Uma superbactéria evoluiu em ouriços antes de existirem os primeiros antibióticos

Uma equipe internacional de cientistas descobriu que uma superbactéria (ou seja, uma bactéria resistente a antibióticos) chamada MRSA se desenvolveu em ouriços há pelo menos 200 anos. Esse é um exemplo de resistência bacteriana que surgiu naturalmente – e não a partir do uso ampliado dos antibióticos – muito antes do biólogo britânico Alexander Fleming descobrir a penicilina em 1928, ou dos medicamentos começarem a ser produzidos em massa na década de 1940.

MRSA é a sigla em inglês para “Staphylococcus aureus resistente à meticilina”. A S. aureus é uma bactéria comumente encontrada na pele de pessoas saudáveis, que pode causar uma infecção ao invadir o organismo a partir de uma ferida aberta, por exemplo – algo preocupante principalmente para quem tem o sistema imune enfraquecido.

Uma cepa da bactéria, chamada mecC-MRSA, foi descoberta em 2011 por pesquisadores da Universidade de Cambridge (na Inglaterra). Desde então, ela foi amplamente encontrada em rebanhos leiteiros no norte da Europa, causando infecções em vacas – mas raramente em humanos. Presumia-se que ela tinha surgido com a grande quantidade de antibióticos que o gado costuma receber.

A MRSA é encontrada em rebanhos leiteiros e humanos no norte da Europa. Mas ela não surgiu devido ao abuso de antibióticos – e sim de uma batalha microscópica por sobrevivência na pele dos ouriços.

Uma superbactéria evoluiu em ouriços antes de existirem os primeiros antibióticos

publicado originalmente em superinteressante

OMS classifica burnout como doença de trabalho

síndrome de burnout é caracterizada pelo esgotamento físico e mental associado ao trabalho. É como se o cérebro (e o resto do corpo) chegasse em um limite e pifasse.

Pois a Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu, em 2019, que o burnout deveria ser considerado uma doença ocupacional. A mudança foi oficializada no dia 1º de janeiro de 2022. Segundo a entidade, esse termo não deve ser empregado em outras áreas da vida.

Na prática, a empresa passa a ter mais responsabilidade em relação ao bem-estar mental de seus funcionários. A seguir, veja uma série de conteúdos que publicamos sobre esse problema, que acomete um número cada vez maior de pessoas.

Para entender o burnout e suas repercussões

Para ter uma ideia se você está com o problema

Para tornar a relação com o trabalho mais saudável

Dicas de livros sobre o assunto

Mudança começou a valer agora em 2022. Saiba mais sobre o quadro e como ele interfere em nossa saúde

OMS classifica burnout como doença de trabalho

publicado originalmente em Veja saúde

O creme de avelã está no alvo

Recentemente, Jean-Luc Mélenchon, candidato à Presidência da França, fez uma declaração que ganhou as manchetes: ele disse que, se eleito, gostaria de banir um famoso creme de avelã do país. Isso porque, mais do que um reduto de açúcar, o produto é cheio de óleo de palma.

Para a nutricionista Maísa Antunes, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), de fato o ingrediente merece críticas. Em primeiro lugar, o cultivo de palma ocorre às custas de muito desmatamento.

Depois, errar a mão no óleo ameaça nossa saúde. Em experiência com cobaias, Maísa notou que o consumo aumentou o colesterol, os triglicérides e a gordura no corpo de forma geral — com destaque para o fígado. “Para nós, apenas três colheres por dia já fariam mal”, revela a pesquisadora.

+ LEIA TAMBÉM: A verdade sobre os óleos

Você realmente lê o rótulo?

A gordura trans, outra vilã, foi banida e deve sair do mercado até 2023. Mas nem dá tempo de celebrar. “Já tem muito fabricante colocando o óleo de palma no lugar”, conta Maísa.

Ele pode surgir com nomes similares, como gordura de palma ou oleína de palma. Nunca deixe de ler a lista de ingredientes. “Se aparecer ‘gordura vegetal’, pode ser a trans clássica ou outro óleo modificado e prejudicial”, aponta a nutri.

Olho nelas

Algumas categorias em que o óleo de palma marca presença

  • Bolos prontos
  • Sorvetes de massa
  • Cookies
  • Pães integrais
  • Barrinhas de cereais
  • Granolas
  • Bombons
  • Biscoitos (inclusive com apelo fit)

Produto é fonte de óleo de palma, que pode ser prejudicial à saúde e ao ambiente

O creme de avelã está no alvo

publicado originalmente em Veja saúde

Amigo surpresa do menino Yanomami na selva!  — Barbara Crane Navarro — THE DARK SIDE OF THE MOON…

Às vezes perdemos os momentos mais lindos, NÃO PERCA ISSO! Filme de 38 segundos com Namowë, menino Yanomami do Alto Orinoco, Amazonas, Venezuela Trecho de filme de Barbara Crane Navarro de momentos do cotidiano de uma comunidade Yanomami na floresta amazônica venezuelana, feito para acompanhar a série de livros infantis: “Amazon Rainforest Magic” “La Magie […] […] […]

Amigo surpresa do menino Yanomami na selva!  — Barbara Crane Navarro — THE DARK SIDE OF THE MOON…

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Assista a “Asteroide recebe nome de brasileiro que ajudou o homem a pisar na Lua” no YouTube

O Brasil aparecendo como merece . Realizando feitos incríveis.

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Cozinha com causa

A ativista vegana Carol J. Adams e a nutricionista Virginia Messina defendem que as escolhas que fazemos ao nos alimentar têm impactos significativos em aspectos tão diversos como a mudança climática, o bem-estar animal, a justiça social e, claro, a própria saúde.

