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☀️ Fee Ra Huri

Wack fol’a day diddle dee dye doe
Je le len ‘o je le la le len ‘o
Fiddle daddle day diddle dee dye doe
Ho ri f dhe ra hurWack fol’a

Day diddle dee dye do
Je le s ‘je le la o le s’ o
Fiddle diddle dee dye daddle day doing
Ho f ri dhe ra hur

Composição indisponível.

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Sofre para acordar? Saiba quais hábitos ajudam a criar uma rotina matinal

Com o retorno ao trabalho presencial, acordar mais cedo voltou a ser uma necessidade para algumas pessoas. Nem todos, no entanto, se adaptam bem aos primeiros horários da manhã, como indivíduos mais vespertinos – que preferem dormir e acordar mais tarde, seja por uma questão comportamental ou genética.

Embora o ideal seja adaptar a rotina ao ritmo do organismo, existem hábitos que podem ajudar quem precisa ficar mais desperto e ativo logo cedo. Confira as dicas, segundo Luciane Mello, médica do Instituto do Sono.

Não extrapole no fim de semana

segunda-feira é o pior dia da semana para uma pessoa vespertina, que costuma dormir e acordar tarde no sábado e domingo. Para entrar no ritmo de trabalho depois da folga, ela precisa se adaptar à rotina a cada começo de semana.

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“Dificilmente este indivíduo conseguirá dormir mais cedo que o hábito dele. Então, sempre vai se privar de sono. O ideal é ter mais cuidado no fim de semana para não chegar aos extremos dos horários. Precisa seguir uma rotina para não sofrer ao longo da semana”, recomenda a especialista.

Exposição ao sol, exercício físico e cafeína são aliados de quem tem ritmos mais vespertinos ou noturnos, mas precisa trabalhar pela manhã

Sofre para acordar? Saiba quais hábitos ajudam a criar uma rotina matinal

publicado originalmente em Veja saúde

Morcegos adquirem senso de direção com ajuda de suas mães, indica estudo

Já pensou ser carregado de cabeça para baixo, no escuro, para aprender a se localizar em um lugar? Parece desconfortável, mas essa aventura estranha faz parte da rotina de morcegos bebês – e é essencial para que eles façam voos independentes depois, segundo as descobertas de um novo estudo.

Os morcegos são os únicos mamíferos capazes de voar e fazer viagens noite afora a partir de uma habilidade especial: a ecolocalização. Eles emitem ondas sonoras inaudíveis para nós (os ultrassons), que atingem obstáculos no ambiente e retornam na forma de ecos. A partir deles, o animal consegue identificar onde o caminho está livre.

Os pesquisadores já identificaram que, em muitas espécies (como entre os morcegos frugívoros egípcios), a mãe carrega o filhote enquanto voa procurando por comida. Ele se agarra ao corpo da mãe com a mandíbula, prendendo os dentes ao redor do mamilo, e com os dois pés.

Isso acontece com filhotes que podem chegar a 40% do peso da mãe – uma baita mala sem alça. Não estava claro por que as mães adotam esse comportamento, em vez de deixar seus filhotes na caverna, como fazem algumas espécies.

Mães morcego passeiam com seus bebês de cabeça para baixo até eles atingirem dez semanas de vida. O comportamento parece ser algo essencial para a independência do mamífero.

Morcegos adquirem senso de direção com ajuda de suas mães, indica estudo

publicado originalmente em superinteressante

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Caras…por Clarice Lispector

“Tenho várias caras. Uma é quase bonita, outra é quase feia. Sou um o quê? Um quase tudo.”

😉Clarice Lispector

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Cintilar✨✨

De onde vêm teu brilho?

Das jóias que ostentas, da maquiagem

Do teu chão de mármore

Ou do relógio de grife…

Do sapato engraxado com esmero

A roupa de festa da marca famosa?

De coração eu desejo

Que teu cintilar seja gerado

Bem no fundo dos teus olhos

Quando a criança pequena suja o rosto

Que venha da chuva que molha a calçada

Fustigada dos passos apressados

Do sol que invade a janela depois de uma noite difícil

Do abraço que a natureza te dá

Sempre que você tira teus sapatos

E com amor pisa a grama macia

Te desejo de toda alma

Que cintiles com as estrelas

Que dances com os astros

E que vivas em comunhão

Com teu Universo e teu Deus!

Mágica Mistura

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Caminho do coração…por Mágica Mistura

“Reconhecer e abraçar nossa missão de vida. Essa é a maior e mais importante aventura de nossa existência…o mais curioso é que não há nada de mágico ou misterioso, é o caminho natural do nosso coração, prestemos atenção nele.”

Mágica Mistura

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Ação…por Fernando Pessoa

“Agir, eis a inteligência verdadeira. Serei o que quiser. Mas tenho que querer o que for. O êxito está em ter êxito, e não em ter condições de êxito. Condições de palácio tem qualquer terra larga, mas onde estará o palácio se não o fizerem ali ?”

🌻Fernando Pessoa

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Covid-19: quando o medo de sair de casa se torna preocupante?

Em um dos episódios da série “Solos”, da Amazon Prime Video, uma mulher fica isolada em casa por 20 anos para se proteger de um vírus mortal. O problema é que as restrições tinham acabado há muito tempo – mas ela se nega a sair.

Esse comportamento é conhecido como “síndrome da caverna” e não está tão distante de nossa realidade – guardadas as devidas proporções, obviamente. Após quase dois anos de pandemia de coronavírus, é preciso ficar atento para avaliar se o medo não ultrapassou o limite do razoável.

É claro que o fato de recebermos novas informações o tempo todo, como a do potencial risco da variante Ômicron, não ajuda muito. “Até quem estava louco para sair de casa sentiu uma frustração muito grande. Fora o balde de água fria, veio o medo de que o isolamento total seja necessário novamente”, comenta Claudia Oshiro, especialista em Terapia Comportamental e Cognitiva pela Universidade de São Paulo (USP).

A falta de confiança nas informações divulgadas por líderes e governantes só piora a situação, na visão de Daniel Kupermann, psicanalista e professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). Some isso a uma característica da nossa natureza, que é demorar um pouco a reagir.

“A psicanálise tem um termo chamado de inércia psíquica. É a resistência do ser humano em aderir a novidades. Sair de casa, depois de tanto tempo, transformou-se em algo novo para nós. E isso é normal para quem ficou um ano e meio em casa com medo de ser contaminado”, afirma o especialista.

Novas variantes e dados conflitantes provocam receio, mas é preciso prestar atenção aos sinais de que o medo ultrapassou o limite do razoável

Covid-19: quando o medo de sair de casa se torna preocupante?

publicado originalmente em Veja saúde