sítio arqueológico de Telel Hamã, Oriente Médio. Segundo os autores, a explosão pode ter inspirado a história bíblica de Sodoma.

Asteroide com potência de mil bombas de Hiroshima destruiu cidade há 3,6 mil anos

publicado originalmente em superinteressante

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