E nos convocam a fazer nossa parte, preconizando ingredientes mais sustentáveis e amigáveis — o que significa, para elas, limar a comida de origem animal.

Em Cozinha de Protesto (clique aqui para comprar), as autoras não só justificam essa abordagem como criam um manual prático para quem quer se engajar no ativismo alimentar e aprender receitas pra lá de criativas, como bacon de soja e brownie de abobrinha.

cozinha vegana

Capa do livro Cozinha de Protesto.

Ficha técnica

Cozinha de Protesto
Autoras: Carol J. Adams e Virginia Messina
Editora:
 Alaúde
Páginas: 288
Clique aqui para comprar.

Obra mostra o papel da alimentação em questões ambientais, sociais e, claro, de saúde

Cozinha com causa

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “Mensagem de Ano Novo 2021/2022 !” no YouTube

Salve nossas Forças!🍀💚🍀💚🍀

Um Ano Novo de Descobertas, Sonhos e Realizações!!!!

Irmandade Polimata aqui!

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Pilates para se manter na ativa

Minimizar e reverter os efeitos negativos do envelhecimento e aprimorar os níveis de aptidão física do idoso: é assim que os profissionais de educação física Letícia Sanches Deon e Eduardo Ramos da Silva, da Universidade de Caxias do Sul (RS), resumem os benefícios do pilates na conclusão de uma revisão de estudos publicada no periódico da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

São várias as qualidades do método quando se pensa em uma longevidade saudável: flexibilidade, força muscular, equilíbrio, melhora da postura

Os autores do artigo destacam que a modalidade pode trabalhar todos os grupos musculares e são particularmente bem-vindos seus reflexos nos músculos do abdômen, da coluna e dos glúteos.

Para tirar proveito do pilates, procure estúdios ou academias com instrutores certificados. Havendo algum tipo de limitação relacionada à idade, vale conversar com o médico antes e adaptar o treino — opções de exercícios, com e sem aparelho, não vão faltar.

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O que se ganha com a modalidade

Flexibilidade: segundo os autores da revisão, o foco no alongamento e em exercícios que favorecem a amplitude dos movimentos é um dos benefícios centrais.

Força muscular: dá para ativar todos os grupos musculares. O trabalho com o core, o abdômen, a coluna e os glúteos aumenta o vigor e a disposição para as atividades do dia a dia.

Equilíbrio: a estabilização corporal e o recrutamento muscular promovem equilíbrio e resultam em melhor postura. Resultado: menor risco de queda e menos dor nas costas.

Autonomia: ao maximizar as três qualidades anteriores, sem desrespeitar os limites do corpo, o pilates ajuda a conservar a independência do idoso.

Qualidade de vida: os ganhos ao estado físico se somam aos efeitos mentais, cognitivos e sociais, já que a atividade demanda concentração e supervisão.

Método protagoniza nova revisão científica e se mostra uma das modalidades mais indicadas para envelhecer bem

Pilates para se manter na ativa

publicado originalmente em Veja saúde

Alasca registra recorde de 20ºC em pleno inverno

O estado americano do Alasca, que tem parte do seu território dentro do Círculo Polar Ártico, foi surpreendido nesta semana com temperaturas de 19.5ºC.

Segundo meteorologistas dos Estados Unidos, a marca jamais foi registrada durante o inverno, quando as temperaturas na região chegam a cair a até 50ºC negativos.

A onda de calor vem sendo classificada por climatologistas como “absurda” para esta época do ano, em que o frio costuma atingir seu auge. De acordo com estudiosos do clima, o episódio provavelmente está relacionado ao aquecimento global.

Na comunidade de Cold Bay, os termômetros marcaram oito dias de temperatura dos 10ºC, enquanto que o vilarejo de Unalaska registrou 13,3ºC no dia 25, o dia de Natal mais quente da história do Alasca.

Estado americano também é atingido por chuvas torrenciais

Alasca registra recorde de 20ºC em pleno inverno

publicado originalmente em Veja

Viva a aveia!

Na Roma antiga, havia uma celebração, a cerealia, que atravessava dias e noites. Além de ser uma forma de agradecimento pela abundância nas colheitas, a festança homenageava Ceres, a deusa da agricultura, que empresta seu nome aos cereais.

O trigo, principal representante dessa família, ocupava o centro da mesa, ladeado pela cevada e o centeio. Já a aveia, feito uma prima renegada, costumava ficar de fora das comemorações. Passados milhares de anos, porém, hoje é ela que está sendo reverenciada.

Tal qual enredo manjado, aquela que foi posta de lado passou a ser endeusada, especialmente no panteão da nutrição. E não sem motivos, como atestam pesquisadores e profissionais que atuam em hospitais e consultórios.

O apelo da aveia se reflete no cultivo. Inclusive no Brasil. Em 2021, ocupamos o sexto lugar no ranking mundial de produtores e já somos autossuficientes — há algum tempo, ficávamos abaixo da décima posição.

A ascensão tem a ver com a coleção de evidências sobre os efeitos do cereal na saúde. Uma história que não é de agora. A aveia é, na visão de alguns especialistas, o primeiro alimento a ter recebido a classificação de funcional. Ou seja, não bastasse nutrir, ele ajuda a baixar o risco de doenças.

Um dos símbolos da alimentação saudável e versátil que só, ela não para de surpreender os estudiosos pelos seus benefícios

Viva a aveia!

publicado originalmente em Veja saúde